GSA 2015: Uma rede global de jovens transformadores

58 jovens empreendedores de 22 países estarão no Brasil, de 06 de julho a06 de agosto, participando da 9a edição do programa Guerreiros Sem Armas (GSA), do Instituto Elos (www.institutoelos.org). A edição 2015 conta com patrocínio da ADM, Fundação Arymax, Porto de Santos-CODESP e Caixa Econômica Federal e apoio da Prefeitura de Santos, Prefeitura de São Vicente, SESC Santos, Santa Casa da Misericórdia de Santos e Agência Brasileira de Cooperação.
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Eles passarão pela experiência de atuar em comunidades da Baixada Santista e aprenderão, na prática, a mobilizar pessoas para realizar ações em diferentes contextos. Nestes últimos 15 anos o instituto formou 403 jovens de 37 países diferentes, que atuaram em parceria com 21 comunidades na Baixada Santista.
Os participantes de todas as edições do programa Guerreiros Sem Armas fazem parte de uma rede mundial de jovens empreendedores sociais que atuam localmente para transformar comunidades e que já promoveram ações como o movimento Oasis Santa Catarina, o Movimento Oasis Caribe e o GSA Madrid, entre outras experiências de longo prazo.
Realizado desde 1999, o Guerreiros Sem Armas (www.institutoelos.org/gsa) oferece uma experiência profunda de transformação com várias etapas de aprendizado, a partir de uma série de instrumentos que facilitam o trabalho em comunidade. Durante a  vivência de 32 dias, jovens constroem uma visão apreciativa das comunidades parceiras, criam laços de afeto com os moradores, buscam os sonhos coletivos das pessoas, e conseguem mobilizar todos os envolvidos, a partir dos talentos e recursos locais, a construção do que foi planejado coletivamente, em quatro dias.
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Por meio do programa, jovens têm contato com tecnologias para transformação de realidades em qualquer lugar do mundo. São no mínimo 290 horas de formação em 3 comunidades da Baixada Santista com uma equipe experiente de facilitadores e consultores. Além dos 60 participantes na formação, o programa acolhe cerca de 1000 pessoas diretamente ao longo de todo o processo: são moradores das comunidades, representantes do poder público, do comércio local, de universidades, escolas e muita gente que participa espontaneamente do processo, que beneficiam 5000 pessoas indiretamente.
No GSA o jovem faz parte de uma jornada de aprendizados e desafios além da etapa vivencial na comunidade. Participa de palestras temáticas, oficinas, atividades ministrados por vários tipos de lideranças, a exemplo de jogos das tradições indígenas, danças circulares, entre outras experiências.

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Depois de uma experiência tão intensa, a maioria dos jovens volta a suas cidades e países dispostos a empreender ações e projetos. Eles recebem acompanhamento durante 18 meses através de encontros virtuais e discussão de projetos, com o intuito de formar uma comunidade de atuação em escala global.

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