GSA10: A estréia do Fundação Affonso Brandão Hennel no Guerreiros Sem Armas

A Fundação  Affonso Brandão Hennel (ABH) acredita na transformação do mundo, na qualificação das pessoas, no investimento em talentos e na utilização de conhecimento e tecnologia para minimizar a pobreza, gerar renda e otimizar recursos em benefício de todos. Ela é parceira da Brazil Foundation no apoio ao Guerreiros Sem Armas e pela primeira vez apóia nosso programa.

Fundação Affonso Brandão Hennel

 

GSA10: Brazil Foundation é parceira do Guerreiros Sem Armas

A Brazil Foundation mobiliza recursos para ideias e ações que transformam o Brasil. Eles trabalham com líderes e organizações sociais e uma rede global de apoiadores para promover igualdade, justiça social e oportunidade para todos os brasileiros. Este é o primeiro ano desta parceria, que é resultado positivo do processo de seleção de projetos de organizações sociais que tem atuações estruturantes na promoção da transformação social e equidade no Brasil.

BrazilFoundation

 

GSA10: CAIXA é uma apoiadora do Guerreiros Sem Armas

Faz parte do jeito Elos de ser buscar parceiros que estejam alinhados ao nosso propósito e de nossos programas. No Guerreiros Sem Armas não é diferente e é por isso que ficamos muito felizes em dar destaque às organizações que nos apoiaram a tornar essa edição real!

Caixa_GovFederal

 

A Caixa é parceira do Instituto Elos desde 2006, sendo que em 2014, tivemos um apoio de longo prazo para o Programa Comunidades Empreendedoras,  a partir do Plano de Aplicação do Fundo Socioambiental da CAIXA, que faz parte da estratégia conhecida como DIST (Desenvolvimento Integrado e Sustentável de Territórios). Em 2015, se tornou uma das empresas que patrocinou o Guerreiros Sem Armas, e em 2017, faz novo aporte para o Guerreiros Sem Armas, o que comprova uma parceria sólida de ações voltadas para a transformação social.

 

GSA10: Elos Novos Líderes fazem avaliação do programa

Segunda (24/07) foi o encerramento Elos Novos Líderes, uma vivência intensiva de 5 dias integrais, concebida por Aser Cortines e Rodrigo Rubido para gerar nas lideranças o desenvolvimento das habilidades necessárias para agir em ambientes complexos. O programa, que tem produção de Maristella Ferreira da Silva e Niels Koldewijn,  é marcado pelo aprendizado através da ação, e proporciona que os participantes interajam com os jovens do programa Guerreiros Sem Armas e moradores das comunidades do Fontana, Largo do Machado e México 70.
novoslideres
“É impressionante como as pessoas das comunidades que mal conhecíamos, estavam abertas para nossa presença. Sei que as pessoas só contam coisas íntimas quando se sentem seguras”, contou Bruninho.
Os participantes ressaltaram, que durante os 2 dias de mutirão, houve muita quebra de preconceitos. “Para mim foi muito importante participar de um grande senso de comunidade, posso dizer, que aprendi muito mais com eles do que eles comigo”.
Para o grupo que foi para o Largo do Machado formado por Leonardo Souza (ADM), Paulo Torres (Instituto Favela da Paz) , Bruninho Souza (Biblioteca Comunitária Caminhos da Leitura), Viviane Nale (Fundação FEAC), Euzimar Augusto da Rocha Rosado (Fundação Renova),  @s participantes tiveram que rever seus conceitos de qualidade de vida, entender que as diferenças não significam que uns são mais infelizes do que outros, e que vão levar para a vida profissional o ato de realizar e finalizar o que se projetou.
O grupo que colocou a mão na massa no Morro do Fontana, com Fernando Xara (Instituto Elos), Thais Badim (Instituto Querô), Bruna Araujo (ADM), Ana Maria Malvezzi de Souza (Anima), ficaram [email protected] com o sentimento de cooperação presente, o princípio de solidariedade. “Não existem lugares pobres, e sim, empobrecidos. Quem é rico, quem é pobre? foi uma questão que foi retomada. Ou seja, rico é aquele que está preso entre muros altos, ou pobre é quem pode andar livremente pelo local onde mora?
Para o  pessoal que foi para o México70, que contou com Bruno Vergueiro Silva Pimenta (Fundação Renova), Claudinho Miranda (Instituto Favela da Paz), Mariana Moura (OBB), Edmir Mario de Carvalho (Anima), Bruno Faria (Brazil Foundation), ficou forte o sentimento que eles não precisam se mudar do lugar onde vivem, e sim transformar o local. O autoconhecimento foi um ponto importante para o grupo, e descobrir que era capaz de fazer coisas, que nem tinha ideia que era possível. O princípio que vão levar do curso é “tudo e qualquer coisa é possivel se tiver vontade de acontecer”.
Os três grupos foram unanimes na valorização do papel das crianças na transformação do mundo. “Elas são as primeiras a chegar no mutirão, e os adultos aparecem por causa delas. A medição na comunidade são feitas por elas”.

