Elos participa da série de TV Quem Se Importa

22/03/2017 | Ricardo Oliveros | Comunidade Elos, Linha do Tempo Elos, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

A série de TV Quem se Importa apresenta o trabalho de empreendedores sociais brasileiros que, por meio de suas ideias criativas, têm contribuído para melhorar a vida de pessoas e comunidades. Com estreia marcada para a sexta-feira, 24 de março, às 20 horas, a série de 13 programas de meia-hora irá ao ar semanalmente, no Canal CURTA!. A direção e o roteiro são assinados pela cineasta Mara Mourão (Doutores da Alegria – O Filme). A narração é de Wellington Nogueira (ator e palhaço, fundador do projeto Doutores da Alegria), com produção da Grifa Filmes e Mamo Filmes, produção executiva de Fernando Dias e Mauricio Dias e produção de Tatiana Battaglia Dias. O programa sobre o Elos vai ao ar, 9 de junho, exatamente um mês antes da 10ª. edição do Guerreiros Sem Armas.

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A diretora Mara Mourão com Natasha Mendes, Mariana Gauche e Rodrigo Rubido na gravação da série de TV Quem se importa

Os programas da série Quem se Importa são focados em pessoas que buscam e encontram soluções em cidades das região Sudeste e Nordeste do Brasil. Cada episódio retrata o sucesso de um empreendedor social que criou uma organização inovadora capaz mudar o ambiente ao seu redor. Por meio de impactos sociais relevantes e positivos, as idéias destes personagens inspiraram políticas públicas para um mundo sustentável, mais justo e melhor. Os programas mostram o impacto das ações deles, os obstáculos que enfrentam, a felicidade com os resultados e a gratificação interior.

Participam da série: André Cervi, Alice Freitas,  Auro Danny Lescher, Bruno Tataten, Claudio Miranda, Claudio Sassaki, Daniel Morais Assunção, Eduardo Bomtempo, Eduardo Lyra, Graziela Bedoian, Karen Worcman, Lilian do Prado Silva, Luciana Chinaglia Quintão, Mariana Gauche, Mundano, Natasha Mendes, Pedro Paulo Diniz, Rachel Schettino, Roberto Kikawa, Rodrigo Alonso e Rosane Rosa.

Em comum, os projetos trabalham com iniciativas que ajudam a melhorar a qualidade de vida de jovens e adultos das áreas mais carentes. O objetivo é colaborar com todos que buscam desenvolver seu potencial, oferecendo conhecimento para capacitação profissional, cuidados com a saúde e até alimentos para os mais necessitados. Os projetos ensinam o respeito à diversidade cultural, humana e ambiental e buscam sensibilizar a sociedade com exemplos do que é possível fazer para ajudar.

“A produção vasculha o Brasil em busca de pessoas que oferecem soluções simples para as mais graves questões que nos afetam profundamente”, afirma o produtor executivo Fernando Dias. “Esta série documental vai mostrar como os transformadores podem estar na área da educação, da saúde, do meio ambiente, dos direitos humanos, da economia, em qualquer campo. O filme transmite a mensagem de que todos nós podemos mudar o mundo, não importa em que setor estejamos, seja ele privado, governamental ou social. Qualquer pessoa pode fazer a diferença”, completa a diretora Mara Mourão.

Conheça os personagens e projetos dos episódios: 

1- Pedro Paulo Diniz- Fazenda da Toca – Itirapina SP
Sexta-feira, 24 de março, às 20 horas, no Canal CURTA!

 Em 2008, o empresário e ex-piloto de Fórmula 1 Pedro Paulo Diniz assumiu a administração da Fazenda da Toca. Ele então começou uma busca por um projeto para realizar no local, levando em consideração os três pilares da sustentabilidade (ambiental, social e econômico). Seus objetivos eram resgatar a biodiversidade em vez de gerar degradação e gerar benefícios para todos os envolvidos: meio ambiente, funcionários, clientes e fornecedores.

 

2-Alice Freitas, Rachel Schettino e Rosane Rosa – Rede Asta – Rio de Janeiro (RJ)

Sexta-feira, 31 de março, às 20 horas

A REDE ASTA é um negócio social que tem a missão de ajudar a diminuir a desigualdade social brasileira. A entidade leva a consumidores produtos para casa e moda feitos à mão por grupos de artesãos de regiões de baixa renda em 10 estados brasileiros.

3-Luciana Chinaglia Quintão- Banco de Alimentos – São Paulo (SP)

Sexta-feira, 7 de abril, às 20 horas

 O trabalho do Banco de Alimentos é fazer com que cada vez mais pessoas tenham acesso a alimentos de qualidade e em quantidade suficiente para uma alimentação saudável. A ONG fornece alimentos por meio do combate ao desperdício; promove ações educativas e expande suas ações e conhecimentos para onde existe o problema concreto da fome.

4-Lilian do Prado Silva- Acreditar – Glória do Goitá (PE)

Sexta-feira, 14 de abril, às 20 horas

A Acreditar é uma organização de microcrédito gerida e focada em jovens de regiões rurais pobres que não encontram fontes de geração de renda. A iniciativa os apóia a empreender seus próprios negócios segundo o modelo de desenvolvimento local sustentável.

5-Eduardo Lyra – Instituto Gerando Falcões – São Paulo (SP)

Sexta-feira, 21 de abril, às 20 horas

 O Instituto Gerando Falcões foi criado pelo empreendedor social Eduardo Lyra. Sediada em Poá, a organização promove a paz em diversas periferias, favelas e presídios, atuando em três frentes- esporte, arte e música- como busca de oportunidade e renda.

6-Karen Worcman- Museu da Pessoa – São Paulo (SP)

Sexta-feira, 28 de abril, às 20 horas

A partir de sua experiência com a obtenção de histórias orais de sobreviventes do holocausto, Karen Worcman criou o Museu da Pessoa para dar às pessoas a capacidade de registrar não apenas sua própria história, mas também tornar a criação da história uma estratégia para mudança social.

7-Mundano – Pimp my Carroça – São Paulo (SP)

Sexta-feira, 5 de maio, às 20 horas

 O grafiteiro Mundano criou o Pimp My Carroça, um movimento que luta para tirar os catadores de materiais recicláveis da invisibilidade, promover a sua auto-estima e sensibilizar a sociedade para a causa em questão. A iniciativa utiliza ações criativas que empregam o grafite para conscientizar, engajar e transformar.

8-Auro Danny Lescher e Graziela Bedoian – Projeto Quixote – São Paulo (SP)

Sexta-feira, 12 de maio, às 20 horas

O Projeto Quixote oferece alternativas a crianças e jovens de rua com avançada dependência de drogas. A entidade proporciona que abandonem o vício sem necessidade de intervenção psicoterápica ou medicamentosa, a partir de novas relações afetivas e sociais delas com suas famílias, educadores, profissionais de saúde e a comunidade.

9-Claudio Sassaki e Eduardo Bomtempo- Geekie – São Paulo (SP)

Sexta-feira, 19 de maio, às 20 horas

 A Geekie desenvolve plataformas de ensino adaptativo a partir de tecnologias inovadoras. Com esta plataforma é possível ensinar respeitando os interesses e habilidades de cada um e aprender de forma eficiente e divertida.

10-Daniel Morais Assunção, Bruno Tataten e André Cervi – Atados – São Paulo (SP)

Sexta-feira, 26 de maio, às 20 horas

 Atados é uma plataforma social que conecta pessoas e organizações, facilitando o engajamento nas mais diversas possibilidades de voluntariado. O fortalecimento dessa rede e a mobilização de voluntários ampliam o impacto das organizações e transformam pessoas e comunidades.

