Negócio de Guerreiro – Carlos Torres

Por Mariana Felippe
É muito comum ouvir os guerreiros sem armas de todas as edições dizerem que participar do programa mudou suas vidas, e isso não é à toa. Passar 30 dias imerso em um local novo, compartilhar uma (super!) casa com mais 80 pessoas inicialmente desconhecidas, vivenciar a pedagogia indígena e ter uma comunidade maravilhosa para aprendizado diário é realmente transformador.
Podemos dizer que esse mês foi bem especial para o Elos, pois além de entrarmos de cabeça no processo do Guerreiros Sem Armas 2012, recebemos a visitas de vários participantes, de 2007 e 2011. O peruano Carlos Torres (mais conhecido entre os guerreiros como Caio) participou em 2007 e voltou como co-facilitador em 2011 e me contou que participar do GSA foi o ponto de partida para o que agora ele considera sua rota de vida.

Como arquiteto, ele se questionava sobre para onde queria dirigir sua formação profissional e, ao vir para o programa em 2007, descobriu que queria ter aquela sensação de satisfação pessoal sempre e devia focar seu trabalho em impactar positivamente no planeta através de boas práticas de Arquitetura.  Por conta disso, começou a envolver-se mais em projetos de construção sustentável.

Mesmo sabendo que nem sempre todos os profissionais envolvidos têm o espírito de querer fazer algo diferente, passou a usar as habilidade que desenvolveu com a Comunicação Não-Violenta (que nos ambientes corporativos passou a chamar de Empatia Profissional) e Jogos Cooperativos envolvendo toda a equipe na busca por um único objetivo.

Para finalizar, segue um pequeno relato de Caio:

“Sem dúvidas incorporei princípios do Guerreiros Sem Armas que são minhas ferramentas de gestão. Por isso, sempre tenho uma lembrança carinhosa do verão de 2007, pelas pessoas que conheci, os amigos que encontrei e o sonho que descobri em mim. Hoje, 5 anos depois, digo com orgulho que sou um guerreiro sem armas, que aprendeu a lição mais importante de sua vida naqueles 30 dias em Santos, buscando um sonho, que finalmente descobri que era encontrar o meu próprio sonho.”

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