GSA 2018: Conheça a camiseta oficial do Guerreiros Sem Armas

1/06/2018 | Ricardo Oliveros | Blog | Tags: Tags:, ,

Uma das tradições do Guerreiros Sem Armas é a camiseta oficial do programa, que existe em diferentes versões desde 2000.  O modelo da edição 2018 foi criada por Ariane Lopes Mates, designer dos produtos institucionais do Núcleo de Relacionamento do Elos.

A ideia principal é usar na barra da peça uma imagem de still do Vídeo Manifesto do Instituto Elos, dirigido pela Eliza Capai, e representa uma roda de participantes do Guerreiros Sem Armas.  Para nós, o círculo é uma forma ancestral de reunir pessoas para conversas respeitosas e significativas. Ele tem sido a base de muitas culturas pacíficas. É um lugar para compartilhar experiências e alcançar a sabedoria coletiva. É um espaço para que cada um possa ser escutado, possa trazer suas verdades com intenção clara.


Outro elemento gráfico que ganha destaque é o Manifesto Elos escrito em forma solar. Este texto é fruto de um trabalho de Posicionamento do Elos, escrito por Max Nolan Shen, dentro de um diagnóstico feito pela Dervish. Manifesto é um guia de conteúdo. Cada frase ou parágrafo pode inspirar posts, artigos, vídeos, aprofundando algum ponto específico.

O Guerreiros Sem Armas além de representar uma das nossas mais inspiradas ações de formação, é a principal razão, para que em 2000, fosse criado o Instituto Elos, uma figura institucional e jurídica para administrar o programa, que nasceu internacional. 18 anos depois, desenvolvemos uma Filosofia, que está sutilmente descrita dentro das afirmações dos nossos valores contidos no Manifesto, o qual vai ganhar uma série de lançamentos e divulgação em diferentes formatos.

Nas mangas da camiseta, posiciona as marcas Guerreiros Sem Armas e Instituto Elos, uma em cada lado. Na parte posterior é dedicada para a logo do patrocinador máster deste ano, a Codesp. A supressão da assinatura do Governo Federal, foi feita para atender as normas do período eleitoral e que foi posteriormente modificada, com a solicitação de suprimir completamente qualquer menção ao Governo na comunicação durante período eleitoral.

BrazilFoundation faz parceria com Bolsa de Valores Ambiental para apoiar o Guerreiros Sem Armas

24/05/2018 | Ricardo Oliveros | Blog | Tags: Tags:, , , , , , , ,

A campanha de doações da Bolsa de Valores Socioambientais é uma iniciativa pioneira da B3 Investimento Social, criada em 2003, a BVSA é uma plataforma de captação de recursos com formato semelhante ao de uma bolsa de valores.

Graças à parceria com a BrazilFoundationGuerreiros Sem Armas, nosso principal programa de formação para jovens, entrou para o portfólio de projetos apoiados!!! Saiba mais e faça sua doação online a partir de R$ 20.

“Nunca me imaginei tendo essa experiência, mas, toquei a campainha de abertura do pregão da bolsa. Um ato simbólico para celebrar o Lançamento dos Projetos da Bolsa de Valores Socioambientais (BVSA) de 2018, em parceria com a BrazilFoundation. O Guerreiros Sem Armas está na lista de projetos do ano e por isso fui convidado para tocar a campainha representando todos os projetos selecionados”, declarou Rodrigo Rubido Alonso no evento. Estiveram presentes Celso Grecco e Sonia Favaretto (BVSA), Patricia Cavalcanti-Lobaccaro (BF), e a embaixadora da BF, a atriz Flavia Alessandra, entre participantes, convidadas e convidados.

A BVSA conta com o apoio do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e foi reconhecida pelo Pacto Global como estudo de caso e modelo a ser seguido por outras bolsas no mundo, reafirmando o compromisso da BM&FBOVEPSA com a ONU (Organização das Nações Unidas).

Além da BrazilFoundation e da BVSA, a edição de 2018 acontece graças a parceria com Porto de Santos-CODESP, Fundação Arymax, Caixa Econômica Federal, Fundação FABH e apoio da Unimed, Prefeitura de Santos e Prefeitura de Cubatão.