11-Roberto Kikawa- CIES – São Paulo (SP)

Sexta-feira, 2 de junho, às 20 horas

No projeto Cies (Centro de Integração de Educação e Saúde), o paciente é atendido em um consultório adaptado em uma carreta e passa por exames médicos de média complexidade em dez especialidades e até pequenas cirurgias, como a de catarata. Se necessário, ele é encaminhado a hospitais parceiros.

 

12-Rodrigo Alonso, Mariana Gauche e Natasha Mendes – Instituto Elos – Santos (SP)

Sexta-feira, 9 de junho, às 20 horas

 

O Instituto Elos nasceu de um encontro de jovens estudantes de arquitetura em Santos (SP) e se tornou uma comunidade multidisciplinar focada em desenhar estratégias para construir o melhor dos mundos começando agora mesmo. A ONG tem o objetivo de dar poder às pessoas para a construção de espaços com mais qualidade de vida.

 13-Claudio Miranda- Favela da Paz – São Paulo (SP)

Sexta-feira, 16 de junho, às 20 horas

 O Instituto Favela da Paz é um ponto de cultura, estúdio de gravação e espaço de vários cursos. Oferece aos jovens da favela alternativas à violência. O objetivo é se tornar um modelo de centro de educação para a autonomia e para a paz.

Ficha técnica - Quem se Importa – a Série

www.quemseimporta.com.br

2017, HD, 13 x 30 min

Produção: GRIFA FILMES e MAMO FILMES

Direção e Roteiro: Mara Mourão

Produção Executiva: Fernando Dias e Mauricio Dias

Produção: Tatiana Battaglia

Narração: Wellington Nogueira

O patrocínio é da thyssenkrupp e do BEXS BANCO DE CAMBIO S.A.. A série para a TV foi  criada a partir da bem-sucedida trajetória do filme homônimo, lançado em 2012 e vencedor de inúmeros prêmios nacionais e internacionais (DOC Miami 2012, Washington International Film Festival 2013, entre outros) e financiado através dos mecanismos de incentivo da Ancine e do Fundo Setorial do Audiovisual.

Escola de Transformação: Encontro de Futuro reúne 2 comunidades de Campinas

20/03/2017 | Ricardo Oliveros | Blog, desenvolvimento local, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , , , , , , ,

Depois de conhecerem os projetos sociais da Associação Monte Azul e da Unas- Heliópolis, os moradores dos Residenciais Sirius e Abaeté, do Minha Casa, Minha Vida, e vários parceiros que estão participando da Escola de Transformação*, se reuniram no Centro Cultural de Inclusão Social da Unicamp, para juntos pensarem o que querem realizar no futuro.

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O que o Abaeté e o Sirius fizeram na Vivência Oasis

Na abertura, além da introdução sobre a Escola de Transformação, os moradores apresentaram o que foi feito na Vivência Oásis em seus territórios.  Vilson e Patricia mostraram fotos da Vivência Oásis e falando sobre algumas belezas do Abaeté. Compartilharam as potencialidades do bairro, os sonhos, e maquete feita pela comunidade. No mão na massa, eles abriram 1250 covas e plantaram junto com os moradores e voluntários de outros bairros. Vilson ajudou a fazer bancos de madeira. Eles citaram ainda as atividades desenvolvidas pelo Caminhão do Desafio,do Museu Exploratório de Ciências da UNICAMP. E mostraram a talentosa equipe da cozinha.

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Muito bom ver os moradores, como o Robson, apresentando seus bairros e mostrando com foi a Vivência Oásis

Depois foi a vez do Robson do Sirius fazer sua apresentação.”Depois que começou a Escola de Transformação, começamos a passar por um processo de transformação. Depois que fizemos a visita de inspiração, vimos o poder da transformação do ser humano.”

Ele disse que todos precisam ter outra visão desse lugar, e pensar no futuro. “Acreditar que tudo o que estamos construindo hoje, vai ficar para os nossos filhos e os nossos netos. E quando estivermos mais velhos vamos olhar pra trás e dizer: o que eu fiz por eles. Que o ser humano simplesmente volte a ser um ser humano!”.

Herbert, facilitador da Equipe Elos, complementou falando sobre os brinquedos, pebolim feito na e pela comunidade com materiais locais, entre outras coisas feitas no espaço criado no Sirius.

Esporte e música, dois elementos que transformaram suas comunidades

Depois foi a vez, de dois convidados contaram suas histórias de vida que cruzam com a de projetos sociais de grande impacto.

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Felipe Ferreira (GSA 2014) criador do Instituto Novos Sonhos

Felipe Ferreira, do Instituto Novos Sonhos, é do Guarujá, Guerreiro Sem Armas 2014. Ele conta que teve uma infância muito boa, mas uma adolescência muito difícil. Quando jovem começou a trabalhar na feira e conheceu gente muito legal, onde conheceu inclusive a sua esposa. Com 22 anos começou a treinar Jiu Jitsu, onde aprendeu bastante coisa sobre a vida. Trabalhou em outros lugares. Passou por um período de instabilidade, foi por um caminho não muito bom, e começou a perder tudo o que havia conquistado, inclusive seu casamento.

“Estava numa vida muito errada: era uma vida que não tinha alternativa”. Passou alguns meses assim, e conheceu uma menina e começou a compartilhar sonhos com ela. Ela engravidou depois de 2 meses. O filho nasceu de 7 meses, muito mal de saúde. Aí ele prometeu que se o filho saísse bem dali ele iria mudar de vida. O filho não resistiu.

Ele ligou para avisar a família. Chegou um amigo Junior chamando para uma “fita errada” e ele não foi, pois ia enterrar o filho. O Júnior levou seis tiros. Aí ele ficou muito mal. Passaram-se 4 meses e ele entrou em depressão. Já não estava mais com a companheira. Um dia entrou no quarto, rezou e pensou o que faria se o seu filho estivesse ali. Aí começou a mudar a perspectiva, começou a trabalhar mais, mobiliar a casa, cuidar mais da vida.

Felipe ficou pensando do que poderia fazer para ajudar as pessoas. Contou que resolveu morar em um terreno na favela, “lá no fundo”, quando ainda não tinha intervenção pública. Voltou a treinar Jiu Jitsu e a dar aulas para as crianças da favela, e assim percebeu que queria trabalhar com crianças. Depois, uma empresa resolveu patrocinar o projeto.

Em 2012 conheceu o Guerreiros Sem Armas, quando foi o anfitrião da comunidade em seu espaço. Teve a oportunidade de participar do programa em 2014, participou do Jogo Oásis, e “foi a experiência mais incrível da minha vida, pois o Guerreiros Sem Armas me potencializou”.

Em 2015, conseguiu estar entre as 10 melhores equipes de Jiu Jitsu. Hoje tem mais de 200 alunos. Em 2016, plantamos uma horta comunitária, no terreno cedido por um morador. Temos uma biblioteca, que até saiu no jornal. Começamos com livros velhos, e armários velhos, mas com tudo arrumadinho. Aí uma empresa veio visitar, e ela reformou a biblioteca pra gente.

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Fabio e Claudio Miranda do Instituto Favela da Paz, Samba na 2 e Poesia Samba Soul

Claudio Miranda e o Paulo falaram sobre como a música mudou a vida de centenas de pessoas através do Samba na 2, Poesia Samba Soul e Instituto Favela da Paz.

