Escola de Transformação: Encontro de Futuro reúne 2 comunidades de Campinas

20/03/2017 | Ricardo Oliveros | Blog, desenvolvimento local, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , , , , , , ,

Depois de conhecerem os projetos sociais da Associação Monte Azul e da Unas- Heliópolis, os moradores dos Residenciais Sirius e Abaeté, do Minha Casa, Minha Vida, e vários parceiros que estão participando da Escola de Transformação*, se reuniram no Centro Cultural de Inclusão Social da Unicamp, para juntos pensarem o que querem realizar no futuro.

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O que o Abaeté e o Sirius fizeram na Vivência Oasis

Na abertura, além da introdução sobre a Escola de Transformação, os moradores apresentaram o que foi feito na Vivência Oásis em seus territórios.  Vilson e Patricia mostraram fotos da Vivência Oásis e falando sobre algumas belezas do Abaeté. Compartilharam as potencialidades do bairro, os sonhos, e maquete feita pela comunidade. No mão na massa, eles abriram 1250 covas e plantaram junto com os moradores e voluntários de outros bairros. Vilson ajudou a fazer bancos de madeira. Eles citaram ainda as atividades desenvolvidas pelo Caminhão do Desafio,do Museu Exploratório de Ciências da UNICAMP. E mostraram a talentosa equipe da cozinha.

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Muito bom ver os moradores, como o Robson, apresentando seus bairros e mostrando com foi a Vivência Oásis

Depois foi a vez do Robson do Sirius fazer sua apresentação.”Depois que começou a Escola de Transformação, começamos a passar por um processo de transformação. Depois que fizemos a visita de inspiração, vimos o poder da transformação do ser humano.”

Ele disse que todos precisam ter outra visão desse lugar, e pensar no futuro. “Acreditar que tudo o que estamos construindo hoje, vai ficar para os nossos filhos e os nossos netos. E quando estivermos mais velhos vamos olhar pra trás e dizer: o que eu fiz por eles. Que o ser humano simplesmente volte a ser um ser humano!”.

Herbert, facilitador da Equipe Elos, complementou falando sobre os brinquedos, pebolim feito na e pela comunidade com materiais locais, entre outras coisas feitas no espaço criado no Sirius.

Esporte e música, dois elementos que transformaram suas comunidades

Depois foi a vez, de dois convidados contaram suas histórias de vida que cruzam com a de projetos sociais de grande impacto.

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Felipe Ferreira (GSA 2014) criador do Instituto Novos Sonhos

Felipe Ferreira, do Instituto Novos Sonhos, é do Guarujá, Guerreiro Sem Armas 2014. Ele conta que teve uma infância muito boa, mas uma adolescência muito difícil. Quando jovem começou a trabalhar na feira e conheceu gente muito legal, onde conheceu inclusive a sua esposa. Com 22 anos começou a treinar Jiu Jitsu, onde aprendeu bastante coisa sobre a vida. Trabalhou em outros lugares. Passou por um período de instabilidade, foi por um caminho não muito bom, e começou a perder tudo o que havia conquistado, inclusive seu casamento.

“Estava numa vida muito errada: era uma vida que não tinha alternativa”. Passou alguns meses assim, e conheceu uma menina e começou a compartilhar sonhos com ela. Ela engravidou depois de 2 meses. O filho nasceu de 7 meses, muito mal de saúde. Aí ele prometeu que se o filho saísse bem dali ele iria mudar de vida. O filho não resistiu.

Ele ligou para avisar a família. Chegou um amigo Junior chamando para uma “fita errada” e ele não foi, pois ia enterrar o filho. O Júnior levou seis tiros. Aí ele ficou muito mal. Passaram-se 4 meses e ele entrou em depressão. Já não estava mais com a companheira. Um dia entrou no quarto, rezou e pensou o que faria se o seu filho estivesse ali. Aí começou a mudar a perspectiva, começou a trabalhar mais, mobiliar a casa, cuidar mais da vida.

Felipe ficou pensando do que poderia fazer para ajudar as pessoas. Contou que resolveu morar em um terreno na favela, “lá no fundo”, quando ainda não tinha intervenção pública. Voltou a treinar Jiu Jitsu e a dar aulas para as crianças da favela, e assim percebeu que queria trabalhar com crianças. Depois, uma empresa resolveu patrocinar o projeto.

Em 2012 conheceu o Guerreiros Sem Armas, quando foi o anfitrião da comunidade em seu espaço. Teve a oportunidade de participar do programa em 2014, participou do Jogo Oásis, e “foi a experiência mais incrível da minha vida, pois o Guerreiros Sem Armas me potencializou”.

Em 2015, conseguiu estar entre as 10 melhores equipes de Jiu Jitsu. Hoje tem mais de 200 alunos. Em 2016, plantamos uma horta comunitária, no terreno cedido por um morador. Temos uma biblioteca, que até saiu no jornal. Começamos com livros velhos, e armários velhos, mas com tudo arrumadinho. Aí uma empresa veio visitar, e ela reformou a biblioteca pra gente.

