Equipe do Elos está participando do curso U.LAB do MIT

É muito bom quando a equipe do Elos pensa no futuro, como estão fazendo o Paulo Farine e o Niels Koldewijn. Eles estão inscritos em um curso online do MIT para 21 mil participantes do mundo, sendo que a 20% tem menos de 25 anos. Durante seis semanas, que começou em 07 de janeiro de 2015, eles estão participando do U.LAB: Transformando Negócios e Sociedade, através da plataforma EDX (uma parceria do MIT, Harvard, e do Google, que foi lançada em 2012.

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Além do curso, a ideia desta plataforma é se transformar um novo modelo de Universidade para o século XXI, oferecendo um ambiente de aprendizagem no mundo real online, com o objetivo de incentivar uma rede global de centros interligados, iniciativas inspiradoras, e aprendendo coisas onde quer que você esteja, e mais próximo dos lugares onde desafios sociais se manifestam.
Entre as terias abordadas no curso, temos a U Theory um conjunto de teorias, ferramentas e práticas que podem auxiliar os líderes a enfrentarem os problemas atuais, não apenas intelectualmente, mas através de ações que gerem inovação. E é nisto, que a metodologia do Elos se aproxima deste modelo.
Como uma resposta à dificuldade vivida pelos líderes, a teoria foi desenvolvida ao longo de quase 15 anos por Otto Scharmer, Adam Kahane, Peter Senge e Joseph Jaworski. Ela vem sendo utilizada em projetos de diferentes proporções: alguns envolvem apenas uma organização, outros envolvem toda a cadeia produtiva, enquanto outros envolvem todo um país. As mudanças nestes projetos foram obtidas através de processos da teoria U que possibilitam um grupo de pessoas a reconhecer as causas dos problemas atuais e como gerar inovações para resolvê-los.