“Nós crescemos no Jardim Ângela. 5 pessoas decidiram “mudar o lugar sem mudar de lugar”. Com nove anos montaram uma banda. Para juntar dinheiro todos trabalhavam, vendiam rifas na favela, etc. O irmão era um inventor, fazia os instrumentos com os materiais que tinham disponíveis. Em uma semana tinham os instrumentos. Perceberam que tinham o poder da intuição, aos 13 anos de idade: Queriam mudar a comunidade. “Víamos as pessoas sendo mortas, através dos tijolos”.

Começaram a tocar fora da comunidade, nos bairros vizinhos. Tocaram de graça, e a davam aulas. Eram muito respeitados em todos os lugares que iam tocar. Conversavam com todos. Hoje tem 16 projetos ligados a músicas e alimentação natural. Criaram um sistema de biogás. O Poesia Samba Soul foi para 13 países diferentes. Desde 2009 viajam para fora do país.

“O que a gente utiliza: a intuição e o coração. A gente percebeu que na música, primeiro passa pelo coração, depois a cabeça. Na música a gente serve as pessoas. Você serve e é servido. e quando a gente percebeu isso a gente viajou o mundo.”

Paulo falou um pouco dos projetos e  a importância de todos saberem um pouco de tudo. “Importância de saber que um complementa o outro”. Para o Claudio, “devemos entender as fases do projeto. e quando tem alguma dificuldade perceber como uma oportunidade de aprender alguma coisa”.

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Thais Polydoro, coordenadora da Escola de Transformação

Thais Polydoro do Elos, coordenadora da Escola de Transformação, falou sobre a importância de se criar relações de confiança com quem está próximo da gente para construir um  futuro que queremos. “Vocês estão plantando sementes, para vocês desbravarem. O processo é de construção coletiva! Quem dá a direção são as pessoas que moram no lugar. Esse processo de construção de confiança só existe com a convivência no lugar”.

Como sonha seu bairro no futuro?

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Hora da dinâmica de grupo onde as pessoas falam aquilo que mais inspirou para continuar a jornada

Depois, de ouvirem estas duas histórias inspiradoras, os participantes sentam em grupos para  compartilhar o que mais  inspiraram, e como essas histórias fazem elas quererem seguir adiante no bairro.

“A história contada pelo Felipe foi uma história de inspiração, de esperança para uma mãe contou que tem um filho que vive a margem, e outra que tem esperança de que a Escola de Transformação posso modificar isso. Uma menina compartilhou que queria “ser poesia na vida de alguém”. Outro sonho é de uma escola de Jiu Jitsu, e uma escola profissionalizante, um centro cultural que fosse um espaço multiuso que possa ter escola de dança de música, entre outras atividades” disse Ana Lu da Sanasa, relatora de um dos grupos. .

“Valores, parceria comunitária, afeto, fraternidade, (entre outros). Nossos sonhos: áreas de lazer, áreas para jovens, associação dos moradores, relacionamento interpessoal entre os condomínios, contou Flávia.

“A gente tinha muita vontade de fazer mas não sabia como. Quando chegou o pessoal da Escola de Transformação e começou a fazer as coisas com a gente, aí o pessoal do bairro começou a ver que as coisas estão melhorando e que a gente vai fazer pelo bairro. Nossos sonhos:  Associação de Moradores, praça, academia de terceira idade, bastante coisa. A gente só consegue fazer as coisas junto. A gente quer fazer a diferença, vamos chamar mais gente, incentivar as pessoas, para os nossos sonhos acontecerem”, Roberto do Abaeté.

“Nosso grupo ficou  inspirado na luta deles, a liderança que não ficou reclamando, mas foi lá e fez. Os sonhos do grupo: parquinho paras crianças brincarem, espaço de lazer, praça, creche, sala de computador, cursos para idosos, crochê, quadra, escola, mercado, cooperativa de reciclagem, um espaço organizado, oficina de dança, várias oficinas, cooperativas com sobras de alimento, porque sobre muito pão, muita massa”, falou a relatora do grupo, Thalia do Sirius.

Qual a sua visão de futuro?

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“Voltamos superanimad@s do almoço. Fizemos a dinâmica de visualizar os sonhos de olhos fechados. Clarissa Muller, facilitadora da Equipe Elos, foi descrevendo a nossa visita ao Residencial Sirius e Abaeté em 2037. Como estavam lindos os condomínios, as áreas coletivas, com vários equipamentos e as pessoas utilizando esses equipamentos. Crianças fazendo atividades, e todos se cumprimentando nas ruas muito carinhosos. Muitas pessoas vindo de fora visitar essas comunidades, e as pessoas dos residenciais mostrando com orgulho o que fizeram para transformar o espaço!

Próximo passo para o sonho se transformar em realidade, foi desenhar os sonhos de cada bairro, colocando no cartaz grande, do jeito que queremos.

Como é o futuro dos residenciais Abaeté e Sirius

Painel com as visões de futuro dos residenciais Abaeté e Sirius

Painel com as visões de futuro dos residenciais Abaeté e Sirius

Roberto começa falar sobre o bairro. “Entrando no bairro, vemos todas as árvores plantadas crescidas! Relógio do tempo, transformando os projetos em realidade: academia da terceira idade, cursos de culinária, artesanato na Associação de Moradores. A Associação aberta para todo mundo com diferentes cursos, brinquedoteca, palestras sobre a natureza. Agora tem alambrado, no futuro, tem um muro com grafite, pessoal andando nas ruas, as crianças jogando bola, andando de skate, espaço de cultura com aulas de dança, música, aulas de teatro, as crianças brincando. Vilson fala que “quando vc desce a rua já vai ver o Centro Cultural, com as quadras e vamos ver nossos filhos e netos brincando lá”.

As visões de futuro vão virar uma ilustração feita pela Juliana Russo, do Cidade Para as Pessoas, para servir de inspiração para todos os participantes.

Lançamento do Edital de Projetos

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CLIQUE NA IMAGEM PARA BAIXAR O EDITAL

Thais explicou o edital que está sendo lançado no Encontro de Futuro, para as comunidades inscreverem seus projetos para serem apoiados pela Escola de Transformação. As inscrições ficam abertas até dia final de maio. Foram entregues a versão do edital impressa com as regras

Quem pode participar? Moradores dos empreendimentos.

Como funciona? Precisa ter um nome, clareza no projeto. Vamos deixar a ficha no site do Elos para quem quiser baixar e preencher.

Como vai ser a entrega? Para a equipe Elos ou Demacamp, correio, ou por e-mail.

O prêmio é dado em doação de equipamento e materiais (não é dado em dinheiro).

Como acontece? Todo mundo que se candidatar, vai apresentar o seu projeto em junho, no Festival Comunidade Empreendedoras, em 5 minutos!! Pode ser o jeito mais criativo que você quiser para defender o seu projeto!!

Fundação FEAC oferece consultoria para projetos da Escola de Transformação

Ao final, Lincoln César Moreira,  da Fundação FEAC  (Federação das Entidades Assistenciais de Campinas), agradeceu a presença de todos e explicou um pouco o trabalho que realizam como FEAC, se colocam a disposição como parceiros, ou seja, podem colocar a disposição os recursos técnicos. Viviane explica que dentro da FEAC, eles apoiam entidades e disponibilizam de diferentes apoios nas áreas técnicas, apoio jurídico, desde escrever o projeto, até elaboração gráfica de algum material, etc

Então, moradores do Sirius e Abaeté, mais um recurso que vocês têm disponível: a FEAC se coloca a disposição para auxiliar as pessoas/grupos que querem escrever algum projeto e não sabem como e nem por onde começar. Eles estão oferecendo apoio técnico para as comunidades. Aproveitem.

Thais agradeceu a parceria, assim como o ônibus que a FEAC disponibilizou para os moradores pudessem comparecer.

