Horta Bons Frutos realiza atividade aberta

Durante a realização do GSA 2014  um dos sonhos coletivos realizados no Jardim São Manoel foi um barracão cultural que tinha em um pequeno terreno nos fundos uma pequena horta. A pequena horta ocupa hoje um terreno de 5 mil metros quadrados.

Recentemente o projeto recebeu o prêmio de Inovação Comunitária pela Brazil Foundation, mas este é apenas um dos reconhecimentos que permitem que a horta se expanda e consolide seus resultados.

A iniciativa busca ser comunitária no sentido amplo da palavra: a comunidade se expande para além dos limites do bairro. Escolas parceiras levam seus alunos para terem um contato próximo com a terra e organizações como o Rotary Clube Boqueirão apoiam o projeto.

Um vez por mês as empreendedoras da horta abrem as portas para quem quer colocar a mão na terra: plantar, colher, capinar, cuidar… Não é preciso inscrever-se, basta aparecer com sua melhor energia e disposição.

 

GSA 2019 – inscrições abertas

A primeira pergunta a se fazer é: Você acredita que transformar o mundo é possível? E se vê como parte desta transformação?

Se a resposta for sim, talvez você esteja no caminho certo. Mas precisamos avisar de antemão: O GSA é um programa para jovens que tem disponibilidade para por a mão na massa e fazer esta transformação acontecer.

Pense em um programa com alto grau de diversidade: são jovens vindos de diversas partes do mundo, de religiões diferentes, classes sociais diferentes,  com crenças, premissas e estratégias diversas… Todos vivendo juntos por 32 dias e dispostos a lidar de forma colaborativa e respeitosa com estas diferenças.

Pense em uma formação que se baseia em desenvolvimento humano e comunitário, que acontece em níveis mitológico, filosófico e instrumental. Que conta com uma equipe que irá guiar você na aplicação de uma Filosofia na prática, em 3 comunidades.

A comida é vegetariana, não é permitido o uso de álcool, ou qualquer tipo de droga durante todo o período de imersão do programa.

Você vai passar por um processo seletivo e sim, se for selecionarmos você, este programa tem um custo, nossa equipe está disposta a buscar recursos, mas contamos que você dê o seu melhor para viabilizar a sua participação, de preferência cobrindo os R$ 14 mil que é o valor da taxa de inscrição do programa.

Alguma destas afirmações te assusta? Você não está só… Ser Guerreiro ou Guerreira Sem Armas, não é sobre não ter medo, e sim sobre ter motivação suficiente para enfrentar medos e incertezas para alcançar a sua melhor versão e se colocar a serviço de transformar o mundo.

Se isso tem a ver com você… Preencha o formulário abaixo.

 

 

Elos nova marca, mesmo propósito

A Marca ELOS é composto por dois elementos: o símbolo e o logotipo.

 

O símbolo é uma mandala composta por dois anéis, um dentro do outro. Esse símbolo representa o poder de trabalho em círculo, onde cada integrante tem algo para oferecer para o grupo. Representa a força de comunidade e as conexões entre as pessoas.

A definição de “Elo” no dicionário é “união ou relação construída entre pessoas ou coisas; conexão.” As duas cores do logo é o Amarelo e o Verde claro, que trazem essa característica solar e da natureza para a marca, além da forte presença do círculo. A junção das duas cores sugere que sempre estamos em busca da luz para resolver situações difíceis e assim poder transformar realidades em nossa volta.

“O círculo nos remete à nossa ancestralidade, trazendo a lembrança dos povos primitivos, dos índios, dos xamãs. O círculo nos tira do tempo linear, cartesiano, e nos envolve nas curvas dos mantos, nos remete às entrelinhas, nos abre possibilidades. Nos devela e nos revela segredos”. Heloisa Esteves.

O logotipo utiliza a fonte DIN Round, criada por Albert-Jan Pool, e tem como principal característica a suavidade e simplicidade, sendo desenhada com curvas suaves e amigáveis.

Estes dois elementos mantêm sempre uma distância fixa entre si.

A marca foi originalmente desenvolvida pelo artista plástico e amigo Fernando Velazquez e recebeu contribuições do arquiteto, artista plástico e também amigo de longa data Renato Leal.

Instituto Elos premiado por Inovação e empreendedorismo social

Rodrigo Rubido recebeu o prêmio Eliasson Global Leadership da Tälberg Foundation pelo trabalho desenvolvido no Instituto Elos. Isso significa um reconhecimento internacional pela inovação e empreendedorismo social.