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Fabio e Claudio Miranda do Instituto Favela da Paz, Samba na 2 e Poesia Samba Soul

Claudio Miranda e o Paulo falaram sobre como a música mudou a vida de centenas de pessoas através do Samba na 2, Poesia Samba Soul e Instituto Favela da Paz.

“Nós crescemos no Jardim Ângela. 5 pessoas decidiram “mudar o lugar sem mudar de lugar”. Com nove anos montaram uma banda. Para juntar dinheiro todos trabalhavam, vendiam rifas na favela, etc. O irmão era um inventor, fazia os instrumentos com os materiais que tinham disponíveis. Em uma semana tinham os instrumentos. Perceberam que tinham o poder da intuição, aos 13 anos de idade: Queriam mudar a comunidade. “Víamos as pessoas sendo mortas, através dos tijolos”.

Começaram a tocar fora da comunidade, nos bairros vizinhos. Tocaram de graça, e a davam aulas. Eram muito respeitados em todos os lugares que iam tocar. Conversavam com todos. Hoje tem 16 projetos ligados a músicas e alimentação natural. Criaram um sistema de biogás. O Poesia Samba Soul foi para 13 países diferentes. Desde 2009 viajam para fora do país.

“O que a gente utiliza: a intuição e o coração. A gente percebeu que na música, primeiro passa pelo coração, depois a cabeça. Na música a gente serve as pessoas. Você serve e é servido. e quando a gente percebeu isso a gente viajou o mundo.”

Paulo falou um pouco dos projetos e  a importância de todos saberem um pouco de tudo. “Importância de saber que um complementa o outro”. Para o Claudio, “devemos entender as fases do projeto. e quando tem alguma dificuldade perceber como uma oportunidade de aprender alguma coisa”.

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Thais Polydoro, coordenadora da Escola de Transformação

Thais Polydoro do Elos, coordenadora da Escola de Transformação, falou sobre a importância de se criar relações de confiança com quem está próximo da gente para construir um  futuro que queremos. “Vocês estão plantando sementes, para vocês desbravarem. O processo é de construção coletiva! Quem dá a direção são as pessoas que moram no lugar. Esse processo de construção de confiança só existe com a convivência no lugar”.

Como sonha seu bairro no futuro?

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Hora da dinâmica de grupo onde as pessoas falam aquilo que mais inspirou para continuar a jornada

Depois, de ouvirem estas duas histórias inspiradoras, os participantes sentam em grupos para  compartilhar o que mais  inspiraram, e como essas histórias fazem elas quererem seguir adiante no bairro.

“A história contada pelo Felipe foi uma história de inspiração, de esperança para uma mãe contou que tem um filho que vive a margem, e outra que tem esperança de que a Escola de Transformação posso modificar isso. Uma menina compartilhou que queria “ser poesia na vida de alguém”. Outro sonho é de uma escola de Jiu Jitsu, e uma escola profissionalizante, um centro cultural que fosse um espaço multiuso que possa ter escola de dança de música, entre outras atividades” disse Ana Lu da Sanasa, relatora de um dos grupos. .

“Valores, parceria comunitária, afeto, fraternidade, (entre outros). Nossos sonhos: áreas de lazer, áreas para jovens, associação dos moradores, relacionamento interpessoal entre os condomínios, contou Flávia.

“A gente tinha muita vontade de fazer mas não sabia como. Quando chegou o pessoal da Escola de Transformação e começou a fazer as coisas com a gente, aí o pessoal do bairro começou a ver que as coisas estão melhorando e que a gente vai fazer pelo bairro. Nossos sonhos:  Associação de Moradores, praça, academia de terceira idade, bastante coisa. A gente só consegue fazer as coisas junto. A gente quer fazer a diferença, vamos chamar mais gente, incentivar as pessoas, para os nossos sonhos acontecerem”, Roberto do Abaeté.

“Nosso grupo ficou  inspirado na luta deles, a liderança que não ficou reclamando, mas foi lá e fez. Os sonhos do grupo: parquinho paras crianças brincarem, espaço de lazer, praça, creche, sala de computador, cursos para idosos, crochê, quadra, escola, mercado, cooperativa de reciclagem, um espaço organizado, oficina de dança, várias oficinas, cooperativas com sobras de alimento, porque sobre muito pão, muita massa”, falou a relatora do grupo, Thalia do Sirius.

Qual a sua visão de futuro?

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“Voltamos superanimad@s do almoço. Fizemos a dinâmica de visualizar os sonhos de olhos fechados. Clarissa Muller, facilitadora da Equipe Elos, foi descrevendo a nossa visita ao Residencial Sirius e Abaeté em 2037. Como estavam lindos os condomínios, as áreas coletivas, com vários equipamentos e as pessoas utilizando esses equipamentos. Crianças fazendo atividades, e todos se cumprimentando nas ruas muito carinhosos. Muitas pessoas vindo de fora visitar essas comunidades, e as pessoas dos residenciais mostrando com orgulho o que fizeram para transformar o espaço!

Próximo passo para o sonho se transformar em realidade, foi desenhar os sonhos de cada bairro, colocando no cartaz grande, do jeito que queremos.