CODESP seleciona Guerreiros Sem Armas para patrocínio em 2018

30/01/2018 | Ricardo Oliveros | Blog | Tags: Tags:,

Saiu a lista de projetos aprovados para o patrocínio anual da CODESP. Pelo terceiro ano consecutivo, o Guerreiros Sem Armas é um dos projetos selecionados!

Veja a lista completa aqui:

PROJETOS SELECIONADOS (2017-2018)

Guerreiros sem Armas

O Instituto Elos atua desde 2000 com intervenções ativas em comunidades de risco e baixa renda, buscando o desenvolvimento social das regiões e populações impactadas de forma permanente e sustentável. No projeto Guerreiros sem Armas, buscam atingir comunidades carentes por meio da formação de lideranças e desenvolvimento dos pilares socioeconômico, sociocultural e socioambiental. O projeto é reconhecido internacionalmente e, desde 1999, já formou 519 pessoas de 49 países em 10 edições, atuando diretamente em 27 comunidades no Brasil e no exterior.

Descida das Escadas de Santos

A prova de ciclismo Descida das Escadas de Santos é uma referência da modalidade Downhill Urbano no Brasil. A disputa chega a sua 16ª edição, televisionada nacionalmente pela Rede Globo e internacionalmente pela Globo Internacional, e conta com 100 atletas por edição, recebendo competidores do Brasil e outros países. O evento gera grande impacto positivo nas comunidades dos morros santistas, movimentando e mobilizando os moradores e diversos agentes públicos e privados em função destas comunidades e contribuindo para a difusão do esporte.

Santos Jazz Festival

O Santos Jazz Festival é uma iniciativa pioneira que promove o acesso a música essencialmente brasileira nas vertentes do jazz em Santos e região. Apresenta anualmente uma programação extensa que inclui músicos da região, nacionais e internacionais, contribuindo para o fortalecimento de Santos como um pólo cultural. Durante quatro dias, são montados palcos em lugares abertos da cidade onde o público tem a possibilidade de apreciar ampla grade musical e se qualificar por meio de workshops diversos.

Pinacoteca Benedicto Calixto

A Pinacoteca Benedicto Calixto é um dos principais aparatos culturais da cidade de Santos, recebendo mostras temporárias, apresentações musicais e teatrais, e com um importante acervo do pintor santista que lhe confere o nome. O casarão de 1900, tombado e administrado por uma entidade sem fins lucrativos, abriga exposições temporárias e de longa duração, apresentações musicais e eventos diversos, apoiando, divulgando e acolhendo, em suas instalações, manifestações artísticas e culturais da região.

Mantas do Brasil

Por meio da pesquisa marinha, divulgação científica, educação ambiental e ações de preservação da maior espécie de arraia do mundo, que é incidente no litoral da região (Manta birostris, desde 2012 categorizada como vulnerável à extinção), o projeto Mantas do Brasil visa conscientizar as novas gerações para que atividades predatórias sejam evitadas.

FESCETE – Festival de Cenas Teatrais

Idealizado por um grupo de artistas, o Festival de Cenas Teatrais (FESCETE) promove há mais de 20 anos a formação de novos talentos e o intercâmbio cultural entre profissionais das artes e público. O festival conta com a participação de mais de 1.200 artistas da dança, teatro, música, poesia e artes visuais, fomentando a cultura regional por meio de cursos, debates, workshops, apresentações e exposições amplamente acessíveis à população da região de Santos.

Grande Ação: “Oceanos Livres de Plásticos”

O projeto “Oceanos Livres de Plásticos”, liderado pelo Instituto Pólis, está alinhado às mais recentes iniciativas internacionais para enfrentamento da poluição nos oceanos e redução da produção de resíduos. Por meio da promoção do debate e sensibilização da opinião pública, a Grande Ação realiza ações educativas, exposições e rodas de discussões entre especialistas e comunidades, com o objetivo de engajar os diversos atores sociais no tema do consumo consciente e manejo de resíduos, colaborando para a formação de uma consciência coletiva sustentável e prática.

Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental em Santos

Evento cultural de caráter educativo, a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental torna acessíveis exibições de produções audiovisuais nacionais e internacionais, difundindo a conscientização e a discussão sobre as temáticas socioambientais.

Cine na Praça

Realizado desde 2012, o Cine na Praça promove o contato com o cinema para um público amplo e de forma gratuita, aproximando as pessoas de maneira irrestrita, democrática e inovadora. O projeto foi a primeira e única ação de cinema “open air” com programação perene e acesso livre, já tendo atingido um público estimado em 100 mil pessoas.