GSA10: CODESP apóia Guerreiros Sem Armas

CODESP é uma das empresas que apóia o Guerreiros Sem Armas.

Codesp_GovFederal

“É um grande prazer representar o Porto de Santos, novamente patrocinando esse importante evento que é o Guerreiros Sem Armas. Para nós, é fundamental promover o bem-estar na baixada santista, e para isso, o patrocínio é uma de nossas principais ferramentas, não apenas a programas sociais, mas também com atividades e projetos culturais, esportivos e ambientais. É a nossa forma de lembrar que o porto está no dia-a-dia de todos – não apenas na economia, mas também na educação, na vida e na cultura da Baixada Santista.

Por isso, estamos mais uma vez orgulhosos de poder colaborar com os profissionais do Instituto Elos na busca perene de entender os sonhos e ouvir as populações afetadas pelas atividades do porto. Quero então, na qualidade de Diretor-Presidente da Codesp, estender os agradecimentos de toda a comunidade portuária, não apenas ao Instituto e aos organizadores do Guerreiros sem Armas, mas também aos Guerreiros de 2017, que dispuseram de seu tempo para vir nos ajudar a cumprir nossa missão conjunta de melhor integrar o porto, a cidade e as suas populações. Avante guerreiros!”, afirmou Alex Oliva.

Muito obrigado, CODESP, por poder contar pela segunda edição consecutiva ao nosso programa.

GSA10: ADM é uma das empresas que aposta no Guerreiros Sem Armas

Faz parte do jeito Elos de ser buscar parceiros que estejam alinhados ao nosso propósito e de nossos programas. No Guerreiros Sem Armas não é diferente e é por isso que ficamos muito felizes em dar destaque às organizações que nos apoiaram a tornar essa edição real!

ADM

ADM

 

“Respeitamos muito o trabalho do Instituto Elos, que tem demonstrado ótima habilidade em equilibrar os pontos de vista dos vários atores da comunidade santista, empresariais, institucionais e comunitários. Somos apoiadores do Projeto Guerreiros Sem Armas, por meio do nosso programa ADM Cares, que visa contribuir com iniciativas para o bem coletivo das comunidades onde atuamos, nos campos da sustentabilidade, educação e saúde. É motivo de satisfação para a ADM nos associar a estas iniciativas e levar o conceito da integração empresa e comunidade a todos os nossos colaboradores do terminal de Santos”, afirma Eduardo Rodrigues, diretor regional de portos e logística.

Muito obrigado, ADM pela segunda vez que apóia nosso programa!!!

 

GSA10: Parceiros do Guerreiros Sem Armas são apresentados em evento aberto

Faz parte do jeito Elos de ser buscar parceiros que estejam alinhados ao nosso propósito e de nossos programas. No Guerreiros Sem Armas não é diferente e é por isso que ficamos muito felizes em dar destaque às organizações que nos apoiaram a tornar essa edição real!
No início do Encontro dos Sonhos do Guerreiros Sem Armas (#GSA10) começamos agradecendo a todas as organizações que apostaram no programa!
Muito obrigado Adm Do BrasilPorto de Santos (Codesp)Caixa,BrazilFoundationFundação Affonso Brandão Hennel. E pelo apoio da Prefeitura de SantosPrefeitura de São VicenteSanta Casa de Santos,Agência Brasileira de Cooperação ABC
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GSA10: México 70: onde tem criança não tem medo