Como é o futuro dos residenciais Abaeté e Sirius

Painel com as visões de futuro dos residenciais Abaeté e Sirius

Painel com as visões de futuro dos residenciais Abaeté e Sirius

Roberto começa falar sobre o bairro. “Entrando no bairro, vemos todas as árvores plantadas crescidas! Relógio do tempo, transformando os projetos em realidade: academia da terceira idade, cursos de culinária, artesanato na Associação de Moradores. A Associação aberta para todo mundo com diferentes cursos, brinquedoteca, palestras sobre a natureza. Agora tem alambrado, no futuro, tem um muro com grafite, pessoal andando nas ruas, as crianças jogando bola, andando de skate, espaço de cultura com aulas de dança, música, aulas de teatro, as crianças brincando. Vilson fala que “quando vc desce a rua já vai ver o Centro Cultural, com as quadras e vamos ver nossos filhos e netos brincando lá”.

As visões de futuro vão virar uma ilustração feita pela Juliana Russo, do Cidade Para as Pessoas, para servir de inspiração para todos os participantes.

Lançamento do Edital de Projetos

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CLIQUE NA IMAGEM PARA BAIXAR O EDITAL

Thais explicou o edital que está sendo lançado no Encontro de Futuro, para as comunidades inscreverem seus projetos para serem apoiados pela Escola de Transformação. As inscrições ficam abertas até dia final de maio. Foram entregues a versão do edital impressa com as regras

Quem pode participar? Moradores dos empreendimentos.

Como funciona? Precisa ter um nome, clareza no projeto. Vamos deixar a ficha no site do Elos para quem quiser baixar e preencher.

Como vai ser a entrega? Para a equipe Elos ou Demacamp, correio, ou por e-mail.

O prêmio é dado em doação de equipamento e materiais (não é dado em dinheiro).

Como acontece? Todo mundo que se candidatar, vai apresentar o seu projeto em junho, no Festival Comunidade Empreendedoras, em 5 minutos!! Pode ser o jeito mais criativo que você quiser para defender o seu projeto!!

Fundação FEAC oferece consultoria para projetos da Escola de Transformação

Ao final, Lincoln César Moreira,  da Fundação FEAC  (Federação das Entidades Assistenciais de Campinas), agradeceu a presença de todos e explicou um pouco o trabalho que realizam como FEAC, se colocam a disposição como parceiros, ou seja, podem colocar a disposição os recursos técnicos. Viviane explica que dentro da FEAC, eles apoiam entidades e disponibilizam de diferentes apoios nas áreas técnicas, apoio jurídico, desde escrever o projeto, até elaboração gráfica de algum material, etc

Então, moradores do Sirius e Abaeté, mais um recurso que vocês têm disponível: a FEAC se coloca a disposição para auxiliar as pessoas/grupos que querem escrever algum projeto e não sabem como e nem por onde começar. Eles estão oferecendo apoio técnico para as comunidades. Aproveitem.

Thais agradeceu a parceria, assim como o ônibus que a FEAC disponibilizou para os moradores pudessem comparecer.

*A Escola de Transformação DIST Campinas é uma parceria do Elos com a Demacamp, apoiado pelo Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal dentro da estratégia Desenvolvimento Integrado e Sustentável de Territórios (DIST), inclui uma série de ações: formação de lideranças comunitárias, festival de projetos, encontros de troca de experiências, visitas de inspiração em comunidades que trilham o caminho de desenvolvimento pessoal e coletivo. Agradecemos a Prefeitura de Campinas, pelo apoio, em especial ao Gabinete do Vice-Prefeito que tem feito a articulação com as Secretarias do Governo, CPFL, em especial ao Cristiano Cucattia, Minha Campinas, Oficina do Desafio do Museu de Ciência e Tecnologia da UNICAMP, que esteve presente no Residencial Sirius e Abaeté, nos dias de mutirão, Centro Cultural de Inclusão Social da Unicamp, e Fundação FEAC.

Escola de Transformação avança no Ciclo II: Mobilização e Impulso

17/03/2017 | Ricardo Oliveros | Blog, desenvolvimento local, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , , ,

A Escola de Transformação* está no seu segundo ciclo, e as comunidades Sirius e Abaeté,  participam no sábado, do Encontro de Futuro, evento aberto a todos que se interessam sobre a discussão do direito à cidade, projetos sociais de impacto, e onde coletivamente os participantes vão criar uma imagem poderosa de como os bairros vão estar daqui 20 anos, a partir do que vão começar a realizar hoje.

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Ciclos da Escola de Transformação

 Já encerramos o Ciclo I, de Análise e Conexão, onde foram feitos e apresentados os diagnósticos dos Residenciais Sirius e Abaté, reuniões com a Prefeitura Municipal de Campinas e secretarias, além de parcerias com diversas instituições locais, como universidades, organizações sociais, entre outras.

