Festival Elos: novas narrativas

16/10/2016 | Ricardo Oliveros | Blog, Linha do Tempo Elos, permacultura, Responsabilidade Social | Tags: Tags:,

As sociedades atuais apresentam inúmeras complexidades e desafios, próprias de um panorama global interconectado nos âmbitos econômico, social, politico, cultural e ambiental, atravessando, transversalmente, as relações sociais e ambientais pela tecnologia e os meios de comunicação. Evidenciam-se disputas de identidades por focos de resistência numa relação complexa entre centro e periferia, abrindo espaço a tensões criativas por novos atores, novas narrativas e novas coletividades que, inspiradas na abundancia, tem estabelecido relações de solidariedade como resposta ao esfacelamento dos tecidos sociais, a crescente desigualdade e a insistente concorrência que impõe um sistema de desenvolvimento baseado na escassez. A mesa: “Uma nova narrativa para o mundo que todos sonhamos” dispõe-se a refletir sobre os horizontes possíveis que abrem as comunidades de resistência nas tensões presentes entre os âmbitos global e local.

Quais os novos parâmetros para formação de comunidades? Que práticas comunitárias sustentáveis estão ao serviço da comunidade? Pode a comunidade, baseada em relações de confiança, trazer novas alternativas para o mundo?, são algumas das perguntas que iram orientar a discussão.

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Diego Vicentin (UNICAMP) iniciou a última roda de conversas sobre Novas Narrativas. Ele falou sobre como as decisões tecnológicas são no fim das contas decisões políticas.

“Hoje o domínio da tecnologia está centrada na mão de poucas pessoas, sendo que a internet virou um aparato de controle e vigilância. Mas quando há uma pressão de cima para baixo, os focos de resistências começam a aparecer, como no caso das redes comunitárias, que operam em faixas de rádio”.

Um exemplo que ele deu, foi do Buckminster Fuller, que decidiu fazer “uma experiência: descobrir o quanto poderia um único indivíduo contribuir para mudar o mundo e beneficiar toda a humanidade.” No meio século que se seguiu, Fuller presenteou o mundo com um largo espectro de ideias, projetos e invenções, que visavam essencialmente a eficiência e o baixo custo de habitações e transportes.

“Assim como Buckminster é necessário trocar a chave, pois a economia está baseada num modelo de escassez, quando na verdade a inteligência humana pode prover a todos com um projeto de vida, e não de morte”.

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Luanda Nera (Nossa São Paulo) fez a segunda fala da última roda de conversas. Ela apresentou o projeto Mapa de Desigualdade que reúne diferentes dados econômicos, sociais e culturais por região de São Paulo, e que podem servir de base para formulação de políticas públicas.

“A meta é criar um banco de boas práticas, com soluções viáveis para uma mudança sustentável. A partir do Mapa da Desigualdade fica visível quais os índices que devem ser melhorados em São Paulo, e um dia em cada região ter todos os serviços (centros de cultura, cinema, saúde, escolas) num raio de 300 metros de unidade de vizinhança”.

É uma surpresa para os envolvidos que a expectativa de vida em Pinheiros seja de 80 anos, e em Cidade Ademar menos de 50. “Os dados tiram a ideia de uma cidade estereotipada e coloca números reais que precisam ser trabalhados”.

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Claudia Visoni (Hortelãos Urbanos) encerrou a roda de conversa  sobre Novas Narrativas, dando uma aula de ativismo comunitário.

“Todo o nosso sistema é baseado numa ideia de escassez, que não tem para todo mundo, então cada um tem que garantir o seu. Não fomos educados para a cooperação, para agir dentro de um modelo em que um possa apoiar o outro”.