Projeto Guri

Com 22 anos de projeto social, o Projeto Guri é uma das grandes iniciativas nacionais de promoção da cidadania por meio da educação musical e prática coletiva da música. Em Santos, o Projeto Guri mantém um dos seus polos regionais, onde são desenvolvidos grupos de referência responsáveis por formar crianças, adolescentes e jovens que se encontram, em grande parte, em situação de vulnerabilidade social.

Banda Musical e Coral – Lar das Moças Cegas

A Banda e Coral do Lar das Moças Cegas desenvolve a inclusão e autoestima dos portadores de deficiência por meio da prática musical. No projeto Banda Musical e Coral são atendidos alunos jovens e adultos, onde a música orquestrada e o canto são meios de inserção e desenvolvimento pessoal, gerando impacto positivo tanto na vida dos alunos atendidos quanto na comunidade que se beneficia das apresentações públicas do grupo.

O Som das Palafitas

O Som das Palafitas é um projeto de ocupação popular que acontece em formato de festival de música em quatro edições mensais ao longo do ano, promovendo a democratização do acesso à cultura por meio de apresentações abertas.

Complexo Cultural

O Museu do Porto abriga grande parte da história do Brasil com verdadeiras raridades que podem ser vistas aos que se interessam pelas nossas riquezas. Vale a pena uma visita monitorada para compreender a magnitude de mais uma de nossas fronteiras. Fotos, documentos, equipamentos, peças em geral e curiosidades compõem o seu rico acervo.

Exposição Oficina Santos

A Exposição Oficina Santos é uma atividade que tem como objetivo o envolvimento e a integração da comunidade abrangida pelo Programa de Gestão do Patrimônio Cultural do Sistema Viário da Margem Direita do Porto de Santos.

GSA10: CODESP apóia Guerreiros Sem Armas

24/07/2017 | Ricardo Oliveros | Blog | Tags: Tags:, ,

CODESP é uma das empresas que apóia o Guerreiros Sem Armas.

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“É um grande prazer representar o Porto de Santos, novamente patrocinando esse importante evento que é o Guerreiros Sem Armas. Para nós, é fundamental promover o bem-estar na baixada santista, e para isso, o patrocínio é uma de nossas principais ferramentas, não apenas a programas sociais, mas também com atividades e projetos culturais, esportivos e ambientais. É a nossa forma de lembrar que o porto está no dia-a-dia de todos – não apenas na economia, mas também na educação, na vida e na cultura da Baixada Santista.

Por isso, estamos mais uma vez orgulhosos de poder colaborar com os profissionais do Instituto Elos na busca perene de entender os sonhos e ouvir as populações afetadas pelas atividades do porto. Quero então, na qualidade de Diretor-Presidente da Codesp, estender os agradecimentos de toda a comunidade portuária, não apenas ao Instituto e aos organizadores do Guerreiros sem Armas, mas também aos Guerreiros de 2017, que dispuseram de seu tempo para vir nos ajudar a cumprir nossa missão conjunta de melhor integrar o porto, a cidade e as suas populações. Avante guerreiros!”, afirmou Alex Oliva.

Muito obrigado, CODESP, por poder contar pela segunda edição consecutiva ao nosso programa.

Guerreiros Sem Armas: saiba como fazer uma captação coletiva

20/03/2017 | Ricardo Oliveros | Blog | Tags: Tags:, , , , , ,

A segundo passo da jornada do Guerreiros Sem Armas é o Jogo da Abundância, processo de captação para a etapa presencial em Santos.  Convidamos o Lucas Harada (GSA 2014), e coordenador de Comunicação da Juntos.com.vc,  uma das maiores plataformas de financiamento coletivo do Brasil, para dar 5 dicas matadoras para você acertar na sua campanha. Elas também servem para quem está entrando em algum processo de captação coletiva.

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Vamos lá?

1 – Muito além do ato de pedir, convidar pessoas para doarem para a campanha é tornar possível para elas enxergarem e estarem mais próximas do mundo que sonhamos. Ou seja, não é um ato de pedir, mas sim dar a possibilidade para que pessoas conheçam/participem de algo que pode ser transformador nas vidas delas também!