Fotos: Alyson Montrezol
MEXICO70 Blog
Quem passa pela rodovia dos Imigrantes, na altura do Km 65, nem imagina quem são as pessoas que estão nos barracos, que colocam a roupa no varal, nem nos predinhos coloridos da CDHU.
O que se sabe é que a favela México 70 é uma das cinco maiores favelas da América do Sul. Na verdade, tem casas de todos os tipos: de alvenaria, autoconstruídas, palafitas de madeira, e outras que estão sendo reconstruídas. A vista do canal do mangue é espetacular.
Como disse um morador: “aqui tem gente que tem algo, tem gente que tem um pouco, tem gente que tem muito pouco”. Mas ao mesmo tempo faz questão de afirmar que todo mundo ajuda uns aos outros.
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Muita gente de fora tem medo de passar perto de lá. E como em tantas outras comunidades que já conhecemos, o que encontramos foram muitas crianças encantadas com a presença de tanta gente diferente: “como se fala meu nome na sua língua?”, todas querem saber. [email protected] explicam que é a mesma coisa, elas não acreditam, e os [email protected] Sem Armas estrangeiros entendem que falar com sotaque já as deixa muito felizes. Aos poucos os adultos vão chegando, mais histórias são contadas, talentos vão aparecendo, o afeto sendo criado de maneira genuína.
Nossa estréia em São Vicente não poderia ter sido melhor, as pessoas brilham muito e agradecemos por nos receber assim!

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Photos: Alyson Montrezol

MEXICO70 Blog

Those who pass the Imigrantes Highway, at Km 65, can not imagine who the people are in the shacks, who put their clothes on the clothesline, or the colorful houses of the CDHU.
What is known is that the favela Mexico 70 is one of the five largest favelas in South America. In fact, it has houses of all kinds: masonry, self-built, wooden stilts, and others that are being rebuilt. The view of the mangrove canal is spectacular.
As one resident said: “here there are people who have something, there are people who have a little, there are people who have very little”. But at the same time he makes a point of saying that everyone helps each other.

MEXICO70Blog2

A lot of outsiders are afraid to go near. And as in so many other communities we already know, what we found were many children charmed by the presence of so many different people: “how do you speak my name in your language?”, Everyone wants to know. They all explain that it’s the same thing, although they do not believe it, and the Warriors understand that speaking with an accent already makes them very happy.
Gradually the adults come, more stories are told, talents are appearing, affection is created in a genuine way.
Our start in São Vicente could not have been better, the people shine a lot and we thank them for receiving us like this!

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GSA10: Fontana a cidade das vistas

Fotos: Alyson Montrezol
Fontana blog

Se no Largo do Machado as escadas levam nomes de santas, no Fontana, são os santos homens homenageados. Lá, no tempo que a televisão nem existia, todo fim de semana havia serenata sob a luz dançante de um lampião ou debaixo das janelas das moças mais bonitas.
As crianças brincavam soltas nas ruas, aliás, ainda brincam. Para quem acha que tudo é tecnologia, deveria ver a quantidade de pipas que voam nos céus nesta época do ano. Sim, elas continuam ainda hoje livres e soltas,
Os morros de Santos na sua maioria foram a primeira moradia de espanhóis e portugueses, em especial da Ilha da Madeira, que sabiam como construir com maestria suas casas nas encostas, em chalezinhos tão caprichados, sempre sobre pilaretes para que a umidade da terra não estragasse os pisos das casas. As escadarias de pedras continuam a revelar outros caminhos que desafiam a lógica das ruas, assim como os muros de arrimo, com as pedras tão arrumadinhas que parecem desenhos, de tão perfeito seu encaixe.
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Os moradores desta outra cidade alta, tem a cidade baixa aos seus pés. De repente, numa andança é possível ver os dois lados de Santos: de um lado, o porto e a cidade velha, e de outro, a praia, num único virar de cabeça. Que baita privilégio!!!
Muito obrigado comunidade do Fontana que está conosco nesta jornada!

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Photos: Alyson Montrezo

Fontana blog

If in Largo do Machado the stairs have names of saints, in Fontana, it is the holy men who are honored. There, in the time that television did not even exist, every weekend there was a serenade under the dancing light of a lantern or under the windows of the prettiest girls.
The children play freely in the streets. For those who think that everything is technology, should see the amount of kites that fly in the skies at this time of year. Yes, they are still free and loose today,
The hills of Santos were mostly the first dwelling of Spaniards and Portuguese, especially of the Island of Madeira, who knew how to construct with mastery their houses on the slopes, in so little cures, always on pillars so that the humidity of the earth did not spoil the floors of the houses.
The stone stairways continue to reveal other paths that defy the logic of the streets, as well as the retaining walls, with stones so neat that look like they are designed, so perfect their fit.