*A Escola de Transformação DIST Campinas é uma parceria do Elos com a Demacamp, apoiado pelo Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal dentro da estratégia Desenvolvimento Integrado e Sustentável de Territórios (DIST), inclui uma série de ações: formação de lideranças comunitárias, festival de projetos, encontros de troca de experiências, visitas de inspiração em comunidades que trilham o caminho de desenvolvimento pessoal e coletivo. Agradecemos a Prefeitura de Campinas, pelo apoio, em especial ao Gabinete do Vice-Prefeito que tem feito a articulação com as Secretarias do Governo, CPFL, em especial ao Cristiano Cucattia, Minha Campinas, Oficina do Desafio do Museu de Ciência e Tecnologia da UNICAMP, que esteve presente no Residencial Sirius e Abaeté, nos dias de mutirão, Centro Cultural de Inclusão Social da Unicamp, e Fundação FEAC.

Escola de Transformação avança no Ciclo II: Mobilização e Impulso

17/03/2017 | Ricardo Oliveros | Blog, desenvolvimento local, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , , ,

A Escola de Transformação* está no seu segundo ciclo, e as comunidades Sirius e Abaeté,  participam no sábado, do Encontro de Futuro, evento aberto a todos que se interessam sobre a discussão do direito à cidade, projetos sociais de impacto, e onde coletivamente os participantes vão criar uma imagem poderosa de como os bairros vão estar daqui 20 anos, a partir do que vão começar a realizar hoje.

ciclos

Ciclos da Escola de Transformação

 Já encerramos o Ciclo I, de Análise e Conexão, onde foram feitos e apresentados os diagnósticos dos Residenciais Sirius e Abaté, reuniões com a Prefeitura Municipal de Campinas e secretarias, além de parcerias com diversas instituições locais, como universidades, organizações sociais, entre outras.

 LOCALIZAÇÃO DIST CAMPINAS

O começo do Ciclo II, de Mobilização e Impulso, aconteceu com a Vivência Oasis, onde os moradores dos Residenciais Sirius e Abaeté criaram: (a) um cenário de abundância, (b) reconheceram os talentos e recursos locais, (c) realizaram a primeira rodada de sonhos coletivos, (d) colocaram a mão na massa, (e) começaram a desenhar o que querem realizar juntos daqui para frente.

Rotatória da entrada depois

Moradores do Abaeté colocaram a mão na massa na rotatória de entrada do Residencial

Na sexta, 17 de março, acontece uma visita de inspiração a dois projetos sociais que são referência no Brasil e no mundo: Associação Monte Azul  e UNAS- Heliopólis

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A primeira organização foi fundada pela pedagoga antroposófica alemã Ute Craemer e hoje conta 4 núcleos de atuação social, de educação, urbanização e saúde, que atendem mais de 270 mil pessoas.

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A União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região (UNAS) é uma entidade sem fins lucrativos que surgiu em meados dos anos 1980, e conta com projetos, programas e serviços de forma abrangente nas áreas de educação, saúde, moradia, cultura, esporte, assistência social, empreendedorismo, mulheres, juventude e LGBT, com base nos tratados de direitos humanos, impactando mais de 12 mil pessoas diretamente por mês, por meio de 50 projetos sociais.

felipe ferreira

Felipe Ferreira com os alunos do Instituto Novos Sonhos

Com estas grandes inspirações, as duas comunidades do Sirius e Abaeté, participam no sábado (18 de março), do Encontro de Futuro. Tem dois convidados de peso, para dar mais força para os moradores quererem voar mais alto: Felipe Ferreira, Guerreiros Sem Armas 2014, criador do Instituto Novos Sonhos, liderança comunitária e afetiva na Prainha, Guarujá, que através do jiu-jitsu realiza a transformação social com as crianças do bairro.

SAMBA NA 2

Claudio Miranda (Favela da Paz, Samba na 2, e Poesia Samba Soul) mostra que a partir da música dá para mudar o mundo

 Além das apresentações de cada uma das comunidades, temos as rodas de conversas, e um exercício, onde eles vão imaginar como o bairro estará daqui 20 anos, e vão montar um painel com imagens do que eles sonharam neste processo.

A grande surpresa, é que a ilustradora Juliana Russo, do projeto Cidade Para as Pessoas, depois vai materializar essas imagens em uma única ilustração para cada comunidade, ter sempre a vista essa visão do futuro dos sonhos de todos!!!

Desenho de Juliana Russo

Desenho de Juliana Russo

Ao final, acontece o lançamento do edital  para inscrição de projetos sócio-culturais e  econômicos para cada um dos residenciais.

 ENCONTRO DE FUTURO

Local: CIS Guanabara – R. Mario Siqueira, 829 – Botafogo, Campinas – SP

Programação

9h10 – Boas-vindas da Escola de Transformação 9h30 – Celebração de abertura

9h45 – Check-in

10h15 – Apresentação Abaeté e Sirius (moradores apresentam as comunidades)

10h35 – Pausa para café

10h45 – Apresentações inspiradoras

20 min – Felipe Ferreira (Instituto Novos Sonhos)

20 min – Claudinho Miranda (Favela da Paz)

11h25 – De tudo o que eu escutei, o que me inspira? Como estas histórias me fazem seguir adiante no meu bairro?

11h45 – Como eu sonho meu bairro (Sírius e o Abaeté) no futuro? Qual o meu papel nessa transformação?

12h05 – Colheita

12h30 – Almoço

14h: Dinâmica de criação do painel do bairro do futuro – Juntos com as pessoas do seu bairro/interessados da cidade montam o painel da cidade dos sonhos com foco no Sírius e Abaeté.

16h – Apresentação dos sonhos

16h30min – Apresentação do edital e explicação dos próximos passos.

17h00 – Check out: De tudo o que sonhei e escutei, como saio daqui hoje? O que eu quero levar para minha comunidade?

17h30 – Fechamento: Celebração / Entrega das avaliações sobre o evento

*A Escola de Transformação DIST Campinas é uma parceria do Elos com a Demacamp, apoiado pelo Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal dentro da estratégia Desenvolvimento Integrado e Sustentável de Territórios (DIST)

Mão na massa na Vivência II DIST Rio Largo tem apoio dos residenciais vizinhos

21/02/2017 | Ricardo Oliveros | Blog, desenvolvimento local, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , , ,

Nos dias 18 e 19 de fevereiro cerca de 90 pessoas colocaram a mão na massa no Residencial Jarbas Oiticica.  A segunda Vivência Oasis Rio Largo é uma parceria do Elos com IADH – Instituto de Assessoria para o Desenvolvimento Humano, realizado dentro da estratégia Desenvolvimento Integrado e Sustentável dos Territórios (DIST), apoiado pelo Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal.

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No sábado contamos com um grupo de Desbravadores, meninos e meninas com idades entre 10 e 15 anos, de diferentes classes sociais, cor, ou religião. Eles se encontram uma vez por semana para aprender a desenvolver talentos, habilidades, percepções, e o gosto pela natureza e nos apoiaram muito no plantio das árvores, em especial.

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Além disso, estudantes de Design e Arquitetura da UFAL, moradores do Teotônio Vilela e José Carlos Pierucetti (residenciais do Minha Casa, Minha Vida que receberam a Vivência Oasis em outubro/novembro de 2016) e claro, os moradores do Jarbas.

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Foi muito especial ver os moradores dos diferentes residenciais que fazem parte do projeto DIST em Rio Largo trabalhando lado a lado. Isso tem tudo a ver com a proposta de articular os sonhadores de diferentes comunidades para fazer junto a transformação do território de uma forma ampla, e não somente o seu residencial!