2 – A cultura de doação no Brasil ainda tem muito o que caminhar, então as ações precisam ser muito mais ativas do que imaginamos, ou seja, você tem que dar as mãos e trazer cada pessoa para a campanha. Por isso, o convite precisa ser muito especial e pessoal, como um convite de aniversário, por exemplo. Se criar apenas um evento de Facebook, saiba que não são todos que vão, mas se você enviar uma mensagem convidando cada um dos seus amigos que realmente gostaria de ver na festa, com certeza é maior a chance dele ir, e caso não for, você vai saber qual foi o motivo.

3 – Inicie a campanha com a rede mais forte que você tem. Faça uma lista das pessoas mais próximas e se prepare para falar com todos logo na primeira semana da campanha. São eles que vão começar a mobilização, para que outras pessoas também comecem a acreditar que a campanha pode chegar no 100%.

4 – Use o seu talento. Pense em tudo que você faz de melhor e encontre meios de utilizar isso para mobilizar a campanha. Você pode usar sua experiência para fazer um workshop, para oferecer um jantar, uma troca de experiências e tudo mais que seus talentos e recursos permitirem.

5 – Faça um bom planejamento e acompanhe, se a sua ideia der certo, você precisa saber e continuar com a estratégia. Caso não funcionar, você aprendeu que precisa mudar e pensar em coisas novas. Planejando a campanha você conseguirá saber quais são os seus altos e baixos.

Preparad@s? Então, comece em 5…4…3….2….1 JÁ!

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Guardiões da Transformação é nosso programa de doação recorrente. Colabore você também

Guerreiros Sem Armas: saiba sobre a seleção do programa

20/02/2017 | Ricardo Oliveros | Blog, Jogos de Transformação, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , ,

Dentro do processo de seleção do Guerreiros Sem Armas, procuramos desde 1999, um modo criativo para selecionar os candidatos ao programa. O Caminho do Sim é um jogo colaborativo, onde os participantes já colocam a mão na massa para transformar o mundo, mesmo antes de chegar aqui. O grande avanço é que em 2014, o jogo ganhou uma plataforma interativa, com a programação desenvolvida com a MKT Virtual de Santos. O jogo também é usado nos últimos quatro anos do processo de seleção do Programa Jovens Talentos da Arymax e no Novo Programa Instituto Reciclar. Fizemos uma entrevista com a Val para saber mais sobre esse processo que é ser selecionado para o Guerreiros Sem Armas.

Comitê de Seleção

Comitê de Seleção do Guerreiros Sem Armas

O que falamos pouco, é que para escolher os candidatos para o programa, temos um Comitê de Seleção que é formado por Val Rocha e Fernando Conte (GSA 2012), do Núcleo de Relacionamento do Elos, e neste ano, por facilitadores do Núcleo de Realização, como Clarissa Muller (GSA 2012), Mariana Felippe (GSA 2009), Niels Koldewjin (GSA 2011) e Renata Laurentino (GSA2012). Temos também @s  Guerreir@s sem Armas, como Simone Batista (GSA 2014), Hannah Needleman (GSA 2015), Daniella Dolme (GSA 2015).

Vale lembrar, que todos os Jogos de Transformação do Elos, entre eles o Caminho do Sim, têm como principais características:

1. Ao final todos saem ganhando

Independente de ser selecionado ou não para um determinado processo, o participante tem um ganho significativo ao final do jogo.

2.  Cultura de feedback

Todos que terminam o jogo participam de uma conversa onde pessoas que avaliam os resultados lhes apresentam os pontos positivos e negativos do processo.

3.  Estar pronto para ação

Uma questão que é importante dentro dos games do Elos é mostrar que além de ser capaz de formular um plano, o participante demonstra que é capaz de realizar alguma etapa significativa do plano.

4.  Capaz de articular uma ação coletiva

A colaboração entre os participantes é fundamental para o sucesso durante o desenvolvimento do jogo. Eles devem ser vistos como parceiros e uma rede de talentos e recursos que está disponível para todos.

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Colocar a mão na massa é um dos desafios do Caminho do Sim

 

Por que dizemos que o Caminho do Sim não é uma competição?

Para começar o processo de seleção, “temos uma reunião de abertura onde falamos sobre a atitude ética para a leitura da jornada de cada participante, porque existe uma confiança das pessoas que estão no jogo e colocando fatos muito pessoais”, esclarece Val sobre como se inicia o processo de seleção.