Para quem estiver disposto a se transformar, seguem as dicas da Claudia:

1. Ouvir é mais importante do que falar
2. Viabilizar a ideia de outra pessoa do que criar uma nova
3. Igualdade na divisão do trabalho ao invés de muitos trabalharem para as idéias de poucos
4. Acreditar na abundância, ou seja, que tem para todo mundo
5. Aceitar o caos, levar o imprevisto com leveza
6. Muitos projetos se enfraquecem porque o projeto vira de fulano e não de todos
7. Colocar a mão na massa usando o que se tem a mão. Coisas impossíveis acontecem neste momento

O Festival Elos é uma parceria com a Codesp, e tem apoio da EC Juventude da Nova Cintra, G.R.C.E.S.Unidos dos Morros, Paróquia São João Batista, Subprefeitura dos Morros de Santos – PMS, Secretaria de Cultura – PMS, SESC Santos, Sociedade Melhoramentos Morro Nova Cintra, Unisantos. Apoio Institucional ADM

Festival Elos: projetos inspiradores

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Em diversas comunidades têm surgido projetos comuns, criando relações éticas, dando prevalência aos interesses coletivos sobre os individuais, e promovendo relações de sustentabilidade sociocultural, socioeconômica e/ou socioambiental. Na presente mesa: “projetos comunitários inspiradores”, quatro experiências incríveis que tem inspirado diversos projetos e cultivado relações de solidariedade em função do mundo que todos sonhamos.

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A roda de conversa sobre Projetos Inspiradores começou com a exibição do documentário Aluguel de Chão, feito por moradores de comunidades da Baixada Santista, por meio da união entre Guerreiros Do Progresso, Instituto Elos e Instituto Querô.

Antoniela Girassol. produtora do documentário, contou sobre a experiência de subir os morros, e como tem um processo de desconstrução do olhar para uma realidade que não é como a maioria das pessoas da cidade baixa tem de lá.

“Chega um momento que parece que a gente já sabe tudo, já sabe como faz as coisas. Veio o convite para as oficinas que resultou no documentário, e na primeira exibição, que estavam presentes moradores da Vila Progresso, José Menino, Teteu, Vila dos Criadores, e atinge um lugar neles que a gente não conhecia, foi muito transformadora a experiência”.

Dona Maria contou como foi que a experiência que eles viveram no Guerreiros Sem Armas, na Comunidades Empreendedoras, a criação do Guerreiros da Progresso e como o cinema de rua, continua firme e forte, unindo as pessoas, e em especial, as crianças. Falou do sonho da praça, que começou com seu marido, e que foram feitos mutirões, saraus, e hoje a Prefeitura terminou e vai ser inaugurada, como uma conquista da comunidade.

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Indio, Diretor de Harmonia da Unidos do Morro, veio contar um pouco da história da escola de samba, sua relação com os morros de Santos, na roda de conversa sobre Projetos Inspiradores.  Ele contou que os morros representam a segunda maior comunidade de Santos, e que o sonho da escola é mostrar a força da comunidade. A Unidos tem representantes de todos os 19 morros daqui, e todas as lideranças são ouvidas pela escola. Tanto que esta união deu origem ao movimento político local, a coleta de óleo, que ajuda a preservar o ambiente. Formação de 9 grupos de aderecistas, que confeccionam dentro da comunidade as fantasias do desfile, e é a única escola de samba que não manda para fora e atelies de São Paulo. Fundaram a Escolinha de Percussão para crianças, Escola de Dança e formação de piloteiras, ou seja, quem sabe fazer os moldes para o corte e costura das fantasias. Tem uma ala de compositores fixa, e assim os sambas enredo não passam por concurso de compositores que não pertencem a comunidade.

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Renato Marchesini, da Caiçara Expedições, veio falar sobre Turismo de Base Comunitária. ”Eu queria fazer um outro tipo de turismo, que fosse transformador: tanto para quem recebe, quanto para quem visita. o início as pessoas torciam o nariz, dizendo que turismo é visitar a Torre Eiffel, o que tem nestes locais que você quer ir?”

A resposta dele é a mesma que nos move: “revelar as pessoas, suas histórias, riquezas, o patrimônio imaterial, e tem um monte de gente querendo conhecer, porque as pessoas gostam de boas histórias e de histórias verdadeiras”.