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“Eu adorei o projeto, adorei todo mundo. Eu fiquei muito feliz de ver todo mundo reunido, todo mundo junto, um sendo companheiro do outro, ajudando o outro. Foi muito gratificante. Tô aqui para o que der e vier. Não vou desistir. Até comentei com meu esposo: ‘Enoque, esse projeto veio para clarear mais a minha mente, pra eu aprender mais, saber mais como lidar com as pessoas e, eu disse a ele, eu precisava disso e chegou na hora certa’”.  Ivone, moradora do Jarbas Oiticica e participante do grupo Faz Sabor que preparou o almoço comunitário do mutirão.

A lista de sonhos realizados em um final de semana: plantio de 33 mudas de árvores (espécies da Mata Atlântica como Ipês e diversas frutíferas como pitangueira, mangueira e cajueiro), plantio de 2 jardins na entrada do conjunto, construção e instalação de conjunto de bancos e mesa na entrada do conjunto, instalação e pintura de placa de identificação do conjunto, pintura das guias com cal, pintura de amarelinha e abecedário no chão, sinalização das quadras (“A” e “I”) e dos pontos de ônibus, construção, instalação e pintura de 5 bancos no canteiro central e construção, instalação e pintura de 7 lixeiras.

“Hoje eu estou me sentindo bem mais tranqüila, saí da ansiedade de alto grau. Principalmente porque eu tive a oportunidade de ver a transformação em uma pequena dose. Eu olhava o processo e dizia ‘não vamos chegar lá, vamos ficar muito distantes’, e aí comecei a ficar ansiosa, aquela coisa de querer fazer tudo, e não acreditar que os outros dentro de sua calma e tranqüilidade, pudessem nos fazer ver a transformação. Hoje, ao entrar no Residencial eu não esperava já ver hoje tudo em desacordo, mas fiquei feliz e está de acordo com a transformação desde quando aqui chegamos. A sementinha da transformação pra mim hoje se revelou.”  Rilma Brandão, participante da formação e equipe IADH.

O que eles combinaram para os próximos passos: regar as árvores e jardins plantados (conversar com os moradores que moram mais próximo para que apóiem na rega diária), fazer um mutirão de limpeza e plantio na primeira praça (o mutirão no canteiro central foi até o trecho onde inicia a primeira praça do Conjunto, no total são 5 praças) e finalizar algumas pinturas (de bancos e de sinalização das quadras) e a colocação das estacas em volta de algumas mudas de árvores.

Guerreiros Sem Armas: saiba sobre a seleção do programa

20/02/2017 | Ricardo Oliveros | Blog, Jogos de Transformação, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , ,

Dentro do processo de seleção do Guerreiros Sem Armas, procuramos desde 1999, um modo criativo para selecionar os candidatos ao programa. O Caminho do Sim é um jogo colaborativo, onde os participantes já colocam a mão na massa para transformar o mundo, mesmo antes de chegar aqui. O grande avanço é que em 2014, o jogo ganhou uma plataforma interativa, com a programação desenvolvida com a MKT Virtual de Santos. O jogo também é usado nos últimos quatro anos do processo de seleção do Programa Jovens Talentos da Arymax e no Novo Programa Instituto Reciclar. Fizemos uma entrevista com a Val para saber mais sobre esse processo que é ser selecionado para o Guerreiros Sem Armas.

Comitê de Seleção

Comitê de Seleção do Guerreiros Sem Armas

O que falamos pouco, é que para escolher os candidatos para o programa, temos um Comitê de Seleção que é formado por Val Rocha e Fernando Conte (GSA 2012), do Núcleo de Relacionamento do Elos, e neste ano, por facilitadores do Núcleo de Realização, como Clarissa Muller (GSA 2012), Mariana Felippe (GSA 2009), Niels Koldewjin (GSA 2011) e Renata Laurentino (GSA2012). Temos também @s  Guerreir@s sem Armas, como Simone Batista (GSA 2014), Hannah Needleman (GSA 2015), Daniella Dolme (GSA 2015).

Vale lembrar, que todos os Jogos de Transformação do Elos, entre eles o Caminho do Sim, têm como principais características:

1. Ao final todos saem ganhando

Independente de ser selecionado ou não para um determinado processo, o participante tem um ganho significativo ao final do jogo.

2.  Cultura de feedback

Todos que terminam o jogo participam de uma conversa onde pessoas que avaliam os resultados lhes apresentam os pontos positivos e negativos do processo.

3.  Estar pronto para ação

Uma questão que é importante dentro dos games do Elos é mostrar que além de ser capaz de formular um plano, o participante demonstra que é capaz de realizar alguma etapa significativa do plano.

4.  Capaz de articular uma ação coletiva

A colaboração entre os participantes é fundamental para o sucesso durante o desenvolvimento do jogo. Eles devem ser vistos como parceiros e uma rede de talentos e recursos que está disponível para todos.

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Colocar a mão na massa é um dos desafios do Caminho do Sim

 

Por que dizemos que o Caminho do Sim não é uma competição?

Para começar o processo de seleção, “temos uma reunião de abertura onde falamos sobre a atitude ética para a leitura da jornada de cada participante, porque existe uma confiança das pessoas que estão no jogo e colocando fatos muito pessoais”, esclarece Val sobre como se inicia o processo de seleção.

Os membros do comitê quando lêem as cinco ações que são executadas pelos participantes, procuram saber o que cada um(a) está buscando, quais os desafios que estão presentes na jornada atual, e quais as qualidades que dispõem para alcançar suas metas.

Por isso, não é uma competição, e não há comparação entre os jogadores. Existe sim, uma combinação entre o que o programa oferece como base de desenvolvimento pessoal e coletivo, e o momento de vida, as inquietações e expectativas dos futuros Guerreir@s. Por exemplo, se na jornada @ participante, está buscando uma especialização em alguma técnica, como permacultura, por exemplo, o Guerreiros Sem Armas, não responde esta questão.

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O participante deve saber analisar seus desafios e qualidades durante o Caminho do Sim

O que @s selecionad@s têm em comum?

A grande novidade na rodada de 2017 são os vídeos gravados pelo consultor Aser Cortines sobre temas que estão relacionados com as ações propostas pelo Caminho do Sim. Ele fala sobre Inteligências Múltiplas, Comunicação Não Violenta, a importância do propósito, como domar seu Dragão e Futuro. Estas falas colaboram para quem está jogando aprofunde questões que poderiam passar despercebidas, alem de colaborar em entender e lidar com os desafios pessoais.

Aser Cortines

Aser Cortines

“Uma característica comum entre @s selecionad@s é a urgência, expressa em falas do tipo: ‘ como está não dá para ficar’, em relação a alguma situação que lhes incomoda. É aquele momento em que percebem que precisam mudar algo e não dá para esperar”.

Ao final do jogo, todos os que terminaram as etapas, podem participar de uma conversa de feedback que dura entre 40 minutos a 1h20, que serve para aprofundar os aprendizados e aponta a responsabilidade de cada um quanto as oportunidades que surgiram no seu caminho.