O Prêmio de Liderança Global Eliasson, nomeado em homenagem a Jan Eliasson, um dos diplomatas globais mais bem sucedidos de nossa era, é concedido anualmente a líderes destacados de qualquer país e qualquer disciplina cujo trabalho seja inovador, otimista, corajoso, enraizado em valores universais e globais. em implicação.

Os vencedores do prêmio podem ser indicados por qualquer pessoa, em qualquer lugar e são selecionados por uma votação secreta de um júri composto por líderes globais.

Cada vencedor do prêmio recebe US $ 50.000 – possibilitados pelo generoso apoio da Fundação Stavros Niarchos – e o envolvimento com uma rede de líderes comprometidos em levar nossas sociedades do que elas são para o que poderiam ser.

No caso do Instituto Elos, o prêmio recebido foi investido integralmente na realização do Guerreiros Sem Armas 2018.

Saiba mais sobre a Tälberg Foundation e sobre o prêmio Eliasson Global Leadership >>

GSA 10: A gente sonha e trabalha por um mundo sem fronteiras

CARD Fronteiras
Desde 11 de setembro de 2001, todas as regras sobre ir e vir de um lugar para outro mudaram em muitos lugares do mundo. A segurança é uma das principais razões pelas quais as pessoas com certos tipos físicos ou roupas são proibidas de deixar seus respectivos países ou são impedidas no setor de imigração do aeroporto.
Ao mesmo tempo, estamos vivendo grandes ondas de migração e refugiados. De acordo com um relatório divulgado pelo ACNUR em 2017 em todo o mundo, o deslocamento forçado causado por guerra, violência e perseguição atingiu o maior número já registrado. A nova edição do relatório “Tendências Globais”, a maior pesquisa de deslocamento da organização, revela que no final de 2016 havia cerca de 65,6 milhões de pessoas obrigadas a abandonar seus locais de origem para diferentes tipos de conflitos – 300 mil a mais que o ano antes.
Este total representa um grande número de pessoas que precisam de proteção em todo o mundo.
Na décima edição dos Guerreiros Sem Armas, lidamos com esse cenário de forma muito direta. No início do programa, tivemos sérios desafios para trazer quatro guerreiros africanos vieram ao Brasil. Mesmo com um visto cortesia emitido pela Agencia Brasileira de Cooperação do Ministério de Relações Exteriores do Brasil, um participante do Togo foi impedido de embarcar assim como dois outros participantes do Zimbabue enfrentavam o mesmo problema ao embarcar seu voo de conexão em Joanesburgo (África do Sul) para o Brasil.
Esta situação é fruto do agravamento do atual cenário de alta proteção sobre as fronteiras, com os novos muros separatistas sendo construídos, o que permitiu que companhias aéreas proibissem o embarque de pessoas a partir de uma lista com descrições de perfis de risco, como uma própria funcionária da companhia aérea nos informou por telefone.
Os [email protected] Sem Armas do Zimbábue ficaram retidos em Johanesburgo por três dias, três tentativas de embarque, onde somente depois de um imenso esforço da equipe de Elos, o apoio incrível de um Guerreiro Sem Armas sul-africano local, da Embaixada Brasileira, Agência Brasileira de Cooperação, 50 ligações telefônicas, a transferência US$ 2000, por exigência da companhia aérea, e várias noites sem dormir, eles chegaram ao Brasil no 4º dia do nosso programa.
Outra situação, que não teve o mesmo final feliz. Um refugiado do Congo, que está atualmente no Quênia, tentou durante mais de 50 dias tirar seu passaporte. Nossa solução foi convidá-lo para o programa em 2018.
Enquanto neste momento do mundo há uma grande ruptura e uma cultura que reafirma a separação, ao mesmo tempo, há outra realidade em que há uma grande quantidade de pessoas e organizações envolvidas em movimentos sociais, como em nenhum momento da história. Hoje temos muitas pessoas comprometidas com soluções inovadoras e os movimentos de base estão se tornando cada vez mais em evidência.
Estes movimentos, no qual estamos alinhados, na intenção de construir um mundo mais justo com as fronteiras mais fluídas, aumentam o nível de uma consciência que estamos [email protected] [email protected], compartilhando uma sabedoria ancestral que vai além de todas as fronteiras.