Os membros do comitê quando lêem as cinco ações que são executadas pelos participantes, procuram saber o que cada um(a) está buscando, quais os desafios que estão presentes na jornada atual, e quais as qualidades que dispõem para alcançar suas metas.

Por isso, não é uma competição, e não há comparação entre os jogadores. Existe sim, uma combinação entre o que o programa oferece como base de desenvolvimento pessoal e coletivo, e o momento de vida, as inquietações e expectativas dos futuros Guerreir@s. Por exemplo, se na jornada @ participante, está buscando uma especialização em alguma técnica, como permacultura, por exemplo, o Guerreiros Sem Armas, não responde esta questão.

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O participante deve saber analisar seus desafios e qualidades durante o Caminho do Sim

O que @s selecionad@s têm em comum?

A grande novidade na rodada de 2017 são os vídeos gravados pelo consultor Aser Cortines sobre temas que estão relacionados com as ações propostas pelo Caminho do Sim. Ele fala sobre Inteligências Múltiplas, Comunicação Não Violenta, a importância do propósito, como domar seu Dragão e Futuro. Estas falas colaboram para quem está jogando aprofunde questões que poderiam passar despercebidas, alem de colaborar em entender e lidar com os desafios pessoais.

Aser Cortines

Aser Cortines

“Uma característica comum entre @s selecionad@s é a urgência, expressa em falas do tipo: ‘ como está não dá para ficar’, em relação a alguma situação que lhes incomoda. É aquele momento em que percebem que precisam mudar algo e não dá para esperar”.

Ao final do jogo, todos os que terminaram as etapas, podem participar de uma conversa de feedback que dura entre 40 minutos a 1h20, que serve para aprofundar os aprendizados e aponta a responsabilidade de cada um quanto as oportunidades que surgiram no seu caminho.

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Não importa o tamanho da ação proposta, mas o quanto que o participante está comprometido com ela

Mais informações: Guerreiros Sem Armas

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10a. edição do Guerreiros Sem Armas ganha edital da CODESP

18/01/2017 | Ricardo Oliveros | Blog, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, ,

Nosso primeiro parceiro da 10ª. edição do Guerreiros Sem Armas é Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp). O Elos se inscreveu no programa no edital de patrocínio da Companhia, e foi selecionado ao lado de outros 5 projetos.

No final do ano passado, Rodrigo Alonso assinou o contrato ao lado do pelo diretor-presidente da empresa, José Alex Oliva, na sede da Codesp. Na cerimônia de assinatura, o presidente convidou os presentes para participaram ativamente nas comemorações dos 125 anos do Porto de Santos, dia 2 de fevereiro.

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Esta é a segunda vez que a Codesp apóia o Guerreiros, além de termos sidos selecionados, em 2016, com o Festival Elos nos morros. Gostaríamos de parabenizar os outros projetos selecionados:

Mantas do Brasil, do Instituto Laje Viva: O projeto visa a preservação da maior espécie de arraia do mundo (Manta birostris), além da preservação e a conscientização acerca do Parque Estadual Marinho da Laje de Santos.

Descida das Escadas de Santos: A competição de ciclismo é uma referência da modalidade Downhill Urbano no Brasil. A prova tem é assistida por cerca de 10 mil pessoas no local, além de televisionada em rede nacional.

Santos Jazz Festival: O evento promove shows de música com intérpretes brasileiros e algumas participações internacionais, com palcos em praças e lugares abertos da cidade, com média de 17 apresentações, valorizando a cena cultural local.

Pinacoteca Benedicto Calixto: A Pinacoteca Benedicto Calixto é um dos principais aparatos culturais da cidade de Santos, recebendo mostras temporárias, apresentações musicais e teatrais, e com um importante acervo do pintor santista que lhe confere o nome. A Pinacoteca deve receber uma exposição comemorativa dos 125 anos do Porto de Santos.

Coral Infantil Porto dos Anjos: o projeto divulga o repertório erudito e folclórico de canto coral infantil, fornecendo bolsas de estudo a crianças em situação de risco, que estudam música e realizam apresentações. Este projeto recebe pela primeira vez o patrocínio da Codesp.