Fontana blog2

The residents of this other ‘highertown’ have the city at their feet. Suddenly, in a short walk you can see both sides of Santos: on one side, the port and the old city, and on the other, the beach, in a single turn of the head. What a privilege!
Thank you very much Fontana community that you are with us on this journey!

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GSA10: Largo do Machado – São Bento: A cidade das escadas

Fotos: Alyson Montrezol
GSA_2017 - 0149 - Largo do Machado
Conta-se que os portugueses foram os primeiros a chegar no Morro do São Bento. Para conseguir pessoal para trabalhar, bastava pendurar um recado num ponto visível qualquer, anunciando que em tal dia haveria serviço no lugar tal. Foi dessa maneira que homens carregaram nos ombros os meios-fios de 120, 150 quilos com os quais se construiu as escadas que permeiam o cenário do morro.

A comunidade que nos acolheu para 2017, está no Largo do Machado, um lugar cheio de histórias e ponto de encontro. Foi ali que muitas crianças de todos os tempos jogavam bola, para desespero das mulheres que moravam em volta, muitos vidros quebrados, muitas bolas presas, outras tantas perdidas.
Essas mesmas mulheres que quando alguém ficava doente, uma corria para buscar folhas de alguma erva milagreira, outra cuidava das crianças, outra ia lavar roupa. Ainda restam alguns poucos chalés de madeira da época dos portugueses, todavia ainda estão lá muitos portugueses, além de muros de pedras exemplares para a contenção das encostas. Deste tempo, ainda resiste firme e forte a solidariedade entre os moradores.
GSA_2017 - 0158 - Largo do Machado
Se na cidade de baixo, as ruas são quase quadradas, na cidade alta elas são orgânicas. Ora um beco fechado que aos poucos revela uma vista espetacular, uma escada que parece que vai chegar aos céus, de tão alta, tanto que todas elas têm nomes de santas. Ainda tem muitas bicas de água, e cada uma delas, tem uma “grutinha” com uma santa que a protege.
Com o grupo de Guerreiros Sem Armas, uma história curiosa, entre tantas outras que todos estamos conhecendo: um rapazinho de 14 anos chegou numa reunião e perguntou, se eram os mesmos Guerreiros que estiveram na comunidade dele em 2012, e ele contou como foi marcante para ele estar com gente do mundo inteiro, e muito feliz de começar a história tudo de novo.
Nós também! Muito [email protected] Largo do Machado por receber a [email protected] tão bem!

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Photos: Alyson Montrezol
GSA_2017 - 0149 - Largo do Machado
It is said that the Portuguese were the first to arrive in Morro do São Bento. To get people to work, it was enough to hang a message at any visible point, announcing that on such a day there would be service in such place. It was in this way that men carried on the shoulders the half-wires of 120, 150 kilograms with which they built the stairs that fill the scenery of the hill.

The community that welcomes us in 2017, is in Largo do Machado, a place full of stories and meeting points. It was there that many children of all ages play with balls, to the despair of the women who lived around, with many broken windows, many balls trapped, others lost.
These same women that when someone got sick, ran to get leaves of some miracle herb, another taking care of the children, while another would wash clothes. There are still a few wooden chalets of the time of the Portuguese and yet there are many Portuguese descendents there, inclding exemplary stone walls to restrain the slopes. From that time back than, solidarity among the residents still persists.
If in the city below, the streets are almost square, in the upper city they are organic. Now a closed alley that gradually reveals a spectacular view, a stairway that seems to reach the heavens, so high, that they all have names of saints. There are still many spouts of water, and each one of them has a “grutinha” with a saint that protects it.
a href=”https://institutoelos.org/wp-content/uploads/2017/07/GSA_2017-0158-Largo-do-Machado.jpg”>GSA_2017 - 0158 - Largo do Machado
With the group of Warriors Without Weapons, a curious story, among many others we are all aware of: a 14-year-old boy that arrived at a meeting and asked if they were the same Warriors who were in his community in 2012, and he told how remarkable it was for him to be with people from all over the world, and very happy to start the story all over again.
US too!
Thank you very much Largo do Machado for welcoming everyone so well!

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