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CARD Fronteiras
Since September 11th 2001, all the rules about coming and going from one place to another have changed in many places in the world. Security is one of the main reasons why people with certain physical types or clothing are prohibited from leaving their respective countries or are hindered in the immigration sector of the airport.
At the same time, we are living large waves of migration and refugees. According to a report released by UNHCR in 2017 around the world, forced displacement caused by war, violence and persecution has reached the highest number ever recorded. The new edition of the “Global Trends” report, the organization’s largest displacement survey, reveals that by the end of 2016 there were about 65.6 million people forced to leave their places of origin for different types of conflicts – 300,000 more than the year before.
This total represents a large number of people in need of protection around the world.
In the tenth edition of Warriors Without Weapons, we deal with this scenario very directly. At the beginning of the program, we had serious challenges to bring four African warriors came to Brazil. Even with a courtesy visa issued by the Brazilian Cooperation Agency of the Ministry of Foreign Affairs of Brazil, a participant from Togo was prevented from embarking as two other participants from Zimbabwe faced the same problem when boarding their connecting flight in Johannesburg (South Africa) To Brazil.
This situation is due to the worsening of the current scenario of high border protection, with the new separating walls being built, which allow airlines to prohibit the embarkation of people from a list with descriptions of risk profiles, such as an employee of the airline informed us by telephone.
Zimbabwe’s Warriors Without Weapons were held in Johannesburg for three days, attempting three times t board, where only after an immense effort by the Elos team, the incredible support of a local South African Warrior, from the Brazilian Embassy, Brazilian Cooperation Agency, 50 phone calls, transfer US $ 2000 (per airline requirement), and several sleepless nights… they arrived in Brazil on the 4th day of our program.
Another situation, which did not have the same happy ending. A refugee from the Congo, who is currently in Kenya, has tried for more than 50 days to get his passport. Our solution was to invite you to the program in 2018.
While at this time in the world there is a great disrupture and a culture that reaffirms the separation, at the same time there is another reality in which there is the greatest amount of people and organizations involved in social movements till now in our history. Today we have many people committed to innovative solutions and grassroots movements that are becoming more and more evident.
These movements, to which we are aligned, have the intention to build a fairer world with the most fluid boundaries, raise the level of an awareness that we are all interconnected, sharing an ancestral wisdom that goes beyond all frontiers.

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Festival Em Movimento reúne jovens interessados em projetos sociais

Ricardo Leal do Instituto Arapyaú, e a pessoa que resolveu juntar as organizações que trabalhavam com jovens para sentar e conversar a cerca de 2 anos atrás, esteve no Festival Em Movimento:
“Nós queremos criar uma via de mão dupla para cuidar que os projetos com os jovens aconteçam da maneira que a gente acredita. Este é um espaço de escuta entre as organizações financiadoras e financiáveis e dos jovens com as organizações”.
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Hoje temos as frentes de trabalho do Em Movimento:

  1. Plataforma com o Mapa das Iniciativas, onde o jovem pode ver quais os projetos que ele pode entrar, de acordo com seu perfil.
    2. Festival existe para construir redes de atuações com os jovens. Uma das perguntas que permeia o evento é: quem deveria estar aqui e não está?
    3. Inteligência criativa que é pensar coletivamente sobre a prática com os jovens, através de encontros, imersões temáticas, publicações.
    4. Potencializar a sustentabilidade das organizações. Como pensar na sobrevivência financeira sem que se torne uma prestadora de serviço e não consiga cumprir seu propósito, é uma das perguntas-chave desta frente.
    5. Coletivo de Comunicação que tem como função fazer a ponte entre os jovens e o Em Movimento.

Em Movimento reúne há 2 anos organizações que trabalham com jovens, como a ArtemisiaAshoka BrasilÉnois, Fundação Arymax, Fundação Telefônica Brasil Vivo, Impact Hub São PauloInstituto Arapyaú, Instituto Elos, Noetá Red Bull Amaphiko
Abertura em círculo
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“Tem um ingrediente especial no trabalho com música circular que eu demorei pra entender qual era. É o aspecto relacional. Demorei anos pra sacar isso, mas, depois que saquei, comecei a investir mais conscientemente nesse pilar e vi muitos resultados incríveis. Hoje em dia, os dois pilares principais pra gente são: o Musical e o Relacional. E, com eles, a gente joga, brinca e se diverte. Porque fazer música sem pensar no aspecto relacional parece uma coisa meio incompleta. E “Relacional” pra gente são as interações que os jogos promovem entre as pessoas. As mãos dadas, o contato físico, o olho no olho, a construção coletiva. Tudo isso vai criando um outro jeito de fazer música. E, com esse jeito, a gente busca 3 objetivos: profundidade, leveza e ludicidade. Como que isso tudo misturado poderia não ser uma gostosura?”
Com esse pensamento incrível do Pedro Consorte, que ao lado do Ronaldo Crispim, leia Música do Círculo, literalmente colocaram todos os jovens #emmovimento.
Qual o perfil do jovem