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Não importa o tamanho da ação proposta, mas o quanto que o participante está comprometido com ela

Mais informações: Guerreiros Sem Armas

*** A 10a. edição do Guerreiros Sem Armas conta com a parceria da Codesp, da ADM, do Guardiões da Transformação, nosso programa de doação recorrente. Colabore você também

Saiba como foi o mão na massa na Vivência Oasis DIST Campinas no Residencial Sirius

15/02/2017 | Ricardo Oliveros | Blog, desenvolvimento local, Responsabilidade Social, Voluntariado Corporativo | Tags: Tags:, , , , , , ,

No final de semana, aconteceu o primeiro mão na massa da Escola de Transformação, no Residencial Sirius, dentro do seu primeiro curso, a Vivência Oasis DIST Campinas. Cerca de 145 pessoas colocaram a mão na massa para construir mobiliários (bancos, mesa de piquenique, mesa de carretel e floreiras), colorir o espaço (pintura de quadro de lousa, telão para projeções, sinalização do espaço comunitário, pintura dos armários de brinquedos e de livros e brincadeiras no chão), plantar (flores, arbustos e horta de temperos e chás) e cobrir o espaço (instalação de sombrite que será finalizada nos próximos dias).

mutirão

Esse mutirão contou com a participação super especial da Oficina Desafio, um caminhão equipado com diversas ferramentas e materiais que propõe um desafio para uma situação real e é coordenado por uma equipe de monitores do Museu Exploratório de Ciências da UNICAMP.

Oficina Desafio - Caminhão

As crianças e jovens do Sirius tiveram a oportunidade de confeccionar diversos brinquedos durante a Oficina Desafio, dentre eles: pisante, jogos da velha, jogos de dama, pista de carrinhos e carrinhos, vai-e-vem, blocos de madeira, roupas de robô e mini cesto de basquete. O Arte em Pneus nos presenteou com um pula-pula e uma amarelinha! As crianças adoraram!

Sirius 2

Para o próximo mês os moradores estão sonhando em iniciar a preparação de um terreno para uma horta comunitária e realizar atividades com as crianças e jovens duas vezes por semana no Espaço Comunitário. Para os próximos 3 meses o sonho de projetar uma creche comunitária, realizar sessões de exibição de filmes/desenhos com rodas de conversa (CineSirius) e construir uma ciclovia foi bastante citado pelos presentes. De longo prazo os moradores querem uma área de lazer ampla com parquinho, campo de futebol e academia de ginástica e uma creche comunitária.

Andrey Marcondes, participante da formação e estudante da UNICAMP, contou: “No primeiro dia, a gente reuniu a criançada, e eles queriam fazer um pebolim e eu pensei: ‘nossa, nunca fiz um pebolim, quase nunca brinquei de pebolim, vai ser um desafio pra mim, mas vamos tentar!. Daí chegou um jovem: o Luiz, ele me deu tanto ânimo, e a gente foi buscar os materiais, daí faltava uma tábua, a gente errava, fazia de novo, tudo a gente vai se acertando, quando as crianças vinham e perguntavam o que vocês estão fazendo e a gente falava que era um pebolim, o rosto delas se enchia de alegria e isso me dava mais ânimo. Quando eu cheguei em casa no sábado fui buscar alguns materiais que poderiam ajudar na mesa de pebolim, daí eu cheguei no domingo e nem usei nada porque eu pensei, vamos usar os materiais que tem aqui, porque se quebrar eles vão saber onde pegar, então usamos o pallet, o cabo de vassoura e a redinha de frutas. No final do domingo o Luiz voltou, e ele ficou super feliz! Eu fui embora do mutirão quase que sem cansaço, de tanta alegria, tudo isso foi incrível, toda essa construção!”

***** A Escola de Transformação DIST Campinas é uma parceria do Elos com a Demacamp, apoiado pelo Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal dentro da estratégia Desenvolvimento Integrado e Sustentável dos Territórios (DIST), inclui uma série de ações: formação de lideranças comunitárias, festival de projetos, encontros de troca de experiências, visitas de inspiração em comunidades que trilham o caminho de desenvolvimento pessoal e coletivo. Agradecemos a Prefeitura de Campinas, pelo apoio, em especial ao Gabinete do Vice-Prefeito que tem feito a articulação com as Secretarias do Governo, CPFL, em especial ao Cristiano Cucattia, Minha Campinas, e a Oficina do Desafio do MUSEU de Ciencia e Tecnologia da UNICAMP, que esteve presente no Residencial Sirius e Abaeté, nos dias de mutirão.

Festival Em Movimento reúne jovens interessados em projetos sociais

14/02/2017 | Ricardo Oliveros | Blog, desenvolvimento local, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , , , , , , , ,

Ricardo Leal do Instituto Arapyaú, e a pessoa que resolveu juntar as organizações que trabalhavam com jovens para sentar e conversar a cerca de 2 anos atrás, esteve no Festival Em Movimento:

“Nós queremos criar uma via de mão dupla para cuidar que os projetos com os jovens aconteçam da maneira que a gente acredita. Este é um espaço de escuta entre as organizações financiadoras e financiáveis e dos jovens com as organizações”.

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Hoje temos as frentes de trabalho do Em Movimento:

  1. Plataforma com o Mapa das Iniciativas, onde o jovem pode ver quais os projetos que ele pode entrar, de acordo com seu perfil.
    2. Festival existe para construir redes de atuações com os jovens. Uma das perguntas que permeia o evento é: quem deveria estar aqui e não está?
    3. Inteligência criativa que é pensar coletivamente sobre a prática com os jovens, através de encontros, imersões temáticas, publicações.
    4. Potencializar a sustentabilidade das organizações. Como pensar na sobrevivência financeira sem que se torne uma prestadora de serviço e não consiga cumprir seu propósito, é uma das perguntas-chave desta frente.
    5. Coletivo de Comunicação que tem como função fazer a ponte entre os jovens e o Em Movimento.

Em Movimento reúne há 2 anos organizações que trabalham com jovens, como a ArtemisiaAshoka BrasilÉnois, Fundação Arymax, Fundação Telefônica Brasil Vivo, Impact Hub São PauloInstituto Arapyaú, Instituto Elos, Noetá Red Bull Amaphiko

Abertura em círculo

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“Tem um ingrediente especial no trabalho com música circular que eu demorei pra entender qual era. É o aspecto relacional. Demorei anos pra sacar isso, mas, depois que saquei, comecei a investir mais conscientemente nesse pilar e vi muitos resultados incríveis. Hoje em dia, os dois pilares principais pra gente são: o Musical e o Relacional. E, com eles, a gente joga, brinca e se diverte. Porque fazer música sem pensar no aspecto relacional parece uma coisa meio incompleta. E ”Relacional” pra gente são as interações que os jogos promovem entre as pessoas. As mãos dadas, o contato físico, o olho no olho, a construção coletiva. Tudo isso vai criando um outro jeito de fazer música. E, com esse jeito, a gente busca 3 objetivos: profundidade, leveza e ludicidade. Como que isso tudo misturado poderia não ser uma gostosura?”

Com esse pensamento incrível do Pedro Consorte, que ao lado do Ronaldo Crispim, leia Música do Círculo, literalmente colocaram todos os jovens #emmovimento.

Qual o perfil do jovem

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A segunda atividade do Festival Em Movimento foi dividir os jovens em 4 perfis, que estão alinhados com o Mapa de Iniciativas (http://www.emmovimento.org.br/):

  1. Curioso que está buscando o primeiro contato com as organizações e seus projetos. O Instituto Elos ficou responsável pela atividade neste grupo,

Para Renata Laurentino, do Instituto Elos, o exercício com os Curiosos foi para que eles tivessem uma chance de olhar para si, reconhecer onde eles estão, e perceber onde estão os outros, Que podem fazer escolhas e pensar nas escolhas dos outros, como princípio a alteridade e diversidade, e assim, deixar de olhar o mundo dentro de caixinhas pré-concebidas. A maior parte destes jovens eram da Zona Sul, estudantes e que tinham como preocupação, melhores condições de ensino.
2. Buscando impulso, que são jovens que têm suas ideias e estão procurando apoio. A Artemisia fez a dinâmica com eles.