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Festival Elos: o sentido de comunidade

16/10/2016 | Ricardo Oliveros | Blog, desenvolvimento local, Linha do Tempo Elos, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , , ,

Aristóteles, filósofo da Grécia Clássica, distinguia a necessidade própria dos homens de viver em conjunto, onde o homem, imperfeito e carente, encontrava a sua forma integral na comunidade, sendo então um animal politico. Do grego  koinonía (comum), surge a essência nas relações cristãs que vinculam o “um” com os “muitos”, levados a constituir relações éticas no reconhecimento da relação com o outro, baseados numa organização comunitária. Os Aimarás estruturam sua forma de organização social e econômica através da unidade básica Ayllu (comunidade), sobre a crença da complementariedade entre pares opostos. O conceito de comunidade atravessa a maioria de culturas em diversos períodos, estruturando bases organizacionais e inspirando relações recíprocas de solidariedade em sociedades antigas e modernas.
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Quais os conceitos fundamentais da comunidade? O que podemos aprender das Comunidades Tradicionais? O que precisamos transformar em nós para impulsionar a vida comunitária? São algumas das perguntas que orientam a discussão na mesa de abertura: “Cultivar comunidades para construir o mundo que todos sonhamos”.
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Rodrigo Rubido (Instituto Elos)  foi nosso mestre de cerimônias, e abriu a primeira roda de conversa do Festival Elos falando sobre o sentido de comunidade: ” Aprendemos muito aqui nos Morros, os lugares que estão atrás dos cartões postais de Santos. Aqui tem um tesouro sobre o que é comunidade”.

Fez os agradecimentos para a CODESP, porque o Festival aconteceu porque nos inscrevemos para um edital. A ADM, que fez um aporte financeiro institucional no final de 2015. A Sociedade Melhoramentos da Nova Cintra; G.R.C.E.S. Unidos dos Morros; Direção, Coordenação Pedagógica e Professores das escolas Deputado Rubens Lara e Dr. Cyro Athayde Carneiro; SESC Santos; Unisantos, Unisanta, Unifesp, Unimonte. Prefeitura Municipal de Santos, em especial, ao Bezzi da Regional dos Morros e o Fabio da Secretaria de Cultura. E aos moradores da Nova Cintra, Santas Maria e Vila Progresso que vão receber os participantes durante os próximos dias!!!

Ele explicou que o Elos começou a ver comunidades em todos os lugares que a gente trabalha, pois tinham uma identidade comum: bairro, escola, empresa.

“O bom é quando tem um propósito em comum, quando um apóia o outro para a construção de um bem comum”.

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Kaka Wera, criador do Instituto Arapoty, e nosso abençoado e inspirador amigo, desde o princípio do Elos, e que esteve presente todos os Guerreiros Sem Armas, trouxe para a roda de conversa o termo tekoá, que significa aldeia guarani, ou ainda, comunidade boa para se viver.

Porém, ele não se refere apenas ao lugar habitado, a maloca, pelo grupo guarani. Literalmente, significa o lugar do modo de ser guarani, sendo esta categoria modo de ser (tekó) entendida como um conjunto de preceitos para a vida, que fazem parte das regras cosmológicas herdados pelos antigos guaranis.
Para construir a maloca é feita uma grande reunião para distribuir as tarefas, buscar recurso e fazer a construção. Tudo é regido por 4 grandes regras:

1. Respeito ao diferente
2. Respeito pela arte de fazer os acordos
3. Entender o profundo significado do que é família, e que não é composta apenas pelos laços consangüíneos, mas pelos moradores, os animais das redondezas, e o próprio lugar onde moram, que é considerado como ago vivo.
4. Reconhecer que somos todos interdependentes.

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Luis Kehl, é arquiteto e autor do livro “Uma breve história da favela”, começou dizendo na roda de conversa da abertura do Festival Elos que é preciso dançar a aldeia, antes de construir a aldeia.

A comunidade nasce de um compartilhamento da cultura, das histórias, da música, se não temos uma ideia em comum, não é possível construir uma comunidade.

Ele mostra através de dois desenhos, um com quadras todas iguais, com as casas no centro, e outro com casas espalhadas, tudo misturado e pergunta onde está a ordem e onde está o caos.

Para surpresa dos participantes, eles diz que o caos está naqueles lugares onde as quadras são todas iguais, como nos conjuntos habitacionais. pois é no caos que você não distingue uma coisa da outra, como as casas que são todas iguais.