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A segunda atividade do Festival Em Movimento foi dividir os jovens em 4 perfis, que estão alinhados com o Mapa de Iniciativas (http://www.emmovimento.org.br/):

  1. Curioso que está buscando o primeiro contato com as organizações e seus projetos. O Instituto Elos ficou responsável pela atividade neste grupo,

Para Renata Laurentino, do Instituto Elos, o exercício com os Curiosos foi para que eles tivessem uma chance de olhar para si, reconhecer onde eles estão, e perceber onde estão os outros, Que podem fazer escolhas e pensar nas escolhas dos outros, como princípio a alteridade e diversidade, e assim, deixar de olhar o mundo dentro de caixinhas pré-concebidas. A maior parte destes jovens eram da Zona Sul, estudantes e que tinham como preocupação, melhores condições de ensino.
2. Buscando impulso, que são jovens que têm suas ideias e estão procurando apoio. A Artemisia fez a dinâmica com eles.
O grupo que procurava Impulso, tinha duas divisões: quem já tinha uma ideia clara de negócio social e quem tinha um sonho sobre a área que queria atuar. Daniella Dolme (Artemisia) fez um exercício para que eles mapeassem seus recursos, entender quais são suas redes de contatos e como ativá-las, e que rapidamente depois que entendem esse processo começaram a aplicar entre eles mesmos esta atuação.
3. Em exploração, que são aqueles que estão experimentando diferentes formas de atuação. A Ashoka Brasil cuidou deste encontro.
A Ashoka Brasil​ usou sua expertise em estimular empreendedores sociais e colaborar para que os jovens que estão experimentando com uma oficina sobre empreendedorismo social, inspirando a pensar possibilidades de atuação neste campo em cenários complexos.
4. Atuante, que está engajado em projetos sociais. O Impact Hub São Paulo coordenou estes jovens.
Para os Engajados, a principal preocupação é com a profissionalização da área e a busca de capacitação para os projetos sociais. “ A maioria acredita que as organizações que trabalham com jovens há muito tempo, têm muita resistência para mudança, e que deveriam aprender com o espírito jovem e ficar mais próximo daqueles que elas apoiam”, relatou João Vitor Caires do Impact Hub São Paulo
Oficinas para inspirar

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Uma das parte mais interessantes do Festival, foi convidar diferentes organizações que trabalham com jovens para darem oficinas práticas para que os participantes percebessem a diversidade de áreas que eles podem atuar. Estavam presentes: Acupuntura UrbanaAporé , Atados – Juntando gente boaJuntos.com.vc., Bem ComumCHOICEEngajamundo, Fastfood da Política, Escola de NotíciasPimp My Carroça.
Acupuntura Urbana partiu da ideia de mapeamento da cidade e pertencimento afetivo para discutir projetos para as cidades. Renata Minerbo e Andrea procuraram desmistificar a ideia que somente projetos grandes tem o poder de transformação, e que as pessoas podem se juntar para começar já alguma coisa. O que nosso olhar e experiência na cidade tem a ver com empreender? Descubra mais sobre esse universo aprendendo na prática, usando a criatividade e colocando a mão na massa!
Bem Comum – Já pensou o quanto processos de confiança entre grupos potencializam a sintonia e, consequentemente, o desenvolvimento das pessoas? Venha participar de uma experiência prática e inovadora em que todo mundo ganha!
Atados e Juntos.com.vc – Como podemos ajudar a realizar um sonho? Venha criar uma ação ou projeto a ser realizado aqui e que irá apoiar e potencializar a construção de uma escola no Haiti. A Gene é haitiana e professora de francês, chegou no Brasil em 2015 e seu sonho é reconstruir uma escola no Haiti que foi destruída por um furacão em 2016. Para realizar esse sonho iremos desenvolver essa atividade com a Juntos.com.vc e com vocês!
Aporé – Uma oficina para descobrir talentos, entender o papel de cada um no mundo e como aplicar tudo isso para uma carreira de sucesso com propósito.Vamos fazer diversas conversas e reflexões com os jovens sobre o que é propósito e nesse caminho de autodescoberta cada um criará um mapa para chegar a seu propósito e seu plano de ação para atingir seus objetivos.
Choice – Esse é um workshop mão-na-massa! A proposta é usar a criatividade para criar soluções para problemas reais da nossa sociedade. Começamos com uma breve apresentação sobre a situação de pobreza e desigualdade social no Brasil e sobre o conceito de negócios de impacto social. Em seguida, os participantes trabalham com a geração de ideias para cocriar um modelo de negócio de impacto social e, pra fechar o encontro, apresentamos um caso de sucesso, contando a história de um empreendedor e como ele resolveu o problema proposto.
Engajamundo – Sabia que existem pessoas tomando decisões sobre o seu futuro e presente as portas fechadas? Sim, quase todos os acordos, de mundiais a locais, definem a vida de milhares de pessoas e a gente acaba nem tomando nota. Já pensou em mudar essa realidade e tornar o mundo um lugar mais sustentável? O Engaja na Solução quer te mostrar que para mudar a realidade da sua comunidade, do seu município e do seu estado basta sair do sofá e se movimentar! Este jogo vai te conectar a sua realidade com questões globais mostrando a a você os caminhos que existem para ser parte da solução dessas questões.
Fastfood da Política – Pense num assunto complicado – mas muito importante. Por exemplo… Política? Acertou em cheio. Agora, imagine aprender um monte de coisas sobre esse assunto – que poderia ser qualquer outro – na mesma velocidade com que comeria um hambúrguer? De quebra, é claro, com aquele gostinho de quebra-rotina. Sabe como? Jogando!
Escola de Notícias -Já pensou que a sua história está conectada com vários níveis de relação? Que a rua onde você anda, sua conexão familiar, as escolas que te ensinam, tem a ver com quem você está no mundo? Vamos descobrir juntos como a comunicação, impulsiona transformações nos espaços e relações.
Pimp My Carroça – vai levar 2 carroças e catadores. 1 já linda maravilhosa e a outra sem nada. Vai rolar um Pimpex, que será mais de conscientização e conversa com catadores. Em 2 horas, desafiamos os participantes a irem para rua ou criarem uma campanha, que ao final ajude a dar mais reconhecimento aos catadores, aumentando sua demanda de coleta de materiais recicláveis e, portanto, sua renda.
Para encerrar com chave de ouro o Festival Em Movimento teve um bate papo que foi transmitido ao vivo pelo Facebook, sobre Cultura e expressão na cidade de São Paulo. Com a participação do MC Gugu, a galera da Batalha do Conhecimento, e MC Sofia.
 