 LOCALIZAÇÃO DIST CAMPINAS

O começo do Ciclo II, de Mobilização e Impulso, aconteceu com a Vivência Oasis, onde os moradores dos Residenciais Sirius e Abaeté criaram: (a) um cenário de abundância, (b) reconheceram os talentos e recursos locais, (c) realizaram a primeira rodada de sonhos coletivos, (d) colocaram a mão na massa, (e) começaram a desenhar o que querem realizar juntos daqui para frente.

Rotatória da entrada depois

Moradores do Abaeté colocaram a mão na massa na rotatória de entrada do Residencial

Na sexta, 17 de março, acontece uma visita de inspiração a dois projetos sociais que são referência no Brasil e no mundo: Associação Monte Azul  e UNAS- Heliopólis

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A primeira organização foi fundada pela pedagoga antroposófica alemã Ute Craemer e hoje conta 4 núcleos de atuação social, de educação, urbanização e saúde, que atendem mais de 270 mil pessoas.

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A União de Núcleos, Associações dos Moradores de Heliópolis e Região (UNAS) é uma entidade sem fins lucrativos que surgiu em meados dos anos 1980, e conta com projetos, programas e serviços de forma abrangente nas áreas de educação, saúde, moradia, cultura, esporte, assistência social, empreendedorismo, mulheres, juventude e LGBT, com base nos tratados de direitos humanos, impactando mais de 12 mil pessoas diretamente por mês, por meio de 50 projetos sociais.

felipe ferreira

Felipe Ferreira com os alunos do Instituto Novos Sonhos

Com estas grandes inspirações, as duas comunidades do Sirius e Abaeté, participam no sábado (18 de março), do Encontro de Futuro. Tem dois convidados de peso, para dar mais força para os moradores quererem voar mais alto: Felipe Ferreira, Guerreiros Sem Armas 2014, criador do Instituto Novos Sonhos, liderança comunitária e afetiva na Prainha, Guarujá, que através do jiu-jitsu realiza a transformação social com as crianças do bairro.

SAMBA NA 2

Claudio Miranda (Favela da Paz, Samba na 2, e Poesia Samba Soul) mostra que a partir da música dá para mudar o mundo

 Além das apresentações de cada uma das comunidades, temos as rodas de conversas, e um exercício, onde eles vão imaginar como o bairro estará daqui 20 anos, e vão montar um painel com imagens do que eles sonharam neste processo.

A grande surpresa, é que a ilustradora Juliana Russo, do projeto Cidade Para as Pessoas, depois vai materializar essas imagens em uma única ilustração para cada comunidade, ter sempre a vista essa visão do futuro dos sonhos de todos!!!

Desenho de Juliana Russo

Desenho de Juliana Russo

Ao final, acontece o lançamento do edital  para inscrição de projetos sócio-culturais e  econômicos para cada um dos residenciais.

 ENCONTRO DE FUTURO

Local: CIS Guanabara – R. Mario Siqueira, 829 – Botafogo, Campinas – SP

Programação

9h10 – Boas-vindas da Escola de Transformação 9h30 – Celebração de abertura

9h45 – Check-in

10h15 – Apresentação Abaeté e Sirius (moradores apresentam as comunidades)

10h35 – Pausa para café

10h45 – Apresentações inspiradoras

20 min – Felipe Ferreira (Instituto Novos Sonhos)

20 min – Claudinho Miranda (Favela da Paz)

11h25 – De tudo o que eu escutei, o que me inspira? Como estas histórias me fazem seguir adiante no meu bairro?

11h45 – Como eu sonho meu bairro (Sírius e o Abaeté) no futuro? Qual o meu papel nessa transformação?

12h05 – Colheita

12h30 – Almoço

14h: Dinâmica de criação do painel do bairro do futuro – Juntos com as pessoas do seu bairro/interessados da cidade montam o painel da cidade dos sonhos com foco no Sírius e Abaeté.

16h – Apresentação dos sonhos

16h30min – Apresentação do edital e explicação dos próximos passos.

17h00 – Check out: De tudo o que sonhei e escutei, como saio daqui hoje? O que eu quero levar para minha comunidade?

17h30 – Fechamento: Celebração / Entrega das avaliações sobre o evento

*A Escola de Transformação DIST Campinas é uma parceria do Elos com a Demacamp, apoiado pelo Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal dentro da estratégia Desenvolvimento Integrado e Sustentável de Territórios (DIST)

Saiba mais sobre a Vivência Oasis DIST Rio Largo em parceria com IADH

1/11/2016 | Ricardo Oliveros | Blog, desenvolvimento local, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , ,

Depois de dois anos trabalhado com quatro comunidades da Baixada Santista, fomos convidados para uma parceria com Instituto de Assessoria para o Desenvolvimento Humano (IADH) no projeto em Rio Largo, realizado dentro da estratégia Desenvolvimento Integrado e Sustentável dos Territórios (DIST), apoiado pelo Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal.

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No final de setembro, Rodrigo Alonso e Clarissa Müller foram conhecer o território e realizar visitas de mobilização institucional e comunitária, tendo em vista a realização da Vivência Oásis no Núcleo 1 do projeto, composto pelos Residenciais Barnabé Oiticica, José Carlos Pierucetti, Demorisvaldo Wanderlei, Tavares Granja e Teotônio Vilela.