A questão é que hoje a sociedade que foi construída por comunidades, poe vínculos comuns, foi substituída pela lógica do consumo. Não há laços afetivos, e sim, fidelização da marca. Como é importante reconhecer os lugares de resistência a estes modelos, como as favelas, a periferia, e os a áreas dos morros.

Assim como começamos o dia com a poesia do Arquimedes Machado, o Kehl terminou recitando a música “Saudosa Maloca”, de Adoniran Barbosa, para mostrar como o consumo ficou no lugar do afeto:

Se o senhor não tá lembrado
Dá licença de contá
Que acá onde agora está
Esse aditício ardo
Era uma casa véia
Um palacete assobradado

Foi aqui seu moço
Que eu, Mato Grosso e o Joca
Construímos nossa maloca
Mas um dia, nós nem pode se alembrá
Veio os homis c’as ferramentas
O dono mandô derrubá

Peguemos todas nossas coisas
E fumos pro meio da rua
Apreciá a demolição
Que tristeza que nós sentia
Cada táuba que caía
Doía no coração

Mato Grosso quis gritá
Mas em cima eu falei:
Os homis tá cá razão
Nós arranja outro lugar
Só se conformemo quando o Joca falou:
“Deus dá o frio conforme o cobertor”

E hoje nós pega páia nas gramas do jardim
E prá esquecê, nós cantemos assim:
Saudosa maloca, maloca querida
Dim-dim donde nós passemos os dias feliz de nossa vida
Saudosa maloca, maloca querida
Dim-dim donde nós passemos os dias feliz de nossas vidas

O Festival Elos é uma parceria com a Codesp, e tem apoio da EC Juventude da Nova Cintra, G.R.C.E.S.Unidos dos Morros, Paróquia São João Batista, Subprefeitura dos Morros de Santos – PMS, Secretaria de Cultura – PMS, SESC Santos, Sociedade Melhoramentos Morro Nova Cintra, Unisantos. Apoio Institucional ADM

Festival Elos : : vem fazer sua inscrição

30/09/2016 | Ricardo Oliveros | Blog, Linha do Tempo Elos, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, ,

Vamos nos encontrar, conversar, colocar a mão na massa e construir – mais uma parte – do mundo que todos sonhamos. 
Vem!
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Em outubro vamos receber muita gente interessante para falar sobre como cultivar comunidade, e tudo isso acontece nos morros da nossa cidade.

O que sonhamos para o Festival é explorar o mais possível o potencial que existe na interação entre território e comunidade. A programação inclui:

Na abertura Rodrigo Rubido é o anfitrião, que ao lado de Kaká Werá e Luis Kehl, falam sobre o cultivo de comunidades como estratégia para a construção do mundo que sonhamos.

Vai ter mesa redonda!

No tema Identidade e Território a Rede Interação, o Observatório de Favelas e o Laboratório da Cidade mergulham na discussão de como o aprendizado é o primeiro passo na construção de comunidade.

Para materializar à discussão, vamos conhecer alguns projetos comunitários inspiradores, ouvindo um pouco sobre como foram realizados, os desafios e sucessos que colecionam. O Instituto Favela da Paz, a escola de Samba Unidos do Morro, a Caiçara Expedições e o documentário Aluguel de Chão – produzido pela comunidade Vila Progresso, compõem esta mesa.

A mesa “Uma Nova Narrativa para o Mundo que todos Sonhamos” é o lugar de pensar sobre formas para pensar no futuro e viver em comunidade. Reginaldo Nasser, Diego Vicentin e Claudia Visone estarão conosco para aprofundar esta conversa.

Vai ter oficina!

Convidamos participantes e moradores  para levar a discussão para a prática: é na Vila Progresso, Nova Cintra e Santa Maria que vamos materializar sonhos coletivos que dão corpo à visão de mundo que estamos construindo.

Felipe Lavignatti e André Deak lideram o oficina de Mapas Afetivos; Renato Marchesini e José Carlos Barros oferecem a oficina de Turismo de Base Comunitária; Alysson Montrezol conduz a oficina de imagem e fotografia; a Rede Interação oferece atividade da Poupança Comunitária; Paulo Von Poser facilita a oficina de Desenho Coletivo, a horta comunitária Bons Frutos oferece a oficina de Horta Urbana, enquanto o Espaço Comunidade vai compartilhar conhecimento na oficina Como Fazer um Sarau Cultural.