O grupo que procurava Impulso, tinha duas divisões: quem já tinha uma ideia clara de negócio social e quem tinha um sonho sobre a área que queria atuar. Daniella Dolme (Artemisia) fez um exercício para que eles mapeassem seus recursos, entender quais são suas redes de contatos e como ativá-las, e que rapidamente depois que entendem esse processo começaram a aplicar entre eles mesmos esta atuação.
3. Em exploração, que são aqueles que estão experimentando diferentes formas de atuação. A Ashoka Brasil cuidou deste encontro.

A Ashoka Brasil​ usou sua expertise em estimular empreendedores sociais e colaborar para que os jovens que estão experimentando com uma oficina sobre empreendedorismo social, inspirando a pensar possibilidades de atuação neste campo em cenários complexos.
4. Atuante, que está engajado em projetos sociais. O Impact Hub São Paulo coordenou estes jovens.
Para os Engajados, a principal preocupação é com a profissionalização da área e a busca de capacitação para os projetos sociais. “ A maioria acredita que as organizações que trabalham com jovens há muito tempo, têm muita resistência para mudança, e que deveriam aprender com o espírito jovem e ficar mais próximo daqueles que elas apoiam”, relatou João Vitor Caires do Impact Hub São Paulo

Oficinas para inspirar

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Uma das parte mais interessantes do Festival, foi convidar diferentes organizações que trabalham com jovens para darem oficinas práticas para que os participantes percebessem a diversidade de áreas que eles podem atuar. Estavam presentes: Acupuntura UrbanaAporé , Atados – Juntando gente boaJuntos.com.vc., Bem ComumCHOICEEngajamundo, Fastfood da Política, Escola de NotíciasPimp My Carroça.

Acupuntura Urbana partiu da ideia de mapeamento da cidade e pertencimento afetivo para discutir projetos para as cidades. Renata Minerbo e Andrea procuraram desmistificar a ideia que somente projetos grandes tem o poder de transformação, e que as pessoas podem se juntar para começar já alguma coisa. O que nosso olhar e experiência na cidade tem a ver com empreender? Descubra mais sobre esse universo aprendendo na prática, usando a criatividade e colocando a mão na massa!

Bem Comum – Já pensou o quanto processos de confiança entre grupos potencializam a sintonia e, consequentemente, o desenvolvimento das pessoas? Venha participar de uma experiência prática e inovadora em que todo mundo ganha!

Atados e Juntos.com.vc – Como podemos ajudar a realizar um sonho? Venha criar uma ação ou projeto a ser realizado aqui e que irá apoiar e potencializar a construção de uma escola no Haiti. A Gene é haitiana e professora de francês, chegou no Brasil em 2015 e seu sonho é reconstruir uma escola no Haiti que foi destruída por um furacão em 2016. Para realizar esse sonho iremos desenvolver essa atividade com a Juntos.com.vc e com vocês!

Aporé – Uma oficina para descobrir talentos, entender o papel de cada um no mundo e como aplicar tudo isso para uma carreira de sucesso com propósito.Vamos fazer diversas conversas e reflexões com os jovens sobre o que é propósito e nesse caminho de autodescoberta cada um criará um mapa para chegar a seu propósito e seu plano de ação para atingir seus objetivos.

Choice – Esse é um workshop mão-na-massa! A proposta é usar a criatividade para criar soluções para problemas reais da nossa sociedade. Começamos com uma breve apresentação sobre a situação de pobreza e desigualdade social no Brasil e sobre o conceito de negócios de impacto social. Em seguida, os participantes trabalham com a geração de ideias para cocriar um modelo de negócio de impacto social e, pra fechar o encontro, apresentamos um caso de sucesso, contando a história de um empreendedor e como ele resolveu o problema proposto.

Engajamundo – Sabia que existem pessoas tomando decisões sobre o seu futuro e presente as portas fechadas? Sim, quase todos os acordos, de mundiais a locais, definem a vida de milhares de pessoas e a gente acaba nem tomando nota. Já pensou em mudar essa realidade e tornar o mundo um lugar mais sustentável? O Engaja na Solução quer te mostrar que para mudar a realidade da sua comunidade, do seu município e do seu estado basta sair do sofá e se movimentar! Este jogo vai te conectar a sua realidade com questões globais mostrando a a você os caminhos que existem para ser parte da solução dessas questões.

Fastfood da Política – Pense num assunto complicado – mas muito importante. Por exemplo… Política? Acertou em cheio. Agora, imagine aprender um monte de coisas sobre esse assunto – que poderia ser qualquer outro – na mesma velocidade com que comeria um hambúrguer? De quebra, é claro, com aquele gostinho de quebra-rotina. Sabe como? Jogando!

Escola de Notícias -Já pensou que a sua história está conectada com vários níveis de relação? Que a rua onde você anda, sua conexão familiar, as escolas que te ensinam, tem a ver com quem você está no mundo? Vamos descobrir juntos como a comunicação, impulsiona transformações nos espaços e relações.

Pimp My Carroça – vai levar 2 carroças e catadores. 1 já linda maravilhosa e a outra sem nada. Vai rolar um Pimpex, que será mais de conscientização e conversa com catadores. Em 2 horas, desafiamos os participantes a irem para rua ou criarem uma campanha, que ao final ajude a dar mais reconhecimento aos catadores, aumentando sua demanda de coleta de materiais recicláveis e, portanto, sua renda.

Para encerrar com chave de ouro o Festival Em Movimento teve um bate papo que foi transmitido ao vivo pelo Facebook, sobre Cultura e expressão na cidade de São Paulo. Com a participação do MC Gugu, a galera da Batalha do Conhecimento, e MC Sofia.

 

Primeiro curso da Escola de Transformação começa no Residencial Abaeté

30/01/2017 | Ricardo Oliveros | Blog, desenvolvimento local, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , ,

Neste final de semana, começou o primeiro curso da Escola de Transformação, de maneira simultânea nos Residenciais Sirius e Abaeté, do Minha Casa Minha Vida. A Vivência Oasis DIST Campinas é um momento muito especial, porque as pessoas vão começar a pensar em quais sonhos que querem realizar a curto e médio prazo.

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Aqui você pode escolher se quer participar da formação como um todo, optando pelos diferentes cursos que vão ser oferecidos durante dois anos, ou se quer participar somente do encontros comunitários, que são abertos para a participação de tod@s. Como dizemos aqui no Elos, aprendemos algo, fazendo juntos. Todo conhecimento é bem-vindo e por isso tudo é compartilhado na comunidade. Por isso, as reuniões começam e terminam com a partilha. No Abaeté, são aproximadamente 28 pessoas na formação, e 95 moradores nas reuniões abertas.

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“Para mim foi muito gratificante de conhecer vocês. Saber que têm pessoas que querem fazer a diferença de vida das pessoas e incentivar as outras a realizar os sonhos. Com isso fazer as pessoas terem o desejo de somar juntos para alcançarmos o nossos desejos. Ver que temos sementes guardadas em cada condomínio do Abaeté (pessoas talentosas) e cada pessoa que paramos para falar, que elas têm um potencial e são talentosas. Enfim vamos trabalhar juntos para que tudo isso se realizará”, resumiu Roberto, síndico do condomínio 2, sobre a experiência da primeira parte da Vivência Oasis.

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Para o Residencial Abaeté, os moradores e participantes decidiram que vão fazer a limpeza de um terreno, implantação de Associação de bairro, bancos e mesas para jogos, paisagismo, brinquedoteca, parquinho, lixeiras. Em outro terreno, vão fazer ciclovia, pista de caminhada, parquinho, academia ao ar livre, pista de skate, bicicletário, quiosque, atividades artísticas, horta comunitária, fonte de água, quadra poliesportiva, melhoria do campo de futebol existente. Na rotatória da entrada, eles querem paisagismo e placa de identificação com o nome da vila. E nas ruas internas do Residencial: limpeza dos canteiros, plantar coqueiros e pingos de ouro, lixeiras pelo bairro. Muita coisa para realizar num final de semana, por isso vamos tod@s colocar a mão na massa nos dias 11 e 12 de fevereiro. Vem com a gente!!!