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Sete Competências de Liderança da Teoria U
A jornada por meio do U desenvolve sete capacidades essenciais de liderança.
1. Mantendo o espaço da escuta
A capacidade fundamental do U é o ouvir. O ouvir o outro. O ouvir a si mesmo. E ouvir aquilo que emerge do coletivo. O ouvir eficaz requer a criação de um espaço aberto, no qual os outros podem contribuir para o todo.
2. Observar
A capacidade de suspender a “voz do julgamento” é a chave para a mudança da projeção para a observação real.
3. Sentir
A preparação para a experiência na curva do U – Presencing – requer o ajuste de três instrumentos: o espírito aberto, o coração aberto e a vontade livre. Este processo de abertura não é passivo mas de um “sentindo ativo” junto como um grupo. Enquanto o coração aberto nos permite ver uma situação de todo, a vontade livre nos permite começar a agir com o todo emergente.
4. Presenciar
A capacidade de se ligar à fonte mais profunda de si e permite que o futuro emerja do todo, em vez de um pequena parte ou grupo especial de interesse.
5. Cristalizar
Quando um pequeno grupo de pessoas se compromete com o objetivo e os resultados de um projeto, o poder da sua intenção cria um campo de energia que atrai pessoas, oportunidades e recursos que fazem as coisas acontecerem. Este núcleo funciona como um meio para o conjunto se manifestar
6. Prototipar
Mover para baixo no lado esquerdo do U exige que o grupo se abra e lide com a resistência do pensamento, emoção e vontade. Mover-se para cima – lado direito, requer a integração do pensar, sentir, e no contexto de aplicações práticas e aprender fazendo.
7. Performar
As organizações precisam, para realizar a este nível macro: elas precisam de convocar os conjuntos adequados de jogadores (as pessoas da linha de frente que estão ligadas na mesma cadeia de valor) e a desenvolver uma tecnologia social que permita um encontro multistakeholder para a passagem de debater para co-criar o novo.
O Presencing Institute se dedica a desenvolver estas novas tecnologias sociais, integrando ciência, consciência, e metodologias de mudanças sociais profundas.É muito bom quando a equipe do Elos pensa no futuro, como estão fazendo o Paulo Farine e o Niels. Eles estão fazendo um curso online do MIT para 21 mil participantes do mundo, sendo que a 20% tem menos de 25 anos.
Durante seis semanas, que começou em 07 de janeiro de 2015, eles estão participando do U.LAB: Transformando Negócios e Sociedade, através da plataforma EDX (uma parceria do MIT, Harvard, e do Google, que foi lançada em 2012.
Além do curso, a ideia desta plataforma é se transformar um novo modelo de Universidade para o século XXI, oferecendo um ambiente de aprendizagem no mundo real online, com o objetivo de incentivar uma rede global de centros interligados, iniciativas inspiradoras, e aprendendo coisas onde quer que você esteja, e mais próximo dos lugares onde desafios sociais se manifestam.
Entre as terias abordadas no curso, temos a U Theory um conjunto de teorias, ferramentas e práticas que podem auxiliar os líderes a enfrentarem os problemas atuais, não apenas intelectualmente, mas através de ações que gerem inovação. E é nisto, que a metodologia do Elos se aproxima deste modelo.
Como uma resposta à dificuldade vivida pelos líderes, a teoria foi desenvolvida ao longo de quase 15 anos por Otto Scharmer, Adam Kahane, Peter Senge e Joseph Jaworski. Ela vem sendo utilizada em projetos de diferentes proporções: alguns envolvem apenas uma organização, outros envolvem toda a cadeia produtiva, enquanto outros envolvem todo um país. As mudanças nestes projetos foram obtidas através de processos da teoria U que possibilitam um grupo de pessoas a reconhecer as causas dos problemas atuais e como gerar inovações para resolvê-los.
Sete Competências de Liderança da Teoria U
A jornada por meio do U desenvolve sete capacidades essenciais de liderança.
1. Mantendo o espaço da escuta
A capacidade fundamental do U é o ouvir. O ouvir o outro. O ouvir a si mesmo. E ouvir aquilo que emerge do coletivo. O ouvir eficaz requer a criação de um espaço aberto, no qual os outros podem contribuir para o todo.
2. Observar
A capacidade de suspender a “voz do julgamento” é a chave para a mudança da projeção para a observação real.
3. Sentir
A preparação para a experiência na curva do U – Presencing – requer o ajuste de três instrumentos: o espírito aberto, o coração aberto e a vontade livre. Este processo de abertura não é passivo mas de um “sentindo ativo” junto como um grupo. Enquanto o coração aberto nos permite ver uma situação de todo, a vontade livre nos permite começar a agir com o todo emergente.
4. Presenciar
A capacidade de se ligar à fonte mais profunda de si e permite que o futuro emerja do todo, em vez de um pequena parte ou grupo especial de interesse.
5. Cristalizar
Quando um pequeno grupo de pessoas se compromete com o objetivo e os resultados de um projeto, o poder da sua intenção cria um campo de energia que atrai pessoas, oportunidades e recursos que fazem as coisas acontecerem. Este núcleo funciona como um meio para o conjunto se manifestar
6. Prototipar
Mover para baixo no lado esquerdo do U exige que o grupo se abra e lide com a resistência do pensamento, emoção e vontade. Mover-se para cima – lado direito, requer a integração do pensar, sentir, e no contexto de aplicações práticas e aprender fazendo.
7. Performar
As organizações precisam, para realizar a este nível macro: elas precisam de convocar os conjuntos adequados de jogadores (as pessoas da linha de frente que estão ligadas na mesma cadeia de valor) e a desenvolver uma tecnologia social que permita um encontro multistakeholder para a passagem de debater para co-criar o novo.
O Presencing Institute https://www.presencing.com se dedica a desenvolver estas novas tecnologias sociais, integrando ciência, consciência, e metodologias de mudanças sociais profundas.

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