De acordo com Ronaldo Camboim, “a avaliação dos resultados alcançados foi bastante positiva e animadora, tanto por parte da comunidade dos Residenciais como das instituições visitadas”.

encontro com lideranças

A primeira reunião com a equipe Elos aconteceu na sede da Associação Comunitária do Residencial Teotônio Vilela e contou com a presença de  lideranças dos Residenciais e das técnicas da equipe ELOS em Alagoas, as arquitetas Isadora Padilha e Sandra Amália, além da equipe técnica do IADH, Rilma Brandão e Giselle Freitas e do coordenador do projeto, Ronaldo Camboim.

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Durante a estada da equipe ELOS foi realizada uma série de  reuniões: com o diretor Gaus Andrade, do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Alagoas (UFAL); com o Comando da Aeronáutica, Gal Paulo Henrique Amaral e com a equipe técnica da Coordenação de Habitação da Secretaria de Desenvolvimento Social de Habitação da Prefeitura de Rio Largo, Renata Alves e Raimunda Lima; com a Diretora Josicleide Amorim, da Escola Municipal de Ensino Básico Gustavo Paiva, situada no Residencial Barnabé Oiticica, onde serão realizados os dois Módulos da Vivência Oásis; com o Secretário Estadual de Desenvolvimento e Assistência Social, Antonio Pinaud; com a Superintendência de Projetos Sociais da SEINFRA, Vanessa Martins e a Coordenadora de Projetos Marta Lécia Ribeiro.

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No final de semana entre os dias 21 a 23 de outubro, a primeira parte da Vivência Oasis Dist Rio Largo, com 25 participantes na formação, e 106 moradores nos encontros comunitários. Clarissa, Niels, Sandra (GSA 2104) e Isadora, participante do Oasis Training Canteiro Mais Cultura, foram os facilitadores da ação.

Depois de realizarem as etapas do olhar, do afeto, estes são os sonhos coletivos que vão ser realizados nos dias 12 e 13 de novembro: manutenção da quadra de esportes, construção de arquibancada de pneus, manutenção dos equipamentos de ginástica, parquinho para as crianças, plantio de jardins, construção de pista de skate, construção de área coberta (pergolado), construção de piso no coreto já existente, construção/reforma de caminhos, pista de caminhada e construção/ instalação de bancos e mesas.

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“Hoje eu tive a certeza que o amor é a base de tudo, da transformação, ele é o grande transformador. O amor é capaz de mover o mundo.” Renata Januário (participante e funcionária da Habitação Social em Rio Largo.

Todo mundo convidado para colocar a mão na massa dias 12 e 13 de novembro! O ponto de encontro é na Escola Municipal Gustavo Paiva, no Conjunto Barnabé Oiticica.

Guia das Comunidades Empreendedoras ganha versão digital

8/06/2016 | Ricardo Oliveros | Blog, Comunidade Elos, desenvolvimento local, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , , , , , ,

Compartilhar nossos aprendizados sempre fez parte dos nossos sonhos, por isto estamos celebrando a edição digital do Guia das Comunidades Empreendedoras. A publicação tem como origem  as experiências e estratégias vivenciadas pelo Instituto Elos nas parcerias com diferentes comunidades.

Uma das bases está nas histórias e aprendizados do programa Comunidades Empreendedoras, realizado dentro da estratégia Desenvolvimento Integrado e Sustentável dos Territórios (DIST), apoiado pelo Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal, realizado em 4 comunidades da Baixada Santista  simultaneamente, sendo  Vila Progresso e Caminho da União, em Santos, Prainha, no Guarujá, e Guapurá, em Itanhaém, no período de janeiro de 2014 a dezembro de 2015.

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A experiência do Comunidades Empreendedoras impulsionou e apoiou a criação de oito projetos comunitários, inclusive de geração de renda, cinemas de rua, mutirões, feiras comunitárias e outras atividades. Thaís Polydoro, gestora do programa, reforçou que esse é justamente um dos objetivos do Elos.

“A gente convida as pessoas a descobrirem seus talentos e colocarem esses potenciais em prática sempre com o sonho coletivo como foco. A partir daí, podem nascer cinemas de rua, feirinhas gastronômicas, padarias comunitárias, praças. É fazendo o que a gente ama, unidos por um sonho comum, que construímos o melhor mundo”, diz Thaís.

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Este guia está dividido em 4 partes:

a. 7 passos para você e seu grupo transformarem seu bairro em uma comunidade empreendedora.

b. Inspiração: histórias das comunidades empreendedoras

c. Coisas que você pode fazer em sua comunidade

d. Uma série de anexos que podem ajudar em seus empreendimentos comunitários

Comunidades Empreendedoras recebem Geladeiras Literárias dos jovens das Oficinas Querô

13/11/2015 | Ricardo Oliveros | Blog, Comunidade Elos, desenvolvimento local, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , , , , , , ,

Todos os anos, os jovens que participam das Oficinas Querô são estimulados a realizarem uma Ação Social na região. Pensando não somente no universo audiovisual, mas também na transformação humana, a intenção da turma de 2015 foi a de levar mais cultura às comunidades, tendo a literatura como ferramenta. Foram 4 geladeiras doadas por moradores das cidades da Baixada Santista foram customizadas e transformadas em bibliotecas.