#emmovimento lança mapa de iniciativas para jovens

Diversas organizações que atuam com o propósito de inspirar e impulsionar a juventude se uniram para formar o #emmovimento, que tem como objetivo potencializar os caminhos de desenvolvimento e engajamento de jovens, lançaram o “Mapa Em Movimento”, uma plataforma criada para apoiar o jovem que está em busca de transformação. Para isso,  o conteúdo é formado por uma lista das organizações distribuídas por todo território nacional, que trabalham com projetos voltados para esta faixa etária.

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O Mapa é o resultado de uma pesquisa abrangente.  Ele faz parte da proposta do grupo em mapear as iniciativas. O que as organizações estão fazendo, como, para quem e onde? Quais são as oportunidades atualmente ofertadas para esses jovens transformadores? Como amplificar essa informação para mais gente? Onde há sobreposição na nossa oferta? Onde há espaço para inovação? Essas foram algumas perguntas que o mapeamento buscou responder.
Com isto os jovens têm a oportunidade de procurar iniciativas de diferentes frentes:
Formação (cursos, profissionalização, etc.);
Experiências (vivências, voluntariados, etc.);
Encontros (workshops, eventos, etc.), por região do país ou áreas de atuação.
Dentro de cada iniciativa, há mais detalhes sobre a proposta. Entre eles o resumo do projeto, local de atendimento, como se inscrever, como é o envolvimento/dedicação, contatos, se é paga ou gratuita, entre outros dados.

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João Vitor Caires, diretor do Impact Hub São Paulo é um dos participantes do grupo. Ele ressalta que a proposta é oferecer um espaço para que os jovens entrem em contato com as oportunidades de forma estruturada e se envolvam com as mesmas. Além disso, é permitir que as instituições que trabalham com juventude possam apresentar suas ações, se conheçam, troquem conhecimento e fortaleçam o trabalho umas das outras.
“É importante que as organizações saibam quem também está realizando iniciativas similares a sua. Saber quais são os desafios comuns enfrentados etc. Estes dados, inclusive, são insumo para as entidades financiadoras. Para que saibam onde e como direcionar melhor o seu investimento”, opina João.
Já estão disponíveis no site mais de 80 organizações cadastradas e 139 ofertas para os jovens. Outras interessadas em participar, que tenham iniciativas direcionadas a jovens com o objetivo de desenvolver o espírito transformador dos mesmos, podem entrar na plataforma e se inscrever.
Qual o perfil dos jovens atendidos pelas organizações
Pela perspectiva das iniciativas, os jovens que buscam essas ofertas fazem parte dos seguintes perfis: Atuante (está conectado, engajado); Curioso (buscando um primeiro contato); Em exploração (experimentando possibilidades); Buscando impulso (tem seus objetivos e está procurando apoio para si e seus ideais); e Jovens fora do radar (em situações especiais diversas).