Termina falando da necessidade de criar algo coletivo, é necessário se abrir para o diálogo, e que respeite simples regras:
1. Ser socialmente justo
2. Ecologicamente correto
3. Economicamente viável

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André Folganes Franco da Rede Interação, foi falar sobre os projetos de Poupança Comunitária, Censo, e Intercambio, que eles fazem com diferentes comunidades no Brasil.

Eles foram certificados pela Fundação Banco do Brasil e foram convidados para atuar em 124 empreendimentos do Minha Casa Minha Vida, atendendo 82 mil famílias, em 22 Estados. Se por um lado isto atendeu a demanda da equação Transformação Local x Escala, eles descobriram o que de fato importa:

“O grande desafio da mobilização comunitária não é transferir o conhecimento ou uma tecnologia social, e sim tocar o coração da pessoas, transferir nossos sonhos e nosso propósito. Porque no fundo, todos sabemos que é muito gostoso fazer parte de alguma coisa maior do que nós mesmos”.

O Festival Elos é uma parceria com a Codesp, e tem apoio da EC Juventude da Nova Cintra, G.R.C.E.S.Unidos dos Morros, Paróquia São João Batista, Subprefeitura dos Morros de Santos – PMS, Secretaria de Cultura – PMS, SESC Santos, Sociedade Melhoramentos Morro Nova Cintra, Unisantos. Apoio Institucional ADM

 

Festival Elos: território e identidade

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Uma comunidade se cria tanto num espaço físico quanto num campo afetivo. Os rituais, as tradições, a composição demográfica, e a relação das pessoas com o ambiente, dentre outros fatores, estruturam o contexto espaço-temporal que cria diversos sensos de pertencimento num determinado território, possibilitando ou não a construção de laços de vizinhança entre um grupo de pessoas. Existem diversos tipos de organização social, por meio da qual as pessoas procuram dar resposta as suas necessidades vitais (materiais e simbólicas), criando, também, disputas por inclusão nas relações centro-periferia.

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Qual é o papel do território e das identidades na construção de uma comunidade? Pode ser a comunidade uma forma de organização na construção de sociedades diversas e inclusivas?,

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Falar sobre fronteiras internacionais não faz mais sentido. As cidades se tornaram o lugar do fluxo do dinheiro, da tecnologia. 65 milhões estão em deslocamento, 250 milhões de imigrantes e refugiados, e o mundo está convivendo com esta tensão, criando barreiras, pontos de controle. Hoje o que existe são fronteiras sociais” . Professor Doutor Reginaldo Nasser (PUC SP) na segunda roda de conversa sobre Identidade e Território.

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“O que me encanta nos morros de Santos é a diversidade que acontece aqui, variedade de origens, de cultura, de fluxos. A fronteira não precisa necessariamente aquilo que nos separa, e sim, uma porta para conhecer o outro”. Natasha Mendes Gabriel (Instituto Elos)

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Como usar uma ponte para unir e não separar? Nasci num lugar de impossibilidades, mas aprendi muito, porque lá as pessoas sabem muito como transformar barreiras em oportunidades. Claudinho Miranda

O Festival Elos é uma parceria com a Codesp, e tem apoio da EC Juventude da Nova Cintra, G.R.C.E.S.Unidos dos Morros, Paróquia São João Batista, Subprefeitura dos Morros de Santos – PMS, Secretaria de Cultura – PMS, SESC Santos, Sociedade Melhoramentos Morro Nova Cintra, Unisantos. Apoio Institucional ADM