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Para isso, houve uma mobilização regional, de diferentes formas. O artista Leandro Shesko ministrou aos jovens uma aula prática sobre pintura em grafite e customizou uma das geladeiras. As outras três foram pintadas pelos próprios jovens, desde a criação do desenho até a aplicação na geladeira.

Cerca de 300 livros foram doados por moradores e empresas da região, em campanha realizada online, via redes sociais e aplicativos no celular e as tintas foram doadas pela empresa Tintas e Tintas. Após essa união, foi possível realizar a entrega das Geladeiras Literárias em 4 comunidades da região: Vila Progresso, Morro do Tetéu, Morro do José Menino e Vila Charms (São Vicente).

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No Morro do Tetéu, por exemplo, a Geladeira Literária ficou no H&D Infinity, espaço criado pela moradora Nani, onde realizam atividades com cerca de 20 crianças, oferecendo aulas de canto, dança e show de talentos. “Acho a cultura importante pra criança se desenvolver e aprender, por isso tivemos essa ideia de criar um espaço para que as crianças saíssem das ruas”. Sobre as geladeiras, Nani agradeceu por mais esta atividade com as crianças. “Achei a ideia da geladeira ótima pois aqui nada acontece sem união. Agora temos um ponto de pesquisa e leitura para a criançada”.

Todo o processo de captação dos materiais, pintura das geladeiras e a entrega nas comunidades foi registrado em um documentário, com direção dos jovens Lucas Camargo e Danielle Gonçalves. “Foi emocionante ver a reação das pessoas ao receberem as geladeiras. Adoramos colocar em prática esse documentário e ver o quanto livros que pareciam tão comuns no nosso dia a dia foram tão importantes para os moradores”, comenta o jovem Lucas.

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As Oficinas Querô têm patrocínio do Banco Votorantim. O filme poderá ser visto na sessão de estreia dos curtas das Oficinas Querô 2015, marcado para o dia 15 de dezembro, no Cine Roxy 5 (Gonzaga).

A ação foi inspirada em intervenção realizada por artistas em Brasília, televisionada recentemente em rede nacional e que ganhando espaço pelas cidades brasileiras. A intenção de trazer a ideia para a Baixada Santista, incentivando a união das artes regionais e a troca de experiências das comunidades com artistas e jovens do Querô foi do profissional Rubens de Farias, educador das aulas de Coletivo das Oficinas Querô.

“Dessa forma, os jovens do Querô deixam um legado às comunidades da região, contribuindo para a troca de experiências entre comunidade e juventude”, comenta o educador.

A articulação com as comunidades se tornou possível devido à parceria com o Instituto Elos, que realiza atividades nas comunidades da região por meio do programa Comunidades Empreendedoras, com o apoio do Plano de Aplicação do Fundo Socioambiental da CAIXA, que faz parte do DIST (Desenvolvimento Integrado e Sustentável de Territórios).

Participe da segunda edição do Festival Comunidades Empreendedoras

31/08/2015 | Ricardo Oliveros | Blog, desenvolvimento local, permacultura, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , , , , , ,

O Elos promove a segunda edição do Festival Comunidades Empreendedoras, um encontro inspirador com as comunidades que estão fazendo a diferença. Esta é uma ação em conjunto com o Núcleo de Economia Solidária da USP (NESOL), Cortines & Sebastiá Assessoria em Gestão Empresarial, SESC Santos, com apoio do Plano de Aplicação do Fundo Socioambiental da CAIXA, que faz parte do DIST (Desenvolvimento Integrado e Sustentável de Territórios).

O encontro acontecerá nos dias 12 e 13 de setembro, sendo que no sábado, tem a Jornada do Herói, um workshop voltado para a formação de desenvolvimento pessoal, coordenado por Aser Cortines. Neste dia, o evento é fechado para as comunidades e convidados.

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No domingo, a partir das 10 horas da manhã, as comunidades do Caminho da União, Guapurá. e Vila Progresso vão apresentar os resultados de seus projetos que foram escolhidos no 1o. Festival.

Após o horário de almoço, às 15h, não perca o TRAGA & TROQUE,  a feira de trocas de utensílios, roupas, acessórios, objetos de decoração. Traga seus objetos em bom estado, e troque por algo que queira ou precise.

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O INSPIRE-SE terá como convidados, às 16h30, o Coletivo de Consumo Rural Urbano de Diadema e o Justa Trama, ou seja, exemplos de boas prática de Economia Solidária.