Lembrando que tudo isso acontece na semana do dia das crianças, uma oficina foi desenhada especialmente para acolher a brincadeira nos espaços públicos, conduzida por Carla Cardoso, Renata Laurentino,  e Ronaldo Crispim.

E claro, vai ter celebração

Projetos de arte e música que nasceram comunitários, se unem para uma celebração prá lá de espetacular: O Maracatú Quiloa, a Unidos do Morro e a Poesia Samba Soul vão dar o tom da nossa celebração.

Depois de tudo isso, o que você me diz? Já tem programa para 08 a 12 de Outubro?

Sua inscrição você faz através do link www.institutoelos.org/festival.

O Festival Elos é uma parceria com a Codesp, e tem apoio da EC Juventude da Nova Cintra, G.R.C.E.S.Unidos dos Morros, Paróquia São João Batista, Subprefeitura dos Morros de Santos – PMS, Secretaria de Cultura – PMS, SESC Santos, Sociedade Melhoramentos Morro Nova Cintra, Unisantos. Apoio Institucional ADM

Conheça as peças gráficas do Festival Elos

30/09/2016 | Ricardo Oliveros | Blog, permacultura, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, ,

Para cada projeto do Elos, o que chamamos de Agência, dentro do Núcleo de Relacionamento, começa a pensar como vai ser a comunicação e qual o conjunto de peças gráficas que fazem parte do pacote. Conheça o processo criativo do Festival Elos, que acontece de 8 a 12 de Outubro, no Morro da Nova Cintra.

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Cabeçalho de comunicação geral

No caso do Festival Elos, depois que recebemos o briefing, começamos a pesquisar que imagem os morros de Santos inspiravam. Numa pesquisa, descobrimos que a imagem divulgada dos morros de modo geral não eram muito positivas, contrariando uma extensa vivência que o Elos tem nesta região, onde reconhecemos as belezas, talentos e criamos uma rede de afetos.

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Logo do Festival

Para criação do logo do Festival pensamos que no lugar das casas colocaríamos palavras e versos do samba Alvorada do Cartola, como: bairro, morro, impulsionar, transformar, cidade, juntos, território, cultivar, sonhos, bairro, morro, impulsionar, cultura, já.

Alvorada lá no morro
Que beleza
Ninguém chora
Não há tristeza
Ninguém sente dissabor
O sol colorindo é tão lindo
É tão lindo
E a natureza sorrindo
Tingindo, tingindo

Para chegar nos cartazes, começamos a pesquisar letras de sambas clássicos que mostravam uma visão romântica ou mesmo de protesto sobre estas áreas, de inúmeros compositores como Cartola, Ferreira Santos, Noel Rosa, Geraldo Pereira, Monarco, Nelson Cavaquinho, Zé Queti.

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Cartaz do Festival

Neste caminho cruzamos com a G.R.C.E.S. Unidos dos Morros, que virou nosso parceiro no Festival, e usamos os versos tanto do Hino da Escola:

Vendo o mundo aqui de cima
Sinto que nada me falta…
A cidade lá embaixo me fascina,
Mas não tem a beleza da cidade alta

O formato escolhido foi lambe lambe por ser parte das novas linguagens da arte urbana

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Cartaz 2 do Festival

Assim como o Samba Enredo campeão do Carnaval santista 2016:

Pisa forte neste chão… Unidos
Vem sentir a emoção, da minha eterna paixão
Meu samba em Santos tem seu lugar
Abram alas que o “morro” vai passar

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O Festival Elos é uma parceria com a Codesp, e tem apoio da EC Juventude da Nova Cintra, G.R.C.E.S.Unidos dos Morros, Paróquia São João Batista, Regional dos Morros de Santos – PMS, SESC Santos, Sociedade Melhoramentos Morro Nova Cintra, Unisantos. Apoio Institucional ADM

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Frente do Folder Festival

A Filosofia Elos ganhou um cartaz especial

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Cartaz Filosofia Elos

Assim como o tema do Festival

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Cartaz do Festival

O Festival Elos é uma parceria com a Codesp, e tem apoio da EC Juventude da Nova Cintra, G.R.C.E.S.Unidos dos Morros, Paróquia São João Batista, Subprefeitura dos Morros de Santos – PMS, Secretaria de Cultura – PMS, SESC Santos, Sociedade Melhoramentos Morro Nova Cintra, Unisantos. Apoio Institucional ADM