emmovimento

A pesquisa identificou, por exemplo, que um jovem atuante, tem como principais motivações fazer a diferença no mundo, conhecer coisas novas e adquirir vivências e experiências. Estes são aqueles que buscam oportunidades como a “Escola de Jornalismo É Nóis”. Iniciativa que oferece ferramentas para que o jovem analise criticamente a mídia, estimulando a busca por informação e a investigação sobre diversos temas.
Segundo o levantamento, ampliar o repertório e visão do mundo são os maiores incentivos dos jovens que participam das ofertas mapeadas. Os temas que mais movem os jovens, de acordo com os programas pesquisados, estão ligados a vivências e conhecimento. Em todos os perfis, as maiores motivações são: adquirir vivências e experiências; conhecer coisas novas; aprofundar-se em um conhecimento; autoconhecimento e carreira e profissão.
“Percebemos que os jovens estão se movimentando muito, fazendo coisas. O que precisamos é justamente entender essa lógica, os caminhos que escolhem e as formas de atuação para poder ajudar. E isso passa pela autonomia, pela temporalidade, pela rapidez com que mudam. Características típicas da juventude”, comenta Ruth Goldberg, diretora executiva da Fundação ARYMAX, integrante do grupo.
Atualmente, as organizações componentes do #emmovimento são: Artemísia, Ashoka, É Nóis, Fundação ARYMAX, Fundação Telefônica Vivo, Impact Hub São Paulo, Instituto Arapyaú, Instituto Elos e Red Bull Amaphiko.

O Caminho da Expansão: a Re-Evolução dos Guerreiros Sem Armas

A parte mais visível da Jornada do Guerreiro, sem sombras de dúvidas, é o período de vivencia de 32 dias, em Santos. Na verdade, são 2 anos de um processo intenso, que começa no processo de seleção, com o Caminho do Sim, e termina com o Caminho da Expansão, que foi desenvolvido pelo Niels Koldewijn, Paulo Farine Milani, Simone Batista e Natasha Mendes Gabriel.

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Esta última etapa, tem a duração de 18 meses, sendo que tempo de participação em cada circuito é de, no mínimo, 6 meses (um ciclo). Ao final de cada ciclo, refletiremos juntos sobre o próximo passo. Se o GSA seguir o mesmo circuito ao longo dos 18 meses, passará por 3 ciclos:
1) No primeiro ciclo, é convidado a fazer um projeto com um grupo que você
faz parte ou irá formar;
2) No segundo ciclo, será desafiado a realizar um projeto no mesmo circuito, mas em um setor social diferente;
3) No terceiro ciclo, é um período para intensificar o processo de crescimento, expandindo as ações que realizou nos meses anteriores.

caminho da expansão BLOG

Saiba como funciona cada circuito
Circuito de Inspiração
Para quem quer estar conectado aos circuitos e à rede do GSA, mas não tem tempo para dedicar-se à rotina de atividades do Caminho de Expansão.
O Circuito de Inspiração oferece materiais e referências da rede de guerreiros e do Elos através da Plataforma de Jogos Elos, além de Encontros Virtuais bimestrais.
Circuito de Experimentação
Para quem quer ir mais fundo em diferentes experiências, conhecimento e práticas que vivenciamos durante o programa. O Circuito de Experimentação oferece acompanhamento na aplicação da Filosofia Elos e Jogo Oasis em diferentes setores e contextos.
Aqui você terá material de apoio para realizar ações rápidas, como o Jogo Oasis, através da
Plataforma de Jogos Elos, além de Encontros Virtuais bimestrais e Acompanhamento de Projetos via
Google Sala de Aula e horas de coaching com facilitador Elos.
Circuito de Aventura
Para quem quer realizar sonhos coletivos, materializando projetos de médio prazo ou participando de ações empreendidas junto à rede de guerreiros. O Circuito de Aventura oferece estratégias e apoio no desenho de projetos com duração de 3 a 6
meses.
Aqui você terá acesso a apresentações de caso, material sobre a Filosofia Elos e tecnologias sociais que podem apoiar no projeto sonhado, através da Plataforma de Jogos Elos, além Encontros Virtuais bimestrais e Acompanhamento de Projetos via Google Sala de Aula e horas de coaching com facilitador Elos.
Circuito de Empreendedorismo
Para quem quer realizar um sonho coletivo de longo prazo. Nesse circuito você pode criar seu
próprio roteiro de ação, com foco no aprimoramento e alinhamento com seu propósito de estar no mundo.
O Circuito de Empreendedorismo oferece estratégias e intercâmbios para quem quer ser um
transformador social e quer realizar seus trabalhos alinhados à Filosofia Elos. Aqui você terá acesso a apresentações de exemplos inspiradores, material sobre a Filosofia Elos, tecnologias sociais e planejamento estratégico através da Plataforma de Jogos Elos, além Encontros Virtuais mensais e Acompanhamento de Projetos via Google Sala de Aula e horas de coaching com facilitador Elos.
Na terça-feira 29 de setembro abrimos oficialmente o I Caminho da Expansão, o lançamento de um novo jogo na nossa plataforma, com uma conferência on-line com os participantes do processo. O Caminho de Expansão é um jogo privado e estará disponível apenas para os participantes deste programa de 18 meses.

