Equipe do Elos faz visita inspiradora às hortas comunitárias do Cidades Sem Fome

Quem manda notícias, é a Clarissa Müller, que ao lado da Thais Polydoro, da Marina Engels, e da Natália, nossa estagiaria de arquitetura, foram conhecer algumas hortas comunitárias que a organização Cidades sem Fome apoia na Zona Leste de São Paulo.

Dona Bela mostra com muito orgulho a horta comunitária localizada na Zona Leste (SP), projeto do Cidades sem Fome
Dona Bela mostra com muito orgulho a horta comunitária localizada na Zona Leste (SP), projeto do Cidades sem Fome

Para quem não conhece, o Cidades sem Fome é uma ONG que atua desde 2004 com o “Projeto de Hortas Comunitárias”, cujo objetivo é atenuar a situação das populações que vivem em locais de grande concentração habitacional. Essa iniciativa de desenvolvimento sustentável, idealizada por Hans Dieter Temp,melhora a alimentação das comunidades com alimentos saudáveis e nutritivos, como também sua capacitação profissional, geração de renda e emprego, através da comercialização dos produtos obtidos nas hortas. O projeto faz parte do banco de boas práticas do Programa Cidades Sustentáveis.
O Elos foi recebido na Zona Leste pela ONG Cidades sem Fome e ouviram histórias inspiradoras dos moradores
O Elos foi recebido na Zona Leste pela ONG Cidades sem Fome e ouviram histórias inspiradoras dos moradores

“As hortas estão localizadas em áreas de linhas de transmissão de energia, e onde passam dutos da Petropar. Conhecemos os moradores que tomam conta da horta, a maior parte deles já tinha uma horta nas suas próprias casas, e tem um carinho muito especial no trabalho com a terra. Seu Genival, de uma das hortas nos disse: ‘A gente não precisa de muita terra. A gente precisa cuidar da mãe terra’, contou Clarissa.
As meninas também conheceram o sistema de irrigação de uma das hortas, provaram banana em outra, e ouviram histórias de como a horta mudou a vida de quem trabalha lá. A visita foi muito inspiradora, e em breve, elas prometem muitos sonhos para serem realizados com as ideias que vivenciaram por lá.
Muito obrigado ao pessoal do Cidades Sem Fome que nos receberam e mostraram que com espaço ocioso, muita vontade, o mundo pode se tornar o lugar com que todos sonhamos.

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