***** A Escola de Transformação DIST Campinas é uma parceria do Elos com a Demacamp, apoiado pelo Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal dentro da estratégia Desenvolvimento Integrado e Sustentável dos Territórios (DIST), inclui uma série de ações: formação de lideranças comunitárias, festival de projetos, encontros de troca de experiências, visitas de inspiração em comunidades que trilham o caminho de desenvolvimento pessoal e coletivo. Agradecemos a Prefeitura de Campinas, pelo apoio, em especial ao Gabinete do Vice-Prefeito que tem feito a articulação com as Secretarias do Governo.

Residencial Sirius faz o primeiro curso da Escola de Transformação em Campinas

| Ricardo Oliveros | Blog, desenvolvimento local, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , ,

“Falar que estamos em um curso, que não sabemos o que vai acontecer. Que dependemos deles, saber os sonhos deles. Dessa forma, rola uma identificação. Na hora de conversar com a comunidade é importante se colocar em uma posição de construir junto e não de fazer perguntas e esperar as respostas.”, Lara Legaspe, uma das 20 participantes da Vivência Oasis DIST Campinas, curso inaugural da Escola de Transformação, no Residencial Sirius.

BEM-VINDOS

Neste final de semana, começou o primeiro curso da Escola de Transformação. Como disse Herbert Santo de Lima, da Equipe Elos, uma escola diferente, que não tem muros, onde todo mundo é professor, todo mundo aprende, e coloca a mão na massa para construir seus sonhos. Veja as fotos aqui: http://bit.do/c7YoB

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O pessoal começou a dar os primeiros passos para a grande transformação que está por vir. Em um final de semana, as crianças e adultos sonham muito com um espaço aberto e grande para ser uma área de lazer para crianças e jovens, com parquinho, academia de ginástica, mobiliário (mesas e bancos), campo de futebol com arquibancada, biblioteca (gelateca), arborização do conjunto e espaço para idosos. Tudo isso em um final de semana!!!

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Já os sonhos de longo prazo, eles querem uma creche, escola, posto de saúde, projeto de geração de renda com materiais recicláveis. Vamos juntos conquistar isso tudo. Nas reuniões abertas, 150 moradores estavam presentes. Está todo mundo convidado para colocar a mão na massa nos dias 11 e 12 de fevereiro.

“Como eu moro aqui, minha visão é diferente. Constantemente eu procuro ver tudo que é bom, mas como a maioria das pessoas aqui é difícil, a gente volta a fazer as reclamaçõezinhas, tem uma visão que é diferente. Quando a gente está na companhia de pessoas que não são daqui, fazem essa caminhada junto e vai sem esses preconceitos, vai despido, querendo receber o que tem de bom aqui é muito gostoso, é diferente. É uma vivência diferente. Geralmente eu estou sozinha e se eu vou conversar com alguém não adianta, agora quando eu fui com outras pessoas, a gente escuta e daí vai falando olha que legal isso, olha que legal aquilo… vocês são pessoas que conseguem ter a visão que eu tenho, morando aqui, e que é difícil encontrar alguém que veja junto comigo”, Jóice Danielli Segatti, doula comunitária, moradora do Sírius.

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***** A Escola de Transformação DIST Campinas é uma parceria do Elos com a Demacamp, apoiado pelo Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal dentro da estratégia Desenvolvimento Integrado e Sustentável dos Territórios (DIST), inclui uma série de ações: formação de lideranças comunitárias, festival de projetos, encontros de troca de experiências, visitas de inspiração em comunidades que trilham o caminho de desenvolvimento pessoal e coletivo. Agradecemos a Prefeitura de Campinas, pelo apoio, em especial ao Gabinete do Vice-Prefeito que tem feito a articulação com as Secretarias do Governo.

Saiba como foi o primeiro ciclo da Escola de Transformação DIST Campinas

20/01/2017 | Ricardo Oliveros | Blog, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , ,

A Escola de Transformação DIST Campinas, uma parceria do Elos com a Demacamp, apoiado pelo Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal dentro da estratégia Desenvolvimento Integrado e Sustentável dos Territórios (DIST), inclui uma série de ações: formação de lideranças comunitárias, festival de projetos, encontros de troca de experiências, visitas de inspiração em comunidades que trilham o caminho de desenvolvimento pessoal e coletivo.

LOCALIZAÇÃO DIST CAMPINAS

Antes da Vivência Oasis, que abre a Escola de Transformação, no dia 27 de janeiro, estamos na fase final do Ciclo 1, relativo à Análise e Conexão, ou seja, a descoberta da realidade local e estabelecimento de parcerias para a jornada. A Demacamp fez o Diagnóstico Urbano com leitura técnica e comunitária da situação atual dos empreendimentos, suas condições sociais e físicas, os principais desafios, através de levantamento de dados, relatório técnico, diagnóstico participativo.

Do dia 17 até 26 de janeiro serão feitas as apresentações dos resultados em reuniões comunitárias. Serão 10 reuniões para o Residencial Abaeté, e 15 reuniões no Residencial Sirius. Assim que a primeira fase do DIST terminar no Residencial Bassoli, as mesmas ações acontecerão por lá. No dia 17 de janeiro teve apresentação para a equipe técnica do DIST da Caixa Econômica Federal.

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Destaque para os desafios e oportunidades para cada um dos conjuntos habitacionais. Em cada reunião, os moradores são convidados a ampliar a lista abaixo.

Desafios do Residencial Abaeté

O sistema de lazer não foi implantado; a localização dos terrenos públicos foi concentrada no limite rural do mesmo; faltam árvores nas calçadas; uma única área para equipamentos sociais; estão em construção dois equipamentos sociais: creche e o posto de saúde (San Diego); os equipamentos sociais do entorno não conseguem atender a demanda total do Abaeté; comércios instalados nas calçadas; ausência de equipamentos de lazer; vagas em escolas próximas insuficiente; ausência de equipamentos culturais; distância dos equipamentos de saúde.

Oportunidades do Residencial Abaeté

Acesso fácil para o centro e outras regiões de Campinas; proximidade com a área rural produtiva, Aeroporto de Viracopos e o distrito industrial; boas áreas comuns; ação civil no Ministério Público sobre a construção do conjunto; revisão das áreas de zoneamento no Plano Diretor.

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Desafios do Residencial Sirius

O sistema de lazer não foi implantado; a  localização dos terrenos públicos foi concentrada no limite rural do mesmo; faltam árvores nas calçadas; uma única área para equipamentos sociais; os equipamentos sociais do entorno não conseguem atender a demanda total do Sirius; não há lotes comerciais: comércios instalados nas calçadas e em avenida; ausência de equipamentos de lazer; vagas em escolas e creches próximas insuficiente; distância dos equipamentos de saúde.

Oportunidades Residencial Sirius

O Parque Linear do Rio Capivari; Escola Técnica Federal; boas áreas comuns; ação civil no Ministério Público sobre construção de equipamentos e cessão de terreno; revisão das áreas de zoneamento no Plano Diretor.

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O próximo passo é a Vivência Oasis, que acontece simultaneamente nos dois conjuntos, e que é o primeiro curso da Escola de Transformação. Se você quer participar, por favor, faça sua inscrição aqui: www.bit.ly/escoladetransformacaocampinas.