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Elos e Instituto Querô se unem para levar cinema e intervenções urbanas à comunidade Vila Progresso

29/06/2015 | Ricardo Oliveros | Blog, desenvolvimento local, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , ,

O Roda VP é um movimento cultural que valoriza os recursos e talentos da Vila Progresso e da região dos morros por meio da realização de mutirões de pintura, cinemas de rua, festas comunitárias temáticas, feiras de troca, oficinas culturais e rodas de conversa. Esta ação faz parte do Comunidades Empreendedoras, com o apoio do Plano de Aplicação do Fundo Socioambiental da CAIXA, que faz parte da estratégia conhecida como DIST (Desenvolvimento Integrado e Sustentável de Territórios).

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Há 10 meses, os moradores participantes do grupo Guerreiros do Progresso realizam cinema para crianças toda última terça-feira no Bar da Conceição, na rua 1 e, no último fim de semana, iniciaram as ações de pintura. Como o cinema tem dado o tom desse movimento, o Elos convidou o Instituto Querô para fazer parte desta ação como consultor, apoiando na curadoria dos filmes do cinema de rua (infantil e adulto), oferecendo oficinas de produção cultural e audiovisual e apoiando na mobilização da juventude.

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A ideia é que os moradores façam a produção das sessões de cinema de rua, exibindo filmes ao ar livre para toda a comunidade. “Nossa primeira sessão aconteceu dia 16 de junho com o filme Saneamento Básico, do diretor Jorge Furtado. Foi muito bacana ver todos envolvidos durante a preparação da atividade, como a moradora Dona Maria, sempre disposta a correr atrás dos preparativos” comenta a produtora do Instituto Querô, Samara Carvalho. A ideia é orientá-los por 6 meses, para que depois os próprios moradores deem continuidade às atividades desenvolvidas.

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Oficina de Identidade Visual - O próximo encontro está marcado para terça-feira (30/06), quando será realizada uma Oficina de Identidade Visual com o profissional Nilton Ferreira. Capacitado pela primeira turma das Oficinas Querô em 2006, atualmente é designer, editor e cinegrafista, e ajudará os moradores na formação da identidade visual do grupo Guerreiros do Progresso.

Além dessa atividade, também estão programadas oficinas de social mídia, produção de evento, cobertura de evento, edição de vídeo, cineclubismo e dois Encontros Inspiradores, que buscam trazer profissionais do audiovisual para multiplicar conhecimento com os moradores ou levar à comunidade em uma viagem à São Paulo para conhecer ações similares.

Horta Bons Frutos começa a dar resultados no Caminho da União graças as parcerias

29/04/2015 | Ricardo Oliveros | Blog, desenvolvimento local, permacultura, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , , , ,

Depois do GSA 2014, estamos acompanhando bem de perto as comunidades parceiras, com o apoio do Plano de Aplicação do Fundo Socioambiental da CAIXA, que faz parte da estratégia conhecida como DIST (Desenvolvimento Integrado e Sustentável de Territórios). Assim surgiu o Comunidades Empreendedoras, um projeto de desenvolvimento local que  está envolvendo o Guapurá, a Prainha, a Vila Progresso, e o Caminho da União, todas localizadas na Baixada Santista.

HORTA COMUNITÁRIA

Em março de 2015, realizamos no SESC o I Festival Comunidades Empreendedoras onde  selecionamos  oito projetos de impacto social, ambiental, econômico e cultural nas comunidades. O sonho da União da Comunidade, grupo formado pelos moradores do Caminho da União – Jardim São Manoel – Santos, foi a implantação de uma horta comunitária, chamada Horta Bons Frutos.

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Crianças participam do mutirão de limpeza do terreno da horta comunitária

 

Para fazer acontecer o sonho do grupo, começaram a busca pelas melhores parcerias para que o projeto se torne espetacular. A CPFL fez a cessão do terreno para implantação da horta, o Cidades Sem Fome foi contratado para dar consultoria no projeto, e o Rotary Club Santos – Boqueirão é a patrocinadora do projeto, através da doação de recursos financeiros para ferramentas e materiais iniciais.

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A União da Comunidade, grupo formado pelos moradores do Caminho da União – Jardim São Manoel – Santos, participam da limpeza do terreno, para implantação da Horta Bons Frutos.

Com todas estas parcerias, chegou a hora da comunidade colocar a mão na massa, para fazer a primeira horta comunitária em Santos. Os moradores começaram com a limpeza do terreno, e já dá para ver em um dia de mutirão, os resultados dando frutos.

Antes e Depois

Antes e depois do primeiro mão na massa no Caminho da União para implantação da primeira horta comunitária de Santos

Para fechar com chave de ouro este processo, todos foram parar hoje na capa do Jornal A Tribuna! É isso, quando o sonho coletivo é legítimo, todos se unem para transformar o mundo no lugar em que todos sonhamos

a tribuna

Retrospectiva 2014: Comunidades Empreendedoras brilham com apoio do Plano de Aplicação do Fundo Socioambiental da CAIXA

18/12/2014 | Ricardo Oliveros | Blog, desenvolvimento local, Linha do Tempo Elos, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , , , , ,

Depois do GSA 2014, estamos acompanhando bem de perto as comunidades parceiras, com o apoio do Plano de Aplicação do Fundo Socioambiental da CAIXA, que faz parte da estratégia conhecida como DIST (Desenvolvimento Integrado e Sustentável de Territórios). A experiência que estamos fazendo no Comunidades Empreendedoras está envolvendo o Guapurá, a Prainha, a Vila Progresso, e o Caminho da União, todas localizadas na Baixada Santista.