HEADER GUARDIÕES

The most visible part of the Warrior’s Journey, without a shadow of a doubt, is the 32-day experience in Santos.  In actuality, the Journey comprises 2 years of an intense process that begins with the selection process, with the Yes Path, and ends with the Expansion Path, which was developed by Niels Koldweijn, Paulo Farine Milane, Simone Batista and Natasha Mendes Gabriel.
This last stage has a duration of 18 months wherein the participation time in each circuit is at least 6 months (one cycle).  At the end of each cycle we reflect together on the next step.  If the Warrior Without Weapons follows the same circuit for the length of the 18 months, they will pass through 3 cycles:

  1.  In the first cycle, the warrior is invited to do a project with a group they are a part of or will form.
  2. In the second cycle, the challenge is to realize a project within the same circuit, but in a different social sector.
  3. The third cycle is a period to intensify the growth process, expanding the actions that were realized in the previous months.

Get to know how each circuit works:
Inspiration Circuit
For someone wants to remain connected to the paths and networks of Warriors Without Weapons, but does not have time to dedicate themselves to the routine of the activities of the Expansion Path.
The Inspiration Circuit offers materials and references from the network of warriors and Elos through the Elos Games Platform, in addition to virtual meetings twice per semester.
Experimentation Circuit
For someone who wants to go more deeply into different experiences, knowledge and practices that were lived during the program.  The Experimentation Circuit offers accompaniment in the application of the Elos Philosophy and the Oasis Game in different sectors and contexts.
Here you will have support material to realize quick actions, like the Oasis Game, through the Elos Games Platform, in addition to virtual meetings twice per semester and Project Accompaniment via Google Classroom and hours of coaching from an Elos facilitator.
Adventure Circuit
For someone who wants to realize collective creams, materializing projects of medium length or participating in actions already undertaken by the warriors network.  The Adventure Circuit offers strategies and support in the design of projects with a duration of 3 to 6 months.
Here you will have access to case presentations, material about the Elos Philosophy and social technologies that can help support the dreamed project through the Elos Games Platform, in addition to virtual meetings twice per semester and Project Accompaniment through Google Classroom and hours of coaching from an Elos facilitator.
Entrepreneurship Circuit
For someone who wants to realize a long-term collective dream.  In this circuit you can create your own action script, with a focus on the enhancement and alignment of your purpose in the world.
The Entrepreneurship Circuit offers strategies and exchanges for someone who wants to be a social transformer and wants to realize their work aligned with the Elos Philosophy.  Here you will have access to presentations of inspiring examples, material about the Elos Philosophy, social technologies and strategic planning through the Elos Games Platform, in addition to monthly virtual meetings and Project Accompaniment through Google Classroom and hours of coaching from an Elos facilitator.
The Expansion Path opened officially on Tuesday September 29th, the launch of a new game on our platform, with an on-line conference call with the process participants.  The Expansion Path is a private game and will be available only to the participants of this 18-month program.

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Ação no Guapurá ganha reforço da Coral e Rotaract

No final de semana, o programa Comunidades Empreendedoras promove uma ação que  une os moradores para cuidar da área comum dos seus edifícios criando identidade visual no bairro, coordenada pela Thaís Polydoro. Para isso, o Conexão Guapurá, grupo formado por condôminos do Minha Casa, Minha Vida Flores e Árvores, e o Instituto Elos conquistaram duas parceria importantes: a Tintas Coral e o Rotaract Club.
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Durante a semana,  os 5 condomínios que aderiram à ação – Palmeiras, Margaridas, Araucárias, Ipês e Sibipiruna – escolheram os padrões para pintura em estêncil, que aprenderam a realizar no ano passado, em oficina no Ateliê Arte nas Cotas, também realizada pelo Comunidades Empreendedoras.
Na sexta (30 de janeiro), começa a mão na massa para preparar os muros que serão pintados e, no sábado, 50 jovens do Rotaract, se juntam aos moradores para aplicação dos desenhos baseados nos nomes de cada condomínio. Ao todo, serão mais de 715 litros de tinta! Na terça (10 de fevereiro), haverá um encontro de avaliação com os síndicos.