Festival Elos: o sentido de comunidade

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Aristóteles, filósofo da Grécia Clássica, distinguia a necessidade própria dos homens de viver em conjunto, onde o homem, imperfeito e carente, encontrava a sua forma integral na comunidade, sendo então um animal politico. Do grego  koinonía (comum), surge a essência nas relações cristãs que vinculam o “um” com os “muitos”, levados a constituir relações éticas no reconhecimento da relação com o outro, baseados numa organização comunitária. Os Aimarás estruturam sua forma de organização social e econômica através da unidade básica Ayllu (comunidade), sobre a crença da complementariedade entre pares opostos. O conceito de comunidade atravessa a maioria de culturas em diversos períodos, estruturando bases organizacionais e inspirando relações recíprocas de solidariedade em sociedades antigas e modernas.
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Quais os conceitos fundamentais da comunidade? O que podemos aprender das Comunidades Tradicionais? O que precisamos transformar em nós para impulsionar a vida comunitária? São algumas das perguntas que orientam a discussão na mesa de abertura: “Cultivar comunidades para construir o mundo que todos sonhamos”.
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Rodrigo Rubido (Instituto Elos)  foi nosso mestre de cerimônias, e abriu a primeira roda de conversa do Festival Elos falando sobre o sentido de comunidade: ” Aprendemos muito aqui nos Morros, os lugares que estão atrás dos cartões postais de Santos. Aqui tem um tesouro sobre o que é comunidade”.

Fez os agradecimentos para a CODESP, porque o Festival aconteceu porque nos inscrevemos para um edital. A ADM, que fez um aporte financeiro institucional no final de 2015. A Sociedade Melhoramentos da Nova Cintra; G.R.C.E.S. Unidos dos Morros; Direção, Coordenação Pedagógica e Professores das escolas Deputado Rubens Lara e Dr. Cyro Athayde Carneiro; SESC Santos; Unisantos, Unisanta, Unifesp, Unimonte. Prefeitura Municipal de Santos, em especial, ao Bezzi da Regional dos Morros e o Fabio da Secretaria de Cultura. E aos moradores da Nova Cintra, Santas Maria e Vila Progresso que vão receber os participantes durante os próximos dias!!!

Ele explicou que o Elos começou a ver comunidades em todos os lugares que a gente trabalha, pois tinham uma identidade comum: bairro, escola, empresa.

“O bom é quando tem um propósito em comum, quando um apóia o outro para a construção de um bem comum”.

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Kaka Wera, criador do Instituto Arapoty, e nosso abençoado e inspirador amigo, desde o princípio do Elos, e que esteve presente todos os Guerreiros Sem Armas, trouxe para a roda de conversa o termo tekoá, que significa aldeia guarani, ou ainda, comunidade boa para se viver.

Porém, ele não se refere apenas ao lugar habitado, a maloca, pelo grupo guarani. Literalmente, significa o lugar do modo de ser guarani, sendo esta categoria modo de ser (tekó) entendida como um conjunto de preceitos para a vida, que fazem parte das regras cosmológicas herdados pelos antigos guaranis.
Para construir a maloca é feita uma grande reunião para distribuir as tarefas, buscar recurso e fazer a construção. Tudo é regido por 4 grandes regras:

1. Respeito ao diferente
2. Respeito pela arte de fazer os acordos
3. Entender o profundo significado do que é família, e que não é composta apenas pelos laços consangüíneos, mas pelos moradores, os animais das redondezas, e o próprio lugar onde moram, que é considerado como ago vivo.
4. Reconhecer que somos todos interdependentes.

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Luis Kehl, é arquiteto e autor do livro “Uma breve história da favela”, começou dizendo na roda de conversa da abertura do Festival Elos que é preciso dançar a aldeia, antes de construir a aldeia.

A comunidade nasce de um compartilhamento da cultura, das histórias, da música, se não temos uma ideia em comum, não é possível construir uma comunidade.

Ele mostra através de dois desenhos, um com quadras todas iguais, com as casas no centro, e outro com casas espalhadas, tudo misturado e pergunta onde está a ordem e onde está o caos.

Para surpresa dos participantes, eles diz que o caos está naqueles lugares onde as quadras são todas iguais, como nos conjuntos habitacionais. pois é no caos que você não distingue uma coisa da outra, como as casas que são todas iguais.