COMUNIDADES EMPREENDEDORAS 01

Os momentos mais especiais é quando reunimos as 4 comunidades empreendedoras

A equipe Elos, sob a coordenação da Thais Polydoro, tem ido semanalmente em todos estes lugares para acompanhar os sonhos de Re-Evolução de cada um, fazendo oficinas comunitárias, trazendo inspiração com visitas às experiências muito bacanas que conhecemos, promovendo encontros com apoio de outras entidades, e fazendo com que as pessoas entendam que seu papel é de colocar a mão na massa para transformarem seus sonhos em realidade.

COMUNIDADES EMPREENDEDORAS 02

A Oficina com o pessoal do Arte nas Cotas foi um mão na massa com muita arte

“Esta parceria tem possibilitado que a gente acompanhe essas comunidades durante 18 meses e potencialize o que elas querem. Com o apoio, podemos realizar as reuniões, convidar pessoas para palestrarem, ampliar repertórios com visitas a outras comunidades”, explica a Thais, gestora de núcleo de realização do Elos.

Para o gerente nacional de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental da CAIXA, Jean Benevides, o programa Guerreiros Sem Armas traz forte investimento na mobilização das pessoas para a realização de desejos compartilhados pela comunidade. “Os aspectos positivos estão nas potencialidades das pessoas e lugares, e não nas dificuldades; na valorização dos sonhos compartilhados como impulsos para a mudança e na concretização de resultados visíveis em curto prazo”, comenta.

COMUNIDADES EMPREENDEDORAS 04

O Encontro sobre Economia Solidária no SESC foi um dos momentos inspiradores para todos em 2014

Neste ano, os números são a síntese de um processo de transformação do mundo, no lugar em que todos sonhamos:

a)    253 ações com 5005 participações (reuniões comunitárias, oficinas, reuniões de articulação estratégica, mutirões, SARAU, festas comunitárias, Cinema de rua).

b)    04 Visitas de inspiração com 140  participações. 20 mutirões comunitários de manutenção dos espaços contruídos no GSA 2014

c)    04 Vivencias na Filosofia Elos com 91 participações dos sonhadores das comunidades

d)    Mais de 1500 exemplares de Alo Alo das comunidades distribuídos

O pessoal do Guapurá manteve a pracinha do GSA 2014, batalhou e conseguiu os kits de exercícios ao ar livre: as aulas começam em janeiro

O pessoal do Guapurá manteve a pracinha do GSA 2014, batalhou e conseguiu os kits de exercícios ao ar livre: as aulas começam em janeiro

Cada um de nós que participou só tem a agradecer por este trabalho, os laços que foram criados, as respostas que estamos recebendo de todos, e muito felizes de ver o que todos estão alcançando, a cada dia. Em 2015, tem mais, muito mais!!!

Comunidades Empreendedoras no encontro do DIST em Brasília

6/11/2014 | Ricardo Oliveros | Blog, desenvolvimento local, Responsabilidade Social | Tags: Tags:, , , , , , , , , ,

A Thais Polydoro do Elos está em Brasília para o encontro do DIST (Desenvolvimento Integrado e Sustentável de Territórios), uma ação prevista no Plano de Aplicação do Fundo Socioambiental da CAIXA. Ela apresenta, ao lado de outras entidades, a experiência que estamos fazendo no Comunidades Empreendedoras: Guapurá, Prainha, Vila Progresso e Caminho da União, todas localizadas na Baixada Santista. DIST O conceito de moradia não se resume apenas a uma casa ou apartamento. É também a vida em comunidade, a administração do condomínio, o relacionamento com o poder público e a qualificação profissional. Foi a partir desse entendimento que a Caixa Econômica Federal, por meio do Fundo Social da CAIXA, vem desenvolvendo, junto com uma série de entidades, um programa que tem como objetivo estimular o desenvolvimento e sustentabilidade de conjuntos habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida. A edição de 2014 dos Guerreiros Sem Armas foi realizada em janeiro, mas o acompanhamento do projeto continua, com o apoio da CAIXA, com o nome de Comunidades Empreendedoras. “Esta parceria tem possibilitado que a gente acompanhe essas comunidades durante 18 meses e potencialize o que elas querem. Com o apoio, podemos realizar as reuniões, convidar pessoas para palestrarem, ampliar repertórios com visitas a outras comunidades”, explica a Thais, gestora de núcleo de realização do Elos. Para o gerente nacional de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental da CAIXA, Jean Benevides, o programa Guerreiros Sem Armas traz forte investimento na mobilização das pessoas para a realização de desejos compartilhados pela comunidade. “Os aspectos positivos estão nas potencialidades das pessoas e lugares, e não nas dificuldades; na valorização dos sonhos compartilhados como impulsos para a mudança e na concretização de resultados visíveis em curto prazo”, comenta.