A pintura em estêncil foi uma técnica que as Comunidades Empreendedoras aprenderam na oficina com o Arte nas Cotas
A pintura em estêncil foi uma técnica que os participantes do Comunidades Empreendedoras aprenderam em oficina com o Arte nas Cotas

A ideia de juntar o Rotaract veio do convite que Tito Ferraz Ribeiro fez para o Elos participar do CONARC 2015, encontro que reúne os Rotaract Clubs do Brasil, que acontece de 28 a 1 de fevereiro em Praia Grande. Na sexta, haverá um treinamento em “Mobilização Comunitária e o Protagonismo local”, depois, iremos falar sobre o tema “Projetos de empoderamento social – construindo sonhos coletivos”. No sábado, 50 jovens se juntam no mão massa no Guapurá, dentro do que entendemos que a gente aprende fazendo.
Para quem não sabe, o Rotaract Club é um programa de Rotary Internacional que visa o desenvolvimento de lideranças jovens. Criado pelo Rotary International em 1968, nos Estados Unidos e formada por clubes de jovens com idade entre 18 e 30 anos, o Rotaract promove a prestação de serviços à comunidade, desenvolvimento da liderança e a melhoria do bem estar da comunidade. Atualmente o Rotaract Club soma em torno de 220.639 jovens universitários e profissionais iniciantes num movimento que é o segundo maior do mundo no seu perfil de atuação, ficando atrás apenas do escotismo.
vamos colorir o Guapurá

Guerreiros Sem Armas – assista os novos vídeos no blog!

* Por Val Rocha Tenho uma relação visceral com os vídeos do Guerreiros Sem Armas. Desde 2009 eles são motivo para muita ansiedade e noites não dormidas antes da aprovação final. Depois que estão prontos, assisto com tranquilidade e posso dizer que todos, sem exceção, me emocionam até hoje. E não sou só eu: as outras pessoas da equipe e todos os envolvidos na produção do vídeo vivem esta montanha russa de emoções, sem falar nos participantes do programa que ficam sempre muito ansiosos para ver o resultado da experiência na telinta ou na telona. Este ano não foi diferente, depois de muito trabalho temos vídeos lindos e pela primeira vez disponibilizados em uma só versão no youtube com a opção de assistir com ou sem legenda nos idiomas português, inglês ou espanhol. Através do olhar de Eliza Capai e Patrick Vanier me encanto ao redescobrir como o programa que é para muitos, e que já acolheu mais de quatrocentos jovens, guarda espaço para as histórias únicas. Para mim o Guerreiros Sem Armas tem tudo a ver com abrir espaço no presente para um mundo utópico que, por todas as tendências e notícias de jornal, só poderia existir em algum lugar de um futuro distante. Eliza me mostra claramente que o programa consegue realizar o impossível: o melhor mundo existe aqui e agora, não sem esforço e muito trabalho. O esforço maior, que reconheço nestas histórias tem a ver com sair da zona de conforto e mover-se em direção a algo que é verdadeiro.  Me reconheço na história de Biz, que encontrou no programa uma forma de aprendizagem que lhe permite conectar-se mais e mais consigo e com o mundo: o aprender como uma forma de experimentar que alimenta e é alimentado pela experiência viva. Na segunda história eu me emociono com a capacidade empática de Conchi, que constrói pontes com as pessoas com a mesma naturalidade com que busca respostas para sua pergunta orientadora – Como viver em comunidade? Me delicia ir aprendendo com ela – que revela de forma generosa – a sua forma, o seu segredo de construir Afeto e conectar-se de forma empática com o outro. Talvez seja um pouco perverso, mas é também uma provocação em tempos de tanta urgência e rapidez ir revelando estas histórias a cada sete dias, pois é assim que estes vídeos serão publicados: um a cada semana. Tem um gostinho dos tempos em que a única forma de receber notícia boa era esperando o carteiro. E eu preciso confessar: essa espera, esse ritmo, esse demorar-se em saborear um boa história, tem um charme que me conquista 🙂 Para ver aos vídeos com legenda, assista no youtube, é só clicar na janela.