A questão é que hoje a sociedade que foi construída por comunidades, poe vínculos comuns, foi substituída pela lógica do consumo. Não há laços afetivos, e sim, fidelização da marca. Como é importante reconhecer os lugares de resistência a estes modelos, como as favelas, a periferia, e os a áreas dos morros.

Assim como começamos o dia com a poesia do Arquimedes Machado, o Kehl terminou recitando a música “Saudosa Maloca”, de Adoniran Barbosa, para mostrar como o consumo ficou no lugar do afeto:

Se o senhor não tá lembrado
Dá licença de contá
Que acá onde agora está
Esse aditício ardo
Era uma casa véia
Um palacete assobradado

Foi aqui seu moço
Que eu, Mato Grosso e o Joca
Construímos nossa maloca
Mas um dia, nós nem pode se alembrá
Veio os homis c’as ferramentas
O dono mandô derrubá

Peguemos todas nossas coisas
E fumos pro meio da rua
Apreciá a demolição
Que tristeza que nós sentia
Cada táuba que caía
Doía no coração

Mato Grosso quis gritá
Mas em cima eu falei:
Os homis tá cá razão
Nós arranja outro lugar
Só se conformemo quando o Joca falou:
“Deus dá o frio conforme o cobertor”

E hoje nós pega páia nas gramas do jardim
E prá esquecê, nós cantemos assim:
Saudosa maloca, maloca querida
Dim-dim donde nós passemos os dias feliz de nossa vida
Saudosa maloca, maloca querida
Dim-dim donde nós passemos os dias feliz de nossas vidas

O Festival Elos é uma parceria com a Codesp, e tem apoio da EC Juventude da Nova Cintra, G.R.C.E.S.Unidos dos Morros, Paróquia São João Batista, Subprefeitura dos Morros de Santos – PMS, Secretaria de Cultura – PMS, SESC Santos, Sociedade Melhoramentos Morro Nova Cintra, Unisantos. Apoio Institucional ADM

Festival Elos vai cultivar comunidades no Morro da Nova Cintra

20/07/2016 | Ricardo Oliveros | Blog, Comunidade Elos, desenvolvimento local, Linha do Tempo Elos, permacultura, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , , ,

Festival Elos :: Cultivar Comunidades é um evento multicultural que vai juntar moradores dos morros de Santos, jovens lideranças, especialistas de diferentes áreas, para que juntos possamos estar em rodas de conversas, fazer troca de experiências, realizar oficinas, assim como, apresentações culturais, no Morro da Nova Cintra, na cidade de Santos, de 8 a 12 de outubro de 2016, em parceria com a CODESP.

Vem-ai FESTIVAL ELOS

Em cinco dias de atividades, o objetivo é conectar todos os participantes para experimentar e explorar diferentes aspectos de mobilizar um bairro em torno de um sonho comum. Com isso, busca-se reconhecer e valorizar os potenciais locais, fortalecer relações e construir juntamente com os moradores quais os sonhos que se tem para o lugar, inspirados por experiências coletivas de sucesso. Por outro lado, esta iniciativa visa despertar o potencial criativo de jovens lideranças em buscar soluções rápidas para situações reais e fortalecer qualidades como coragem, escuta, visualização do que está emergindo, prontidão para ação e trabalho em equipe.

Uma parte da programação, compreende atividades abertas ao público e outra parte, como oficinas e encontros estão voltados para um público específico, mediante inscrição. Anote na agenda e se inscreva agora, aqui.

Conheça a programação completa abaixo:

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O Festival Elos é uma parceria com a Codesp, e tem apoio da EC Juventude da Nova Cintra, G.R.C.E.S.Unidos dos Morros, Paróquia São João Batista, Subprefeitura dos Morros de Santos – PMS, Secretaria de Cultura – PMS, SESC Santos, Sociedade Melhoramentos Morro Nova Cintra, Unisantos. Apoio Institucional ADM